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Redes Wireless – Parte IX

 

4.1.2.5 – Potência de Saída variável

 

Essa característica permite controlar a potência que o AP transmite seus dados. Controlar a potência de saída se torna necessário quando nós distantes não conseguem localizar o AP. Também permite controlar a área de cobertura do AP. A medida que os clientes se movem para longe do AP, eles não perdem a conectividade.

 

A maior vantagem é poder controlar o tamanho das células, evitando assim que invasores não consigam conectar a rede fora do prédio, aumentando a segurança. Com APs que não dispõem dessa funcionalidade temos que lançar mão de outros mecanismos para controlar a potência, tais como amplificadores, atenuadores, cabos de grande comprimento e antenas de alto ganho.

 

4.1.2.6 – Vários tipos de conectivade para rede cabeada

 

As opções de conectividade para rede cabeada de um AP podem incluir 10 base Tx, 10/100 Base Tx, 100 Base Tx, 100 Base Fx, token ring e outros.

 

Como um AP é um dispositivo através da qual clientes wireless se comunicam com a rede cabeada, o entendimento de como conectar o AP a rede cabeada é importante, evitando assim que o AP venha a se tornar um gargalo na rede.

 

4.1.2.7 – Criptografia

 

Em uma rede wireless, é muito perigoso levando-se em conta o aspecto da segurança, que os dados trafeguem sem nenhum tipo de proteção entre o AP e os clientes. Alguém mal intencionado que conseguisse se associar ao AP poderia usar um sniffer e ver o que está trafegando pela rede. Para evitar que isso ocorra é possível criptografar os dados. O protocolo WEP é responsável por essa tarefa. Ativando o protocolo WEP, os dados vão estar criptografados o que aumentará a segurança. Porém o uso do WEP aumenta significativamente a carga de processamento no AP.

 

4.1.2.8 – Configuração e Gerenciamento

 

Existem várias formas de configurar um AP, mas nem todos dispõem de todas elas. As mais comuns são: console, telnet e web.

 

Uma coisa temos que ter em mente, quanto mais funcionalidades um AP tiver mais caro ele será. Existem dois tipos de APs, os que são voltados para uso doméstico e os que são voltados para uso empresarial. Os APs de uso doméstico são menos robustos e resistentes e por isso mais baratos. Já os de uso empresarial, incorporam uma série de funcionalidades, são mais robustos, tem maior poder de processamento e são mais caros.

 

 

Alguns APs empresariais permitem gerenciamento por meio de SNMP. SNMP é um protocolo de gerenciamento, usado para gerenciar dispositivos em uma rede. Um software de gerenciamento coleta informações dos dispositivos que fazem parte da rede e os mostra em uma console de gerenciamento. Quando há alguma condição de anormalidade com um cliente ou com a rede, o software de gerenciamento toma conhecimento por meio dos alertas que ele recebe.

 

4.2 – Pontes Wireless

 

Pontes wireless são dispositivos que permitem a interligação de dois segmentos LAN. Operam em half-duplex e são dispositivos de camada 2 somente. São usados em configurações ponto a ponto e ponto-multiponto.

 

Figura 35 – Uma Ponte Wireless

 

4.2.1 – Modos de Operação

 

As pontes se comunicam entre si segundo 4 modos de operação:

 

» Modo Root

» Modo não root

» Modo AP

» Modo Repetidor

 

Figura 36 – Pontes Wireless em uma configuração ponto a ponto

 

4.2.1.1 – Modo root

 

Nesse modo de operação uma ponte deve ser eleita como root. Uma ponte root só pode se comunicar com pontes que não são root ou com dispositivos clientes e não podem se associar com outra ponte root.

 

Figura 37 – Ponte root se comunicando com outras pontes

 

4.2.1.2 – Modo não root

 

Nesse modo a ponte se comunica com outras pontes root via wireless. Alguns fabricantes permitem que a ponte quando operando nesse modo, aceite conectividade com dispositivos clientes, atuando dessa forma como ponte e como ponto de acesso simultaneamente.

 

4.2.1.3 – Modo AP

 

Alguns fabricantes permitem que clientes se conectem as pontes, que nada mais é do que adionar a ponte uma funcionalidade de AP. Em muitos casos a ponte tem um modo AP que converte a ponte em um AP.

 

4.2.1.4 – Modo Repetidor

 

Nesse modo a ponte pode ser posicionada entre duas outras pontes com o propósito de estender o comprimento do segmento wireless. Apesar de usar a ponte nessa configuração ter a vantagem de estender o link, existe uma grande desvantagem que é a redução do throughput devido a necessidade da repetição de transmissão de todos os frames por um mesmo radio. Esse modo é utilizado por pontes não root e muitas vezes a porta LAN estará desabilitada.

 

Figura 38 – Ponte atuando no modo repetidor

 

4.2.2- Características Comuns

 

As características das pontes são as mesmas já descritas para os pontos de acesso. Mas existem duas muito interessantes que poderíamos citar: balanceamento de carga e integridade de link.

 

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