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Implementando o RIP (Routing Information Protocol)

 

Objetivos

 

Neste tutorial apresentarei os conceitos sobre roteamento dinâmico, suas características principais e os procedimentos para implementação de rotas dinâmicas. Implementaremos o RIP como protocolo de roteamento dinâmico, apresentando suas vantagens e principais características. No final faremos alguns testes de configurações.

 

Pré-requisitos: Conhecer os modos de execução de comandos. Saber configurar interfaces no roteador e salvar configurações na NVRAM.

 

Parte 1 – Roteamento Dinâmico

 

Como vimos no tutorial sobre roteamento estático, o Roteamento é o processo utilizado pelo roteador para encaminhar um pacote para uma determinada rede de destino. Este processo é baseado no endereço IP de destino, os dispositivos intermediários utilizam este endereço para conduzir o pacote até seu destino final. Evidente que para tomar essas decisões o dispositivo roteador tem que aprender os caminhos até chegar ao destino, quando utilizamos protocolos de roteamento dinâmico esta informação é obtida através dos outros roteadores da rede. É a partir deste recurso que podemos afirmar que está aí uma das grandes vantagens deste protocolo em relação ao roteamento estático.

 

Relembrando um pouco dos conceitos, podemos classificar o processo de roteamento num roteador em dois tipos:

 

Roteamento estático: Utiliza uma rota pré-definida e configurada manualmente pelo administrador da rede.

 

Roteamento dinâmico: Utiliza protocolos de roteamentos que ajustam automaticamente as rotas de acordo com as alterações de topologia e outros fatores, tais como o tráfego.

 

Podemos também afirmar que esses protocolos são de fundamental importância, pois com base nas informações obtidas através de outros roteadores é construída uma tabela de roteamento, tabela essa utilizada para determinar o melhor caminho de um pacote.

 

Tipos de Protocolos de Roteamento:

  • RIP (Routing Information Protocol)
  • IGRP (Internet Gateway Routing Protocol)
  • EIGRP (Enhanced Interior Gateway Protocol)
  • OSPF (Open Shortest Path First)

Todo o processo de determinação de caminho é baseado em algoritmos, esses algoritmos são fundamentalmente importantes para que o protocolo de roteamento funcione corretamente. Abaixo apresento as categorias dos algoritmos de roteamento.

  • Vetor de distância (distance vector)
  • Estado do Link (Link state)

Os algoritmos vetor de distância trocam suas tabelas de rotas baseados nas configurações dos vizinhos que estão ligados diretamente, enquanto que os algoritmos de estado do link trocam suas informações por meio de um pacote chamado LSA (Link State Advertisements) mantendo assim um completo conhecimento da topologia da rede e de como os dispostivos estão interconectados.

 

Até então, definimos e classificamos os protocolos de roteamento, mas de forma alguma podemos esquecer que existe outro tipo de protocolo o qual chamamos de roteado. Este protocolo tem por função direcionar o tráfego de usuários, ou seja, ele possui na sua configuração de endereço campos que determinam o ID da rede e o ID do host. Essas informações são adicionadas ao cabeçalho da camada de rede e é com base nesse endereço (destino) que o roteador consulta sua tabela de roteamento para determinar o melhor caminho.

 

Exemplos de Protocolos Roteados:

  • IP (Internet Protocol)
  • IPX (Internetwork Packet Exchange)

Sistema Autônomo

 

Podemos dizer que um sistema autônomo (AS) é um conjunto de redes que possuem uma administração comum compartilhando a mesma estratégia de roteamento. Alguns protocolos de roteamento, como por exemplo, o IGRP (desenvolvido pela CISCO) exige a configuração de um número de AS único (mesma administração).

 

Parte 2 – Configurando o Roteamento Dinâmico

 

Continuaremos imaginando nossa topologia anterior, nessa rede implementaremos o RIP como protocolo padrão de roteamento dinâmico.

 

 

Nesta estrutura apresentada acima, implementaremos o RIP a partir do roteador denominado CISCO. O objetivo é alcançar a rede 172.16.1.0/24 que se encontra no dispositivo chamado CISCO_2.

 

Vá até o modo de configuração global do roteador CISCO conforme segue abaixo:

 

 

Agora adicione o protocolo de roteamento, Veja:

 

 

Note que o prompt que aparece é específico para configuração do protocolo de roteamento. Vamos solicitar um “help” desse modo para vermos quais opções que temos disponíveis.

 

 

Precisamos agora informar ao roteador quais redes que estão configuradas em suas interfaces. Em nosso exemplo, como estamos utilizando sub-redes devemos desconsiderar o endereço da sub-rede e considerar o endereço da rede. Faça o seguinte:

 

 

Desta forma concluímos a configuração do RIP no roteador de nome CISCO. Acontece que devemos fazer a mesma configuração no outro roteador de nome CISCO_2. Como os dois fazem parte do mesmo link físico, os dois tem que falar no mesmo protocolo para trocarem as tabelas de roteamento.

 

 

Para finalizar, devemos verificar se as tabelas estão sendo montadas. Veja abaixo qual comando utilizamos para isso:

 

 

Podemos também verificar a configuração do protocolo de roteamento através do comando show running-config. Veja:

 

 

Conclusão

 

Neste tutorial mostrei os conceitos do roteamento dinâmico, características e diferenças entre os protocolos de roteamento e protocolos roteados e o processo de configuração do RIP (Routing Information Protocol). Verificamos também alguns procedimentos para verificação simples das configurações do roteamento dinâmico.

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