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Montagem e Configuração de PC– 16ª Parte

Estes tutoriais trarão uma série de tópicos sobre montagem, configuração e instalação de hardware em microcomputadores. O leitor aprenderá de forma clara e objetiva o funcionamento, informações e conceitos dos componentes internos do computador, não somente de computadores atuais, mas também de micros mais antigos, pois estes ainda existem no mercado.  Serão vistos também, assuntos relacionados a soluções diversas de hardware, configurações e otimizações de registro do sistema operacional Windows, bem como exemplos práticos de montagem de PC.

Este tutorial poderá servir como fonte de consulta para usuários iniciantes e avançados, servindo tanto para uso profissional como pessoal, não tendo como objetivo ser apenas a única fonte de leitura e solução, sendo necessário o estudo em livros da área e um acompanhamento personalizado em questões de conhecimentos técnicos avançados. Todas as marcas e nomes apresentados tem seus direitos reservados aos fabricantes.

Montagem e Configuração de PC – Memória

* Memória

Como foi visto em tutoriais anteriores o conhecimento básico sobre algumas partes fundamentais de computadores, começaremos a partir deste tutorial a detalhar informações mais especializadas sobre os diversos assuntos de montagem e manutenção de PC.

Veremos sempre em tutoriais intercalados, soluções diversas de hardware e manutenção básica, bem como também serão abordado informações mais detalhada sobre temas específicos de hardware.

É possível dividir as memórias em dois grandes grupos distintos : ROM e RAM. Em todos os computadores encontram-se ambos os tipos.

* O que é memória ROM

O termo ROM significa “Read Only Memory”, ou seja, uma memória somente para leitura.

É um tipo de memória que, usada normalmente, aceita apenas operações de leitura, não sendo permitido a realização de escritas. Uma outra característica da memória ROM é que seus dados não são perdidos quando ela é desligada. Quando ligamos novamente, os dados estarão lá disponíveis, exatamente como foram deixados anteriormente.

Desta forma, podemos definir que a memória ROM é uma memória não volátil. Certos tipos de ROM permitem operações de escrita, mais isto é feito através de programas apropriados para tal função, usando comandos de hardware especiais.

Uma aplicação básica da memória ROM é o armazenamento do BIOS do PC, que é o programa o qual é acionado assim que ligamos o computador. A BIOS testa a memória, inicializa o hardware e dá a carga do sistema operacional do microcomputador.

Veja uma memória ROM:

* O que é memória RAM

O termo “RAM” significa Random Access Memory, traduzindo memória de acesso aleatório. Pelo próprio nome, não se tem uma idéia clara da finalidade deste tipo de memória, talvez o correto para ter uma melhor definição através do nome seria “RWM”, significa, Read and Write Memory, ou memória para leitura e escrita. Entretanto, o termo RAM é bastante usado e difundido por questões tradicionais.

Em uma operação normal o computador necessita de não apenas o acesso a dados e instruções, por parte de leituras de memória, mais também precisará guardar resultados de contas ou outras operações, e isto é realizado através de operações de escrita na memória.

Além de permitir atividades de escritas e leituras, a memória RAM tem outra característica, tais como:

Trata-se uma memória totalmente volátil, ou seja, seus dados são todos apagados quando o computador é desligado. Por isto  quando o microcomputador é desligado e ligado novamente, é preciso carregar o sistema operacional.

Fazendo um pequeno resumo:

  RAM (Random Access Memory) ROM (Random Only Memory)
Faz leituras Sim Sim
Faz escritas Sim Não
Perde dados ao ser desligada Sim Não

Em termos de características gerais, essas são as informações básicas sobre os tipos de memórias ROM e RAM. É claro, que existem memórias ROMs que permitem gravação e memórias RAMs que não perdem dados, mais isto será visto mais na frente.

* Encapsulamento da memória ROM

Quase sempre, em 100% dos casos, você irá encontrar as memórias ROMs fabricadas com encapsulamento “DIP” cerâmico ou de plástico, como visto na figura abaixo:

O encapsulamento chamado DIP (Dual in-line package) do tipo cerâmico é mais usado pelas ROMs do tipo EPROM ou UV-EPROM. Essas ROMs possuem uma janela de vidro, através do quais os dados podem ser apagados por meio de raios ultravioletas. Após o dado ser apagado, pode ser gravado novamente.

Usando normalmente a memória ROM, esta janela deve permanecer tampada por uma etiqueta. Por tanto nunca retire a etiqueta da ROM expondo sua janela de vidro, pois ela pode ser apagada por exposição prolongada à luz natural.

É possível encontrar memórias ROMs com outros tipos de encapsulamentos diferentes do DIP. Um encapsulamento muito fácil de se encontrar é do tipo PLCC (Plastic leadless chip carrier).

Observe:

* Encapsulamento da RAM

Os chips da memória RAM, podem ser encontrados em diversos formatos, sendo que o mais comum é do tipo SOJ “Small Outline Package J-Lead”.

Este tipo de encapsulamento é frequentemente encontrado nos chips que formam os módulos de memória e nos que formam a memória de vídeo.

Veja a figura:

Figura 11.3

É freqüente encontrar nos chips das memórias RAMs um encapsulamento chamado de QFP (Quad FlatPack), que são usados por chips que formam o cache L2 em placas de CPU com cache externa.

* Módulos de memórias (Pente de memória)

Até por volta dos anos 90, as memórias dos PCs usavam encapsulamento DIP e eram instalados, chip a chip. Este tipo de trabalho é bastante simples para um técnico de informática, mais torna-se uma tarefa não menos complexa para um usuário que nunca fez este tipo de trabalho.

Os módulos de memória (pente de memória) foram criados para otimizar e facilitar a sua instalação, não somente por parte do usuário, mais também pela indústria eletrônica. É mais fácil conectar um módulo de memória do que instalar um grande número de chips avulsos.

Um dos primeiros módulos de memória a aparecerem foram os do tipo SIPP (Single Inline Pin Package), e chegaram ao mercado por volta dos anos 80.

Este módulo era uma pequena placa com chips de memória e pequenos terminais para encaixar no soquete apropriado.

Com o início da fabricação dos módulos SIMM (Single Inline Memory Module), o processo de fabricação ficou mais simples. Ao invés de usar terminais de contato como o SIPP usava, esses módulos têm um conector na sua borda.

Os módulos SIPP foram descontinuados por volta do início dos anos 90, sendo substituídos pelo formato SIMM. Esses módulos forneciam 08 bits simultâneos e precisavam ser usados em grupos para formar o número total de bits exigidos pelo processador da máquina.

Os processadores “386” e “486” utilizam memórias de 32 bits, portanto os módulos SIMM eram usados em grupos de 4. Exemplo: 4 módulos iguais, com  04 MB cada um, formavam um banco de 16 MB, com 32 bits.

Os módulos SIMM usados até então tinham 30 contatos, e desta forma eram chamados de SIMM/30, ou somente módulos SIMM de 30 vias.

Por volta dos anos 90, os módulos SIMM de 72 vias começaram a aparecer no mercado, e estes ofereciam simultaneamente 32 bits.

Em placas de um computador com processador 486, um único módulo SIMM/72 formava um banco com memória total de 32 bits.

Apesar de já trabalharem com 32 bits, os módulos SIMM/72 eram pouco utilizados até o lançamento dos processadores Pentium, pois o Pentium trabalha com memórias de 64 bits, e desta forma seriam necessários 8 módulos de SIMM/30 para formar um banco de memória.

Isto tornaria a produção muito complexa, além de ocupar uma grande área de espaço na CPU. Diante deste fato, os fabricantes passaram a adotar como forma padrão de trabalho o módulo SIMM/72, pois apenas dois destes módulos eram necessários para formar um banco de 64 bits.

Veja as ilustrações abaixo:

Memória DIPP:

Memória SIMM 30 vias:

Memória SIMM 72 vias:

Nas próximas lições veremos mais sobre montagem e configuração de PC.  Até a próxima.


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