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Curso Sobre a Memória

 

A memória serve às artes, mas não pode ser aprendida como arte”.
Filostrato

 

O PROCESSO NORMAL DE MEMORIZAÇÃO (continuação)

 

Vamos neste tutorial aprender um método que nos ajudará a fazer associações. Logo após aprenderemos sobre a Repetição.

 

O MÉTODO DA ASSOCIAÇÃO DE IMAGENS

 

Este método, muito interessante, é uma excelente aplicação do que acabamos de dizer acerca das associações na lição anterior.

 

Se desejar reter uma lista, a do exercício 28 da lição anterior, na ordem e sem esforço, deverá proceder da forma seguinte:

 

Crie uma série de associações, em cadeia, partindo da primeira e terminando na última. Estas associações serão, necessariamente, extravagantes, divertidas ou. A única regra que conta é a visualização correta e clara das associações efetuadas. Forme imagens muito claras na sua mente, porque são elas que vão ajudar a fixar as palavras.

 

Por exemplo, podemos usar entre dezenas de possíveis, esta cadeia de associações:

 

Imagine um Chapéu de coco, no qual está colocado um telefone; e o receptor deste aparelho está cheio de espinhos, porque é um cacto este receptor-cacto é difícil de se usar pelo senhor que esta telefonando, não considerando o fato de ele ter a boca cheia de bolo; mas, surpresa, neste bolo há um pequeno envelope que se abre e de onde sai muito dinheiro; uma das notas cai no chão e transforma-se numa enguia que se salva refugiando-se no escritório; este escritório tem um estilo particular porque tem forma de uma casa, cuja chaminé é formada por um lápis enorme; que parece com um foguete, ele dispara, voa e vai contra o casaco de um homem; casaco curioso esse porque é todo feito de renda e pendurado no botão do centro está uma enorme meia, na qual está amarrada, por sua vez, uma chave de parafusos; esta chave de parafusos é também uma chave-foguete que voa e vai de encontro a uma tigela de arroz que um gato está comendo; este gato “coloca” um livro na cabeça, foge e refugia-se no farol de um automóvel; este farol projeta a sua potente luz sobre um anzol gigante.

 

Têm vital importância representar distintamente as diferentes associações formadas; por exemplo, veja o lápis voar do escritório-casa, como um foguete, e aterrar no casaco; veja o gato a colocar o livro na cabeça, etc... conseguirá, então, sem esforço fixar as 20 palavras; e esta fixação é durável Poderá recomeçar recapitular amanha, enquanto que, sem método, você terá esquecido mais de cinqüenta por cento das palavras.

 

Podem acontecer falhas, claro que podem, elas vão lhe ajudar a identificar quais associações não foram feitas corretamente. Por experiência própria, quando à um furo na revisão geralmente não esquecemos esse ponto novamente, porque tomamos os devidos cuidados na próxima associação.

 

Este é um excelente método. Não se assuste com a estranheza de suas associações, perceba que muitas vezes esquecemos coisas que vemos sempre, enquanto as esquisitas nunca esquecemos, se, por exemplo, você ver um disco voador apenas uma vez na sua vida, nunca vai esquecê-lo, embora tenha visto apenas uma vez.

 

Este método pode encontrar imensas aplicações no campo das ciências naturais, da física, da geografia. Tomemos, por exemplo: as principais indústrias da Bélgica. Comece por fazendo um quadro sinóptico, ou simplesmente uma lista das palavras a reter. Seguidamente, vai associá-las em cadeia pelo método acima preconizado.

 

Faça a experiência conosco:

 

Indústria da Bélgica: siderúrgica, indústria do zinco e do chumbo, cerâmica, vidreira, indústria do cristal, têxtil, construções mecânicas, indústria química, indústria alimentar, cal e cimentos, couros e peles.

 

Para facilitar este agrupamento, procederá por símbolos: a siderúrgica será simbolizada por uma viga de aço; a palavra vitral representará a indústria vidreira; uma bala de revólver, a indústria o chumbo; um barracão, a indústria do zinco; um balão de destilação representará a indústria química; uma porção de salsichas, a indústria alimentar; o têxtil será simbolizado por uma bobina de fio, o cal e o cimento, por um muro; o couro, por um sapato; as peles, por uma pele (para adorno feminino); o cristal, por uma taça; a indústria de construções mecânicas, por um motor.

 

Daqui extrai-se a seguinte lista: viga de aço, vitral, bala de revólver, barracão, balão de destilação, salsichas, bobinas, muro, sapato, pele, taça de cristal e motor.

 

Deixo ao seu cuidado a construção da cadeia de associações (uma viga de aço, voando sobre um vitral; quebrando o vidro e enchendo o barracão de estilhaços, etc...).

 

Para evitar a confusão entre países diferentes, não atribuirá o mesmo símbolo à mesma indústria: a indústria do couro será simbolizada, segundo os países, por uma luva, um cinto, uma mala de senhora, etc... além disso, relacionará o primeiro nome da cadeia ao nome do país. Por exemplo, você poderá visualizar um conjunto de vigas de aço que firme a palavra BÉLGICA; veja seguidamente estas vigas deslocares-se e quebrar alguns vitrais, etc..

 

Não tenha receio de construir associações audaciosas ou, até, idiotas. O importante, é “ver” bem as imagens elaboradas. Misture imagens em movimento (como o lápis, a chave de parafusos, o livro do nosso primeiro exemplo) com imagens fixas. Isso facilita a memorização das palavras.

 

Não se preocupe se demorar um pouco para fazer as imagens agora, com a pratica usando o método das “associações de imagens” chegará a construir as cadeias em dois ou três minutos, em muitíssimo menos tempo do o estudo mecânico clássico ou tradicional.

 

EXERCICIO Nº 29

 

Construa uma cadeia de associações de imagens com a lista das principais indústrias belgas, servindo-se das palavras-chaves indicadas na lição: viga, vitral, etc..

 

Não faça outros exercícios hoje, a fim de lhe evitar confundir-se perante todas estas associações, mas regressaremos a este método nos próximos dias.

 

Siga com o tutorial amanha.

 

A REPETIÇÃO

 

A repetição é um principio conhecido do funcionamento da memória. É um método que as crianças empregam quando começam a aprender qualquer coisa.

 

A repetição é um potente fator de memorização. Pondo em jogo os reflexos mecânicos do seu cérebro, ela pode permitir a lembrança de coisas que não apresentam qualquer atrativo ou interesse e a quais não elaborou associação alguma. Desta forma, até pode, à custa de repetição, reter um poema numa língua que lhe é totalmente desconhecida, por exemplo.

 

Esta memória, puramente mecânica, é bem melhor nas crianças que nos adultos. Ela diminui com o envelhecimento. Em compensação, a capacidade de fazer associações aumenta com o decorrer dos anos. Então, o que se perde por um lado é largamente compensado pelo outro.

 

A repetição desempenha um papel importante na fixação das lembranças – e isso em qualquer idade.

 

Repita o que acaba de aprender e faça-o com intervalos. Não deseje “armazenar” tudo, de uma vez. Pelo contrario, volte à “carga” varias vezes.

 

Quando estudar qualquer coisa, reveja, sempre que possível o que aprendeu.

 

Para fixar um nome, uma morada, repita-os mentalmente, varias vezes ao mesmo tempo, procure elaborar associações.

 

S. Tomás de Aquino dá-nos, o seguinte conselho, na sua “Summa Theologica”: “É necessário meditar frequentemente no que queremos fixar”.

 

Aristóteles nota: “O tempo, sobretudo, é destrutivo”.

 

As nossas lembranças são corroídas, pouco a pouco, pelo tempo, se nada fizermos para impedir isso. O remédio é simples: a revisão.

 

Releia o que aprendeu e a lembrança adquirirá novo vigor.

 

Agora, para que a revisão não seja demasiadamente morosa, é necessário prepará-la. Cadernos pessoais, contendo os versos que deseja reter, as datas, os números, as frases mnemônicas, os quadros sinópticos de matérias estudadas, das varias disciplinas, etc. tudo isso o ajudará a refrescar, em pouco tempo, as lembranças que iam apagar-se.

 

Do mesmo modo, destacando as passagens essenciais de uma obra sublinhando ou anotando no livro ou num caderno especifico (eu prefiro o caderno, para não rabiscar o livro), poderá rever numa hora, em vez de ter que reler integralmente.

 

Várias das técnicas que iremos lhe apresentar nesse curso terão o objetivo de ajudá-lo nas suas revisões, mais a frente poderá fazer revisões mentais, que lhe permitirão fixar muito melhor as informações retidas. Você já pode fazer isso usando a técnica apresentada acima como “Associação de Imagens”, bastando para isso selecionar palavras que o ajudem a lembrar do conteúdo estudado, conhecidas como palavras-chave, faça isso durante o estudo, memorize as palavras-chave usando a técnica de “Associação de Imagens” e depois com intervalos cada vez maiores faça a revisão, mental das palavras. Verá que a cada revisão a fixação é muito melhor. Mais a frente você aprenderá técnicas que facilitarão o estudo quando o conteúdo a ser estudado for grande, como para um concurso por exemplo.

 

A Lei de Jost

 

O psicólogo Jost estudou a rapidez da memorização de um texto em função do numero de leituras feitas.

 

Mostrou que, por exemplo, se um livro for lido por seis vezes, ininterruptamente, fixa-se muito menos do que se as seis leituras forem feitas com dez minutos de intervalo.

 

Outros psicólogos, como Pierón, procuraram o intervalo ideal, aquele que daria os melhores resultados. Suas experiências provam que, conforme o que se tem que fixar, o intervalo entre as leituras deverá variar de 10 minutos a 16 horas. Abaixo de dez minutos a releitura é supérflua. Acima de dezesseis horas uma parte já  foi esquecida.

 

É preciso não se tomar isso a letra, esta regra prova simplesmente que é interessante quando se deseja memorizar com maior rapidez possível retomar a noite, por exemplo, o estudo feito de manha.

 

Durante o seu estudo, separe um tempo para as revisões, eu procuro fazer isso e revisar da seguinte forma.

 

Revejo o que estudei de uma a 16 horas, depois no dia seguinte, depois na semana seguinte, depois no mês seguinte e depois de seis meses torno a revisar. Aumento o espaço porque a cada revisão a matéria é mais bem fixada, ficando retida há mais tempo.

 

O tempo de revisão nunca é um tempo perdido, a falta de revisão sim, porque proporciona o esquecimento, isso é um fato, se deseja aprender alguma coisa é importante revisar, para a revisão não ser demorada faça-a com organização.

 

Já vi alguns cursos preparatórios para o vestibular que apenas mostravam a matéria uma vez por semestre, e pude concluir que a maior parte dos alunos passava após dois anos de preparação, ou seja, após rever quatro vezes. Claro que tem alunos que passam antes, mas com certeza eram os que já tinham uma bagagem maior nos estudos, os quais o curso serviu apenas como revisão.

 

Outros cursos preparatórios que acompanhei faziam com que o aluno revisasse a matéria ate seis vezes em um ano. Estes tinham um ótimo nível de aprovação no final de cada ano.

 

Concluindo, organize suas revisões de forma a não esquecer o conteúdo estudado.

 

Se esta a aprender, ao mesmo tempo, o inglês, a contabilidade, a álgebra, o direito, a geografia, fracione o seu tempo de estudo em sessões bastante curtas: meia hora, por exemplo, pra cada matéria, de forma a alternar o rever e o estudar com suficiente rapidez, após o primeiro estudo.

 

Procure também ter intervalos durante os estudos, por exemplo, pare por 10 minutos após uma hora de estudo. Vamos falar mais sobre isso ainda no curso.

 

Em resumo a Lei de Jost, no plano pratico, exprime-se dessa forma: é necessário fazer uma revisão de modo que a leitura precedente tenha ainda um traço claro, mas, por outro lado, tardia de modo que a revisão não represente um esforço supérfluo.

 

EXERCICIO Nº 30

 

Fixe pelo método das associações de imagens, a lista das 20 palavras seguintes:

 

carro camisa leiteira avião carvão
óculos leão remo chocolate montanha
arvore cofre rei balança sino
cordel calçada jornal garfo lâmpada

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