NUNCA MAIS PASSE RAIVA POR NÃO CONSEGUIR RESOLVER UM PROBLEMA COM O EXCEL - GARANTIDO!

UNIVERSIDADE DO VBA - Domine o VBA no Excel Criando Sistemas Completos - Passo a Passo - CLIQUE AQUI

Você está em: PrincipalTutoriaisHerbertgois : Memorizacao004
Quer receber novidades e e-books gratuitos?

FILTRO DE TUTORIAIS:


Curso Sobre a Memória

 

Você não gosta de uma matéria porque a aprende.
Você aprende a matéria porque gosta dela.
Se você quer começar a aprender uma matéria,
comece por aprender a gostar dela.

WILLIAN DOUGLAS

 

REFLEXO CONDICIONADO

 

Antes de retomarmos ao assunto Reflexo Condicionado gostaria de sugerir que você relesse os três tutoriais anteriores e refizesse os exercícios números 2, 3, 7 e 9.

 

Agora que você já revisou o conteúdo estudado até aqui vamos retornar ao assunto Reflexo Condicionado.

 

Foi o russo Pavlov que mostrou que o cérebro, como o resto do nosso organismo, possui reflexos.

 

Sabe o que é um reflexo corrente? Por exemplo, ao tocar inadvertidamente num prato quente, a mão retrai-se instantânea e abruptamente, sem que a sua vontade tenha tido oportunidade de intervir no comando desse gesto.

 

O reflexo é, portanto uma reação motora (de movimento) a uma influência sensitiva (de sensação). A sensação de picada provoca um movimento de recuo por parte do membro picado. Estes reflexos explicam-se por ligações diretas realizadas pelas fibras nervosas entre zonas sensíveis e os músculos motores.

 

Pavlov introduziu e fixou na goela de um cão uma fístula colocada no orifício do canal das glândulas salivares de maneira a poder medir a produção de saliva destas glândulas.

 

Nos dias seguintes ele dava um assobio e após alguns instantes dava um pedaço de carne ao cão, o que provocava no animal a salivação.

 

Após 15 dias de repetição deste ato, assobiou, mas não deu a carne, mas a saliva se produziu igualmente. Tudo se passava como se o assobio se tivesse tornado para cão o excitante da produção de saliva.

 

Dizemos que o assobio se tornou um “excitante condicionador” e a produção de saliva um “reflexo condicionado” pelo assobio. Este reflexo é um reflexo adquirido, não inato.

 

Pavlov multiplicou as experiências deste gênero e constatou que estes reflexos condicionados são muito fáceis de estabelecer no homem.

 

Da mesma maneira, o cheiro de um bom cozinhado provoca no homem uma secreção de saliva na boca e de suco gástrico no estômago.

 

Se o som de um sino anuncia à hora do almoço, o seu som desperta automaticamente uma sensação de fome.

 

O importante pra nós é sabermos utilizar o Reflexo Condicionado a nosso favor, mas como?

 

Se precisarmos estudar para uma prova, separamos um tempo para o estudo diariamente. Sempre no mesmo horário e local. Procure usar a mesma mesa, cadeira, iluminação, procure criar as mesmas circunstancias de estudo para todos os dias, atente para os detalhes.

 

Assim nosso cérebro sempre naquele horário e local usará se estimulará mais rápido e facilmente através do Reflexo Condicionado.

 

Nosso estudo pode render muito, com pouco tempo. Na verdade, pela minha experiência o tempo de estudo não é o mais importante e sim a qualidade do mesmo.

 

Já vi pessoas que estudavam por cinco horas seguidas e que tinham um rendimento muito baixo, inferior a uma hora, enquanto que pessoas que estudavam por uma hora tinham um alto rendimento. Lógico que essa mesma pessoa que estudava uma hora poderia tem um rendimento muito maior se estudasse às cinco horas, mas nem sempre dispomos de tanto tempo para o estudo, temos outras diversas tarefas que necessitam de nossa atenção, e se podemos render mais com menos tempo podemos utilizar do tempo restante para outras tarefas.

 

Utilize do Reflexo Condicionado para seus estudos, faça um teste. Para render mais nos estudos vamos utilizar o Reflexo Condicionado também.

 

O PROCESSO NORMAL DE MEMORIZAÇÃO

 

Os três fatores que antecedem o registro de idéias, fatos ou elementos, são:

  1. Impressão
  2. Associação
  3. Representação

É nesta ordem que se torna necessário pô-los em ação.

 

Se omitir um destes fatores isso não significa que seja incapaz de reter ou fixar. Mas sempre que deseje fixar qualquer coisa, é indispensável seguir o processo normal e completo: impressão, associação e repetição.

 

É o que explica, por exemplo, a fixação do nome de certa pessoa que encontramos numa reunião, enquanto não lembramos do nome de uma outra pessoa presente na mesma reunião e que conhecemos. Verifica-se que concedemos uma atenção suficiente à pessoa (impressão), provavelmente estabeleceu no seu espírito(consciente ou inconscientemente) certas associações alusivas, e o seu nome foi mencionado várias vezes (ou você mesmo o repetiu, para si próprio).

 

No segundo caso, não se prestou atenção suficiente (uma impressão deficiente) ou não realizou associação alguma ou não ouviu ou repetiu o seu nome.

 

As condições de registro diferentes correspondem intensidades de lembrança diferentes.

 

1 - FIXE BEM AS IMPRESSOES

 

Vamos ver agora como fixamos as lembranças corretamente:

 

A) Tenha intenção e preste atenção

 

A primeira condição para fixar bem as impressões é o querer.

 

Para isso, é necessário ter um interesse verdadeiro pela pessoa ou pela noção do que pretendemos lembrar. Sentiremos sempre grande dificuldade em fixar a atenção sobre uma coisa que não nos interessa. É por esta razão que não conseguimos lembrar-nos do nome de pessoas que já encontramos em certas ocasiões mas que não nos interessaram realmente.

 

Do mesmo modo, se não temos a previa intenção de vir a lembrar de qualquer coisa, corremos o risco de não prestar atenção suficiente. Isto explica o porquê da grande dificuldade em evocar determinadas coisas que vimos anteriormente, mas de que não tivemos a intenção de lembrar posteriormente. Exemplo: quantas pessoas havia ontem na pastelaria que você foi? Ou padaria? Açougue? Você entendeu a pergunta.

 

É o próprio Freud - o pai da Psicanálise - que nos ensina esta regra:

 

“A intenção é fator essencial para toda a recordação e para todo o esquecimento”.

 

Lembrarmos das coisas que temos interesse em recordar posteriormente e esqueceremos o temos (nós ou o nosso inconsciente) intenção de esquecer.

 

Em termos mais simples, a regra de freud diz para nós, no plano prático, desta isto:

 

Para reter qualquer coisa, é necessário querê-lo conscientemente.

 

Para se dispor de uma boa memória é indispensável fixar convenientemente a atenção, treinando-se no sentido de não se deixar distrair o espírito. É o que nós designamos por “concentração”.

 

É por isso que já lhe recomendamos exercícios de concentração. Este tipo de exercício, ainda que não ponham a memória em ação, contribuem largamente para o bom funcionamento desta.

 

Não esqueça, pois, a seguinte regra:

 

Para fixar bem as impressões, é necessário saber concentrar-se.

 

Se marcar uma peça de metal com uma punção, a marca será tanto mais profunda quanto mais forte tiver sido a pancada. Acontece o mesmo com a memória. Uma imagem será tanto melhor fixada quanto mais forte e intensa tiver sido a impressão. Se tiver um dia visto um avião despedaçar-se no solo em chamas jamais esquecerá. Se vir uma pessoa a afogar-se, sem que lhe possa prestar socorro, jamais o esquecerá. É o motivo por que se torna necessário tentar associar a imagens fortes as noções de que não queremos esquecer-nos.

 

Suponhamos, por exemplo, que um dos seus clientes mais importantes lhe pede para telefonar no próximo sábado, depois do jantar. Indicar-lhe-emos como ajudar a sua memória relativamente a tal telefonema. Mas, para já, é necessário saber que elimina os riscos do esquecimento se, mentalmente, associar a chamada telefônica a uma imagem forte. Imagine-se, durante um instante, prestes a telefonar ao seu cliente e “veja-o” em vias de assinar o cheque para liquidação de uma encomenda. Inversamente, imagine o seu cliente, colérico, prestes a expulsá-lo do seu escritório, censurando-o por ter esquecido o telefonema combinado. Tudo isso lhe toma apenas alguns segundos, e, no entanto, estas associações de imagens, tão simples, podem melhorar-lhe a memória, sem esforço penoso da sua parte.

 

Mais adiante lhe explicaremos como é que o método das associações de imagens lhe podem prestar serviços consideráveis em todos os domínios onde a sua memória se exerce. A regra que acabamos de expor explica por que interessa, sempre, utilizar imagens mentais fortes e até esquisitas, porque o que é forte ou esquisito fica mais bem gravado na memória.

 

Lembre-se, pois desta regra:

 

Pra facilitar a recordação ou lembrança, crie imagens fortes

 

No próximo tutorial estudaremos sobre a observação.

 

 

Vamos aos exercícios:

 

EXERCICIO Nº 13

 

Reveja como fez em relação ao Exercício nº 3, o mesmo dia da semana anterior. Se fizer este exercício numa quarta-feira, por exemplo, deve tentar reconstituir, tão completamente quanto possível o que fez durante a última quarta-feira.

 

EXERCICIO Nº 14

 

Será capaz de escrever as 4 regras de higiene do cérebro enunciadas na lição nº 2?

 

EXERCICIO Nº 15

 

Lembra-se dos 4 versos aprendidos na lição 3? Recite-os.

Se não conseguir fazê-lo perfeitamente, releia-os várias vezes, recite-os.

 

EXERCICIO Nº 16

 

Faça novamente o exercício das prateleiras cerebrais, mas, desta vez, mude os seus três assuntos de concentração.

 

EXERCICIO Nº 17

 

Faça novamente o exercício 4, mas com outra coisa: tire uma roupa do armário, por exemplo, ou, melhor: pense em fazer qualquer coisa determinada: por exemplo, pense em telefonar a um amigo, amanhã, antes de jantar, ou em ir ao farmacêutico após o seu dia de trabalho. Tente aplicar o método preconizado das “imagens fortes”. Por exemplo, imagine-se à noite, em casa, torturado pela dor por ter se esquecido de passar pelo farmacêutico ou, então, imagine-o a fazer violenta censuras, etc..

 

EXERCICIO Nº 18

 

Escolha uma obra difícil, de um autor conhecido pelo seu estilo árido e abstrato (por exemplo, Pascal, Descartes ou Proust, dos quais existem obras nas coleções de bolso). Comece-a, lendo no princípio uma dezena de frases. Depois, retome cada frase, não passando a seguinte sem ter penetrado profundamente no sentido do que lê. Se lhe for necessário, recorra a um dicionário. Avance todos os dias uma dezena de frases, relendo as páginas dos dias anteriores. Ao fim de uma semana coloque por escrito aquilo que fixou. É um dos melhores exercício de desenvolvimento da sua capacidade mental.


Confira todos os artigos de Memorização:

Quer receber novidades e e-books gratuitos?

Cursos Online

  • Banco de Dados
  • Carreira
  • Criação/Web
  • Excel/Projetos
  • Formação
  • + Todas as categorias
  • Contato: Telefone: (51) 3717-3796 | E-mail: webmaster@juliobattisti.com.br | Whatsapp: (51) 99627-3434

    Júlio Battisti Livros e Cursos Ltda | CNPJ: 08.916.484/0001-25 | Rua Vereador Ivo Cláudio Weigel, 537 - Universitário, Santa Cruz do Sul/RS, CEP: 96816-208

    Todos os direitos reservados, Júlio Battisti 2001-2020 ®

    [LIVRO]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO EXCEL 2010 - PASSO-A-PASSO

    APRENDA COM JULIO BATTISTI - 1124 PÁGINAS: CLIQUE AQUI