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FILTRO DE TUTORIAIS:




Curso de Memorização – Parte 1

 

O saber é…, apenas memória

Platão

 

Esta é a primeira parte de uma série de tutoriais sobre a memoria. Nesta série de tutoriais você aprenderá sobre o funcionamento do cérebro, concentração, observação, a memorizar imagens, nomes e feições, compromissos, trechos músicais, poesias, versos, discursos, números e fórmulas. Aprenderá também sobre como otimizar o estudo, fixar o que lê, a ortografia, aprender idiomas, em resumo após compreender melhor o funcionamento do cérebro você será apresentado a uma série de técnicas que o ajudarão nas mais diversas tarefas do seu dia-a-dia.

 

Além disso, teremos lições especiais que o ajudarão a estudar matérias especificas como história, geografia e matemática e técnicas que o ajudarão a fazer calculos mentais. Apresentaremos também algumas “brincadeiras” que serão de grande valia ao ajuda-lo a ter mais confiança em sua memória. Mas fica a pergunta:

 

VALE A PENA GASTAR TEMPO COM ESTE ASSUNTO?

 

Para responder está pergunta, vou contar a história de um vigoroso lenhador que em um dia conseguiu derrubar 70 árvores, ao passo que o recorde era de 72 árvores. No dia seguinte, querendo entrar para a história, acordou um pouco mais cedo, trabalhou duro e ao final do dia tinha derrubado 68 árvores. No dia imediato, acordou ainda mais cedo, esforçou-se ainda mais, almoçou correndo e cortou apenas 60 árvores. Assim desgostoso e desolado, sentou-se à beira do refeitório. Um velho lenhador, já sem vigor fisico mas experiente, ficou com pena do jovem e, chegando ao seu lado, perguntou: - Meu filho, quanto tempo você separou para afiar o machado?

 

Para completar tente responder as perguntas abaixo:

  • Falta tempo para estudar? Falta concentração?
  • Você já estudou alguma coisa durante muito tempo e ao final pareceu que não aprendeu nem fixou nada ou quase nada?
  • Você já fez uma prova e no dia seguinte não se recordava de mais nada da matéria?
  • Você gostaria de ter mais tempo para descansar e se divertir?

Combinando equilibradamente as técnicas com a sua memória, você terá ao seu dispor um utensílio extraordinário, na sua vida profissional ou escolar. Poderá acumular conhecimentos e utilizar em seu benefício a superioridade que você irá adquirir graças ao seu treino e à formação da sua memória.

 

Qualquer que seja a sua idade, poderá sempre dizer que dispõe de uma memória mais flexível e fiel e estará sempre aumentando seu valor pessoal.

 

Lembre-se : quanto mais utilizar sua memória, mais fiel ela lhe será.

 

Todos se apercebem da importância da memória, quer na vida corrente quer na vida profissional. Na maioria das profissões a memória é um utensílio precioso. Os que se beneficiam de uma memória melhor que a média, dispõem portanto de um trunfo importante. Todavia, se existem “memórias excepcionalmente boas”, há efetivamente poucas que sejam verdadeiramente más.

 

Com efeito, todos nós temos memória. E se declaramos espontâneamente que temos uma “má memória”, é simplesmente porque não a utilizamos convenientemente. Todos nós retemos um certo número de idéias, de fatos, de dados. Felizmente, aliás, caso contrario, a vida seria impossível.

 

Qual é então o motivo por que nós retemos o nome de certas pessoas e não de outras pessoas? qual é então o motivo por que nós fixamos determinados encontros, enquanto que necessitamos de anotação na agenda para outros casos? e, em geral, por que é que registramos na memória certos dados e esquecemos outros?

 

A resposta é simples: quando nós retemos bem qualquer coisa, é porque nós praticamos, conscientemente ou inconscientemente, um processo de memorização eficaz. Quando não fixamos qualquer coisa é porque o processo de memorização não foi seguido corretamente.

 

Para tirarmos partido da nossa memória não é inútil conhecer alguns príncipios essenciais do funcionamento do cérebro bem como a sua estrutura. Vamos pois a um pouco de teoria.

 

Durante muito tempo imaginou-se que a memória era comparável a um ficheiro enorme, no qual se armazenavam os conhecimentos, informações, dados, etc.. Ao apoiar esta concepção notava-se que, em algumas doenças mentais, se perde a lembrança de um certo número de noções, como se algumas das fichas do ficheiro tivessem sido destruídas.

 

Do mesmo modo, verificamos que a recordação enfraquece frequentemente com o tempo, tinha-se a impressão de que as coisas se passavam como se a tinta utilizada para o registro das fichas se desvanecesse, pouco a pouco, até se tornar invisível.

 

De fato, sabe-se, hoje, que as lembranças ficam gravadas na memória praticamente por toda a vida. As fichas ficam lá: não são destruidas. O que nos falta é a capacidade para as reencontrar ou ler. As fichas encontram-se, portanto, na memória, mas já não somos capazes de as ler. Já reparou que algumas pessoas mais idosas conseguem lembrar de fatos que aconteçeram com elas na infancia que quando em fase adulta não lembravam? Isso prova que as informações estavam lá.

 

Tudo isto é apenas uma imagem, evidentemente.

 

O cérebro humano possui cerca de 10 bilhões de neurônios, que são as células nervosas do nosso organismo que apresentam maior complexidade e estrutura funcional.

 

O contato que ocorre entre dois neurônios é chamado de Sinapse.

 

Dentritos são ramificações dos neurônios, semelhantes a galhos, que podem receber e transmitir informações através dos quais os neurônios se conectam, formando a sinapse. Para que as informações se movimentes existem os axônios, que servem como “cabos elétricos”. Estes cabos são cobertos por uma substância chamada de mielina, que serve para isolar a informação a fim de tornar mais eficiente sua transmissão.

 

 

A regra é que cada neurônio possui um axônio e vários dentritos. O axônio se liga ao dentrito de um outro neurônio. Da mesma forma, os vários dentritos do neurônio conectam-se com axônios de outros neurônios. O conjunto forma uma extraordinária rede (a rede neural), capaz de armazenar, transmitir e associar informações e conhecimento.

 

 

O importante é que, para a procura da lembrança, o funcionamento do cérebro é essencial. Sabemos que é o cérebro que permite classificá-las e reencontrá-las. É o que explica o grande psicólogo Bergson, nesta frase: “O cérebro condiciona o exercício da memória, mas não a encerra”. Se fizemos esta incursão no domínio psicológico teórico foi simplesmente para o ajudar a penetrar bem na idéia seguinte:

 

Se o cérebro condiciona o exercício da memória, isso tem por consequência que a memória é uma função do cérebro e que, como todas as funções cerebrais, é susceptível de se treinar, de se desenvolver. O cérebro não contém a “memória”, conforme diz Bergson, não existem “bons recipientes” e “maus recipientes”. É a maneira pela qual a memória é exercitada, treinada, que varia de individuo para individuo.

 

O cérebro funciona como qualquer órgão do nosso corpo e, para funcionar corretamente, é bom assegurar-lhe uma certa higiene que estudaremos proximamente. É necessário também mantê-lo em atividade se não desejamos deixá-lo “enferruja-se”. Esse é, precisamente, o objetivo deste Curso.

 

VOCÊ PODE MELHORAR CONSIDERALVELMENTE A SUA MEMÓRIA

 

O que acabamos de ver resulta que se conhecermos bem o processo de memorização podemos aplicá-lo aos dados que quisermos fixar.

 

Assim como a ginástica do corpo desenvolve e fortifica os músculos, também os exercícios deste curso desenvolverão e fortificarão a sua memória.

 

Mas para desenvolver um músculo é importante aplicar determinados princípios que farão com que o seu esforço tenha um resultado máximo com um mínimo de energia.

 

Na memória as coisas passam-se do mesmo modo. Não é oprimindo a memória, fazendo-a funcionar de qualquer maneira, que se chega a um bom resultado.

 

Neste curso você vai descobrir pouco e pouco, as técnicas que lhe permitirão obter resultados extraordinários sem fadiga inútil. Você aprenderá a fazer funcionar a sua memória “docemente”, e ficará maravilhado, verificando que ela se torna cada vez mais segura, cada vez mais fiel.

 

Aplique as técnicas que lhe iremos ensinar e ficará com uma excelente memória. É o que resumimos pela fórmula seguinte:

 

BOAS TÉCNICAS = BOA MEMÓRIA

 

E eis terminada esta primeira lição. Não se deixe arrastar pela idéia de empreender o estudo da segunda lição. Faça o Exercício-Teste nº 1 e fixe, desta primeira lição, os príncipios seguintes:

  1. Todos possuem memória.
  2. A memória é uma função do cérebro.
  3. O cérebro funciona como os outros órgãos.
  4. Boas técnicas de funcionamento = Boa memória.

EXERCÍCIO – TESTE Nº 1

 

Eis um quadro com objetos. Observe-o atentamente durante 2 minutos. Depois, esconda-o e inscreva seguidamente os objetos que lembrar em no máximo 1 minuto. Conte os nomes de que se lembrou.

 

Anote o resultado.

 

Conserve esta folha a fim de comparar o seu resultado de hoje com aquele que conseguirá dentro de algum tempo com um exercício semelhante.

 

De qualquer modo segue o que deve se concluir deste teste:

 

Se tiver fixado menos de 10 nomes a sua memória é claramente insuficiente. Se reteve 10 a 15, você encontra-se numa média boa. Se tiver fixado de 16 a 18, é muito bom. Se reteve 19 ou 20, é excepcional. Bravo!

 


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