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Photoshop Básico

Lição n° 03


Organizando o ambiente de trabalho

 

Na primeira lição vimos conceitos básicos do Photoshop. Na segunda vimos a ferramenta de zoom, o navegador e os modos de visualização. Dando continuidade, vou abordar neste tutorial o uso de outras ferramentas básicas e a organização das janelas e paletas do Photoshop.

 

Como eu havia prometido na lição anterior, uma ferramenta bastante útil que vou ensinar agora é a ferramenta MÃO, também chamada por muitos de mãozinha. Esta é uma ferramenta bem prática que permite empurrarmos uma imagem pra um lado e pra outro de modo que fique mais fácil trabalhar com ela.

 

Para selecionar a ferramenta mão, basta clicar na figura da mão que fica na caixa de ferramentas. Mas a melhor maneira de se fazer isso é apertando a barra de espaços do teclado. Enquanto essa tecla permanecer apertada, você será capaz de ver a figura da mão em lugar do cursor do mouse, o que significa que esta ferramenta está ativa. Daí basta arrastar a imagem para a posição que você quiser. Isto lembra bastante o que vimos no outro tutorial quando foi ensinado o uso do navegador.

 

Algo que melhorou bastante a partir da versão 8 do Photoshop é que no modo de tela cheia podemos arrastar uma imagem para qualquer canto da tela, coisa que não acontecia nas outras versões. Até a versão 7 as imagens ficavam meio que “travadas” na tela. Este novo recurso permite, por exemplo, que você posicione a borda da imagem bem no centro da tela, ou numa posição mais confortável de se trabalhar, sem que tenha de fechar as paletas. Isto é muito interessante quando precisamos fazer retoques ou restaurar fotografias antigas, já que elas geralmente começam a se deteriorar pelas bordas. Mas lembre-se: para que a imagem fique solta na tela, é preciso ativar o modo de tela cheia primeiro. Este é o motivo pelo qual mencionei anteriormente que é preferível trabalhar em tela cheia a trabalhar com a imagem maximizada. Relembrando a lição 02, você pode fazer isto apertando a tecla F do teclado.

 

 

Redefinindo Locais de Paleta

 

Já que falamos de paletas, provavelmente você já fechou algumas delas. Talvez não se lembre ou não saiba como colocá-las de volta. No menu JANELA temos várias opções: ações, amostras, camadas, canais, etc. As mais utilizadas são sem dúvida essas de cor, amostras, navegador e histórico. Cor e navegador são as principais no início. Futuramente você vai trabalhar também com camadas, canais e demarcadores.


Para restaurar a posição original das paletas, basta clicar no menu JANELA / Espaço de trabalho / Redefinir Locais de Paleta. Veja as figuras abaixo:

 

 

 

 

Você pode também com o passar do tempo salvar perfis de espaço de trabalho, cada um com um nome que você especificar e já com o arsenal de ferramentas mais adequado a cada situação. Pode por exemplo criar uma definição voltada para criações artísticas, outra para trabalhos com fotografias e outra para trabalhos da web. Basta entrar nos mesmos menus e escolher a opção de salvar espaço de trabalho.

 

Paleta de cor

 

Agora sim você com certeza está vendo as paletas que vou mencionar aqui. Comecemos então pela paleta de Cor, que ainda não estudamos. Nela você tem três controles deslizantes: R, G e B, que são os três canais de cores para uma imagem na tela. Essas três letras indicam Red, Green e Blue, que são os canais Vermelho, Verde e Azul, respectivamente, como num tubo de televisão. Cada um desses três componentes pode variar de intensidade numa escala de 0 a 255, e a mistura deles resulta numa cor cujo total de combinações ultrapassa a casa dos 16 milhões de cores! Se você olhar bem de perto seu monitor, poderá perceber uma série de minúsculos pontos nestas três cores. Com a ajuda de uma lente ou de uma gota d’água fica mais fácil enxergar. Só por favor, não vá cuspir no seu monitor...

 

 

O padrão RGB não é tão intuitivo quanto a mistura de cor que podemos experimentar usando materiais como tinta guache, lápis de cor ou qualquer uma daquelas tintas que temos acesso mais facilmente, onde vermelho + amarelo = laranja, amarelo + azul = verde, etc... No RGB, vermelho + verde dá amarelo, por exemplo. A explicação técnica para a obtenção das tonalidades está na Física, onde a soma de todas as faixas do espectro resulta em luz branca, e a ausência delas resulta em preto (ausência de luz). Mas o que você precisa saber por enquanto é que o modo RGB é mais adequado para trabalhos voltados à exibição, como a Internet, por exemplo.

 

Já o sistema de pigmentos é análogo a um outro sistema de cores chamado CMYK (Ciano, Magenta, Yellow e blacK). Este é mais usado quando preparamos material a ser impresso, para termos um controle maior dos canais, ou então quando pretendemos gerar fotolitos.

 

Existem livros específicos só sobre este assunto, caso você deseje se aprofundar. Ficaremos apenas com a paleta de cores e com o uso do espectro e das barras deslizantes. Para selecionar uma cor pronta, basta clicar em cima de algum ponto do espectro. E para misturar manualmente, basta controlar o nível dos canais.

 

Outra maneira de selecionar as cores é clicando na aba AMOSTRAS, que vem logo após a aba Cor. Nas amostras temos vários quadrados, cada um representando uma cor. Em trabalhos onde há a imposição de um limite de cores é melhor usar as amostras. Nesta aba podemos também especificar que tipo de paleta de cores nós iremos usar.

 

 

Clicando no botão redondo com seta podemos selecionar paletas como TRUMATCH, FOCOLTONE, ANPA, PANTONE, Cores para a Web, entre outras. Se você estiver fazendo um trabalho sob encomenda, onde a pessoa lhe informa as cores desejadas, talvez você queira visualiza-las como uma lista de nomes ao invés de quadrados. Para isto clique no botão redondo e escolha a opção Lista Pequena. Você vai descobrir que existem cores com nomes bem curiosos, como “Verde-Ervilha Claro”, “Marrom Frio Pálido” e “Vermelho-Magenta Mais Escuro”. Pode parecer estranho, mas é mais fácil decorar nomes como esses do que decorar valores RGB.

 

 

Organizando Janelas

 

Por padrão, o Photoshop abre as imagens em modo cascata. Isto significa que quando queremos abrir várias imagens de uma só vez, elas ficam empilhadas umas sobre as outras, facilitando a visualização da imagem de cima, embora impedindo a visualização das demais. Mesmo que as janelas já tenham sido movidas da posição original, podemos voltar a esta arrumação seguindo o menu Janela / Organizar / EM CASCATA.

 

 

Imediatamente as janelas das imagens ficam empilhadas. Assim:

 

 

E se quisermos organizar as janelas uma ao lado da outra, de modo a enxergar todas elas mas sem ter de ficar emparelhando manualmente, basta selecionar no mesmo menu Janela a opção LADO A LADO. Veja:

 

 

Podemos também fazer com que as diversas imagens fiquem com a mesma proporção de zoom e enquadradas na mesma região. Este é um recurso interessante quando precisamos trabalhar com imagens parecidas e queremos comparar uma com a outra. Um bom exemplo dessa aplicação seria um teste de cores para um layout de site, cada janela com uma combinação de cores diferente. Numa próxima lição usarei esta idéia, e você vai lembrar do que acabou de aprender. No momento, vou usar as mesmas imagens que já estavam abertas. Mas antes, darei um zoom e enquadramento na primeira foto. Pronto. É exatamente o mesmo conjunto de fotos do exemplo anterior, só que agora a primeira está mais aproximada e mais enquadrada. Observe:

 

 

Repare que por enquanto nada aconteceu com as outras que estavam abertas lado a lado. Entro então em Janela / Organizar / Corresponder Zoom e Local. Veja o que acontece:

 

 

 

Resumo

 

Conhecer o ambiente de trabalho do Photoshop e aprender como mantê-lo organizado é como conhecer e organizar sua própria mesa de trabalho. Sabendo onde fica cada ferramenta e como aproveitar melhor seu espaço, seu trabalho se tornará muito mais produtivo. A partir da próxima lição você verá um pouco mais das ferramentas e como as utilizamos para criar nossos primeiros trabalhos artísticos no Photoshop.

 

Até já...

Bons estudos

 

Cristiano Galvão

cristiano@galvao.pro.br

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