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Guardando dados em memória

 

Objetivos:

 

Mostrar como o PHP armazena dados na memória e como manipula estes dados.

 

Pré-requisitos:

 

Ter estudados os artigos anteriores ou ter alguma experiência com PHP.

 

Nota: Este tutorial faz parte do Curso: PHP & MySQL.

 

Comentando a gente se entende

 

Sempre que voltamos a trabalhar em um script que foi criado por nós mesmos a algum tempo, temos uma certa dificuldade em entender aquelas linhas de código. Por isso é sempre útil fazer um código o mais claro possível e além disso utilizar uma ferramenta simples mais muito importante: O comentário.

 

O PHP tem algumas formas de permitir comentários no código do script digitado. Os símbolos que podem ser usados são os seguintes:

 

» //

» #

» /* <comentário> */

 

O //   permite que o interpretador do PHP ignore tudo que estiver a direita deste símbolo. O # funciona da mesma forma. Ambos são chamados de comentários de uma única linha. Quando desejamos comentar mais de uma linha utilizamos o /* e */.

 

Daqui em diante todas as vezes que você ver um código fonte nos nossos artigos eles estarão comentados para que desta forma seja mais fácil o seu entendimento.

 

Guardando informações na memória

 

Uma forma que temos de armazenar informações em um computador e na memória dele. Fazemos isso em PHP utilizando-nos de variáveis. Variáveis são locais onde as informações ficam armazenadas para que possam ser acessadas posteriormente dentro de um script. Mas como recuperamos os dados armazenados em uma variável?

 

Uma variável tem que ter um nome, o nome da variável  é composto por letras, números e pelo caractere _ (underscore). O nome da variável deve sempre ser precedido pelo símbolo $.

 

Veja alguns exemplos de nomes de variáveis:

 

» $nome_do_aluno

» $codigo_do_produto

» $cpf

» $1234

 

Nomes de variáveis devem ser claros e objetivos. Iremos adotar a seguinte forma de escrever nome de variáveis:

 

» Os nomes devem sempre começar com letras minúsculas.

» Caso seja composto por mais de uma palavra a primeira letra de cada palavra, a partir da segunda, deve ser estar em maiúsculos.

 

Veja exemplos:

 

» $nomeAluno

» $codigoProduto

» $cpf

 

Para utilizar uma variável em um programa basta que você a declare  e atribua a ela um valor.

 

O código abaixo ilustra a utilização de variáveis.

 

Fig. 1 - script3.php

 

Para baixar o código fonte vá até a seguinte página:

 

http://www.showy.com.br/~tutorial/artigos/phpbasico/4/script3.zip

 

Da linha 1 a 6 temos códigos HTML e linhas em branco que servem para dar maior clareza ao código da página.

 

Na linha 7 temos a tag que indica que iniciaremos a partir daí a escrever o código PHP.

 

Na linha 9 abrimos um comentário de múltiplas linhas com os símbolos /* quer será fechado na linha 17 com os símbolos */. A partir deste código utilizaremos este padrão para iniciar todo o código digitado.

 

Na linha 19 explicamos resumidamente o que o bloco seguinte de linhas fará, utilizando um indicador de comentário de linha //.

 

Na linha 20 declaramos a variável $nome e atribuímos a ela a string “Pedro”.

 

Na linha 21 declaramos a variável $sobrenome e atribuímos a ela a string “Malazarte”.

 

Na linha 22 declaramos a variável $enderecoResidencial e atribuímos a ela a string “Sítio do Pica Pau Amarelo”.

 

Na linha 23 declaramos a variável $enderecoComercial e atribuímos a ela a string “Projac”.

 

Na linha 25 novamente usamos um comentário de linha para identificar parte do código.

 

Na linha 27 encerramos a área de digitação de código PHP.

 

Da linha 29 a 34 misturamos código HTML com código em PHP, preste bastante atenção como utilizamos esta mistura. Através dela imprimimos os valores das variáveis declaradas entre as linhas 20 e 23.

 

Da linha 35 em diante fechamos o código HTML.

 

Veja o resultado deste script no navegador:

 

Fig. 2 - Resultado do script3.php

 

Para ver o resultado na Web cliqe no link abaixo:

 

http://www.showy.com.br/~tutorial/artigos/phpbasico/4/script3.php

 

Veja o resultado do script verificando como ficou o código fonte da página enviada ao navegador:

 

Fig. 3 - Código fonte da página gerada pelo script3.php

 

A partir do próximo script estaremos mostrando apenas o código fonte dele e o resultado dele no navegador.

 

Alguns truques com variáveis

 

Um nome de uma variável pode estar armazenado dentro de uma variável. E armazenado lá, poderemos imprimir o centeúdo da variável “armazenador” ou o conteúdo da variável que tem o nome armazenado.

 

Isto é muito útil. E iremos ver isto na prática em futuros artigos. Veja abaixo a aplicação desta técnica de forma bem simples em um script.

 

Fig. 4 - Primeira parte do script4.php

 

Na linha 23 declaramos a variável $carro e atribuímos a ela a string “Ferrari”.

 

Na linha 24 declaramos a variável $moto e atribuímos a ela a string “Amazonas”.

 

Na linha 27 enviamos para o navegador a string “Carro: “.

 

Na linha 28 enviamos para o navegador o conteúdo da variável $carro, ou seja, a string “Ferrari”.

 

Na linha 29 enviamos para o navegador a string “<P>”.

 

Na linha 30 enviamos para o navegador a string “Moto: “.

 

Na linha 31 enviamos para o navegador o conteúdo da variável $moto, ou seja, a string “Amazonas”.

 

Na linha 32 enviamos para o navegador a string “<P>”.

 

Até aqui não temos tido novidades. Tudo permanece nos exemplos anteriores.

 

Fig. 5 - Segunda parte do script4.php

 

Nesta segunda parte do código começamos a brincar com as variáveis.

 

Na linha 35 declaramos a variável $veiculoAutomotor e atribuímos a ela a string “carro”.

 

Na linha 38 enviamos ao navegador a string “Veículo Automotor: “.

 

Na linha 39 enviamos o conteúdo da variável $veiculoAutomotor, ou seja, a string “carro”.

 

Na linha 40 enviamos ao navegador a string “<P>”.

 

Na linha 43 enviamos ao navegador a string “Veículo Automotor: “.

 

Na linha 44 enviamos ao navegador a variável $$veiculoAutomotor. Isto é semelhante a enviarmos o conteúdo da variável $veiculoAutomotor precedido de $, ou seja, $carro. $carro é uma variável declarada na linha 23 que tem em seu conteúdo a string “Ferrari”.

 

Desta forma o que é enviado ao navegador é a string “Ferrari”.

 

Linhas semelhantes a linha 45 não será mais explicada para que evitemos perda de tempo. Já deve estar claro para o estudante,  neste momento, que esta linha envia a string “<P>”, ou seja, envia para o navegador o que estiver entre as aspas duplas.

 

A linha 48 atribui a variável $veiculoAutomotor a string “moto”.

 

A linha 52 envia ao navegador o conteúdo da variável $veiculoAutomotor, ou seja, a string “moto”.

 

Na linha 57 vemos a repetição do que ocorreu na linha 44. O PHP envia para o navegador o conteúdo da variável $veiculoAutomotor precedido de $, ou seja, a variável $moto que contém a string “Amazonas”.

 

Fig. 6 - Terceira parte do script4.php

 

Neste último trecho de código podemos verificar outras formas de enviar para o navegador o conteúdo de variáveis.

 

A linha 61 envia o conteúdo da variável $veiculoAutomotor e não a string “$veiculoAutomotor” como poderíamos imaginar.

 

Já a linha 63 envia o conteúdo da variável $veiculoAutomotor precedido de $ e novamente engana-se quem acha que será enviado o conteúdo da variável $moto. Nesta linha o que de fato é enviado é uma string, a string “$moto”.

 

Para que tenhamos o mesmo efeito obtido nas linhas 44 e 57 devemos usar do artifício mostrado na linha 65. Colocarmos entre colchetes a variável $veiculoAutomotor.

 

Para baixar o código fonte clique no link abaixo:

 

http://www.showy.com.br/~tutorial/artigos/phpbasico/4/script4.zip

 

Veja abaixo o resultado do script na tela do navegador:

 

Fig. 7 - O resultado do script4.php

 

Para ver o resultado do script4.php no seu navegador. Clique no link abaixo:

 

http://www.showy.com.br/~tutorial/artigos/phpbasico/4/script4.php

 

No próximo artigo ainda iremos tratar mais sobre variáveis. Mas por enquanto ficamos por aqui.

 

Aguardo suas dúvidas, reclamações no e-mail rivasalmir@gmail.com.

 

Abraços,

 

Almir Rivas

rivasalmir@gmail.com

 

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