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HISTÓRIA

 

A DESCOLONIZAÇÃO DA ÁFRICA E DO MUNDO ÁRABE

 

Objetivo

 

Nesta lição  será abordado como foi a descolonização no continente africano, quais os países que conseguiram a independência política. Como a influência dos países europeus afetou as nações africanas. Como exemplo o fato de colocar povos inimigos em um mesmo território, além da idéia  da supremacia dos povos brancos sobre os negros. Também como o mundo árabe conseguiu ter sua independência, além da guerra do Iraque para ter o poder sobre o petróleo.

 

DESCOLONIZAÇÃO DA ÁFRICA E DO MUNDO ÁRABE

 

A situação política no continente africano

 

No continente africano, a política das potências colonizadoras teve por base a transferência de funções administrativas para pessoas da própria região. Essas pessoas recebiam educação formal na Europa, onde entravam em contato com diversas correntes de pensamento político e filosófico. Surgiram, então, as elites coloniais que assumiram posições nacionalistas e desenvolveram um discurso de oposição as metrópoles.

 

O impacto da Segunda Guerra Mundial foi devastador, porque provocou uma reviravolta nas relações entre nações colonizadoras e povos dominados.

 

A exemplo da Ásia, a participação das colônias no conflito mundial valorizou ainda o sentimento de identidade nacional. Por outro lado, com o término da guerra, tanto a URSS quanto os EUA passaram a apoiar os movimentos de emancipação, na realidade estas nações queriam ampliar suas áreas de influência.

 

A colonização deixou marcas profundas no território e na população africana, cuja cultura foi agredida e modificada. A organização social foi destruída sem que as populações afetadas pudessem entender o modo de vida dos povos invasores.

 

A divisão do território foi feita segundo os interesses das potências colonizadoras que não respeitavam as diferenças étnicas, pois colocavam povos inimigos em um mesmo território. A ideologia da superioridade dos povos europeus serviu para criar em algumas regiões africanas rígidas e odiosa segregação racial.

 

O processo de descolonização foi mais acelerado no norte da África. Entre 1951 e 1956, tornaram-se independentes a Líbia, o Egito, o Sudão, o Marrocos e a Tunísia.

 

A resistência da França

 

Ao estabelecer seu império na África, os franceses desenvolveram uma política de cooperação das elites nativas, para assim terem maior facilidade em impor seus métodos de governar.

 

Em 1954, teve inicio a revolução argelina. A reação do governo francês a essa revolução foi bem violenta. Mesmo assim, a frente de libertação Nacional venceu em 1962. Foi criada então a República Democrática e Popular da Argélia, sob a presidência de Ahmed Bem Bella.

 

No centro-oeste africano, o Congo francês obteve a independência em 1960.

 

A Bélgica, que iniciou suas política colonial no século XIX com a conquista do Congo, resistiu fortemente ao movimento congolês de emancipação.

 

Em 1960, o país conquistou a independência com o nome de Republica do Congo. Seu primeiro presidente foi Patrice Lumumba que foi assassinado em 1961 por militares.

 

Em maio de 1997, tropas rebeldes liderados por Laurent-Désiré Kabila depuseram o ditador Mobutu, depois de oito meses de guerra civil. Em janeiro de 1998, o descontentamento provocado pelas medidas reacendeu a guerra civil e obrigou o presidente Kabila a prometer eleições em 1999.

 

O fim do império colonial português

 

Portugal por séculos teve influência no continente africano, mas com o passar do tempo a situação passou a mudar. Em 1974, a Revolução dos Cravos colocou fim ao Estado totalitário organizado durante o governo de Antonio Salazar em Portugal. A independência de Guiné-Bissau foi concedida em 1974 e, no ano seguinte, Moçambique conquistou sua autonomia.

 

Em Angola as coisas se complicaram. O novo governo de Portugal queria impor  um plano de descolonização. Iniciada em 1974, a guerra civil angolana continuaria por muito tempo. Em 1975, o país foi declarado independente, sob a presidência de Agostinho Neto.

 

Com a concessão da independência a Cabo Verde, São Tomé e príncipe, na África, e Timor, na Ásia, que acabou por ser ocupado pela Indonésia, teve fim o que restava do velho império colonial português.

 

O ódio na África do Sul

 

A África do Sul foi palco de uma das mais cruéis e sangrentas manifestações de divisão racial da história contemporânea.

 

A elite branca que comandava o país foi dura com a população local, em sua maioria negra. Racista e autoritário, o governo oficializou em 1948 o que já era prática antiga. Com isso surgiu a apartheid (separação). Isso obrigou as pessoas a viverem separadas. Negros de um lado e brancos do outro.

 

O líder negro Nelson Mandela foi condenado por ser contra a apartheid. Vinte e oito anos depois, em 1990, Mandela saiu da prisão consagrado como um dos maiores líderes mundiais. Assumiu o governo da África do Sul em 1994, com o fim do apartheid.

 

A DESCOLONIZAÇÃO DO MUNDO ÁRABE

 

Até o fim da primeira Guerra Mundial o Oriente Médio esteve sob a dominação do Império Otomano. A Síria e o Líbano ficaram sob o controle da França, enquanto a Palestina, a Transjordânia, o Iraque, o Egito e a Pérsia foram colocados sob domínio britânico.

 

Na região, judeus da Europa Oriental já começam a se instalar na Palestina. Em 1936 e 1939, eles entraram em guerra com as comunidades árabes ali existentes.

 

Os árabes reagiram, por entrarem em guerra contra o novo Estado. Israel, porém, estava mais preparado. Em janeiro de 1949, a guerra havia terminado com a vitória israelense.

 

Em 1922, o Egito tornou-se independente, sob regime monárquico. Em 1952, nesse ano um grupo de oficiais do exercito tomou o poder no Egito junto com o coronel Gamal Abdel Nasser.

 

Os principais prejudicados: Israel, Inglaterra e França. Em 29 de outubro Israel invadiu a península do Sinai. Ingleses e franceses ocuparam a região de Port-Said, na entrada do Canal de Suez. Como resultado, o conflito trouxe o fortalecimento da liderança de Nasser e da influência no mundo árabe.

 

União de Judeus e Árabes é possível?

 

A criação do estado de Israel nunca foi bem aceita pelos países árabes.Em 1964, vários líderes árabes criaram a Organização para Libertação da Península.

 

Em 1967, surgiu a chamada Guerra dos Seis Dias, na qual Israel atacou o Egito, a Jordânia e a Síria, numa rápida ofensiva que lhe permitiu conquistar toda a península do Sinai, a Cisjordânia, as colinas de Golan e a zona oriental de Jerusalém.

 

A morte de Nasser em 1970 privou o mundo árabe de seu maior líder. Em 1973, o conflito árabe-israelense reiniciou com a Guerra do Yom Kippur, durante a qual egípcios e Sírios fizeram uma ofensiva de surpresa, mas defrontam-se com um contra-ataque vitorioso de Israel.

 

Em represália, os Estados árabes resolveram boicotar o fornecimento de petróleo aos países que haviam apoiado Israel. Para aliviar as tensões na região, em 1978 e 1979 o presidente norte-americano Jimmy Carter promoveu encontros de líderes egípcios e israelenses nos Estados Unidos, dos quais resultaram nos Acordos de Camp David. E em 1982 Israel resolveu devolver ao Egito a península do Sinai.

 

A partir daí, as relações entre árabes e judeus no Oriente Médio tem alternado momentos de tensão e violência. E em 1982, Israel invadiu o Líbano com o objetivo de destruir focos da guerrilha palestina. Onze anos depois, em 1993, Israel e a OLP firmaram um acordo de paz pelo qual se respeitariam mutuamente.

 

A guerra do Golfo

 

Durante o conflito Irã-Iraque, os Estados Unidos estiveram ao lado do segundo, apoiando Saddam Hussein com recursos financeiros e armamentos. Esse apoio levou o ditador iraquiano a acalentar sonhos expansionistas.

 

O Iraque disputava com Kuwait, outra nação árabe, os portos de Bubiyan e Uarba, no golfo Pérsico. Existiam divergências entre os dois países também em relação à política de preços do petróleo. Saddam Hussein acusava o Kuwait de praticar uma política de preços baixos, o que obrigava outros países produtores a baixarem seus preços. Com dívidas para pagar, isso prejudicava a economia para o Iraque.

 

Em agosto de 1990, Saddam Hussein ordenou a invasão do Kuwait. A ONU votou o embargo contra o Iraque e ordenou a retirada das tropas agressoras do Kuwait.

 

O ataque contra o Iraque, contou com a participação de forças da Inglaterra, França, Itália e várias nações árabes, entre elas o Egito e a Síria. O ataque ordenado pelo presidente norte-americano George Bush liquidou os temidos exércitos de Hussein. E em fevereiro de 1991 foi assinado um cessar-fogo que devolveu a independência ao Kuwait.

 

Saddam Hussein continuou a aumentar seu poderio Bélico. Em dezembro de 1998, os Estados Unidos e a Inglaterra lançaram contra ele um novo ataque de mísseis. A operação não debilitou a liderança de Hussein, nem chegou a enfraquecer militarmente o país. Fato bem notado que até este século, Hussein ainda tinha poder no Iraque. Na história ficou marcado com um dos mais conhecidos ditadores e sue julgamento um dos mais esperados. Mas a questão é : nesta guerra ele foi o único “ditador”?

 

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