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| WINDOWS 2003 SERVER - CURSO COMPLETO Autor: Júlio Battisti |
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| Lição 180 - Capítulo 21 - Segurança e serviços de rede: Routing Information Protocol - RIP | |||
Pré-Requisitos: Conhecimento básico de redes, do protocolo TCP/IP e de roteamento. Uma introdução ao RIP. O protocolo RIP é baseado em uma troca de mensagens entre os roteadores que utilizam o RIP. Cada mensagem do RIP contém uma série de informações sobre as rotas que o roteador conhece (com base na sua tabela de roteamento atual) e a distância do roteador para cada uma das rotas. O roteador que recebe as mensagens, com base na sua distância para o roteador que enviou a mensagem, calcula a distância para as demais redes e grava estas informações em sua tabela de roteamento. É importante salientar que distância significa hope, ou melhor, o número de roteadores existentes em um determinado caminho, em uma determinada rota. As informações entre roteadores são trocadas quando o roteador é inicializado, quando o roteador recebe atualizações em sua tabela de roteamento e também em intervalos regulares. Aqui a primeira desvantagem do RIP. Mesmo que não exista nenhuma alteração nas rotas da rede, os roteadores baseados em RIP, continuarão a trocar mensagens de atualização em intervalos regulares, por padrão a cada 30 segundos. Por isso que o RIP não é indicado para redes maiores, pois nestas situações o volume de tráfego gerado pelo RIP, poderia consumir boa parte da banda disponível. O RIP é projetado para intercambiar informações de roteamento em uma interconexão de rede de tamanho pequeno para médio. Além disso, cada mensagem do protocolo RIP comporta, no máximo, informações sobre 25 rotas diferentes, o que para grandes redes, faria com que fosse necessária a troca de várias mensagens, entre dois roteadores, para atualizar suas respectivas tabelas.Ao receber atualizações, o roteador atualiza a sua tabela de roteamento e envia estas atualizações para todos os roteadores diretamente conectados, ou seja, a um hope de distância. A maior vantagem do RIP é que ele é extremamente simples para configurar e implementar em uma rede. Sua maior desvantagem é a incapacidade de ser ampliado para interconexões de redes de tamanho grande a muito grande. A contagem máxima de hopes usada pelos roteadores RIP é 15. As redes que estejam a 16 hopes ou mais de distância, serão consideradas inacessíveis. À medida que as redes crescem em tamanho, os anúncios periódicos de cada roteador RIP podem causar tráfego excessivo. Outra desvantagem do RIP é o seu longo tempo de convergência. Quando a topologia de interconexão da rede é alterada (por queda em um link ou por falha em um roteador), podem ser necessários vários minutos para que os roteadores RIP se reconfigurem para refletir a nova topologia de interconexão da rede. Embora a rede seja capaz de fazer a sua própria reconfiguração, podem ser formados loops de roteamento que resultem em dados perdidos ou sem condições de entrega. Inicialmente, a tabela de roteamento de cada roteador inclui apenas as redes que estão fisicamente conectadas. Um roteador RIP envia periodicamente anúncios contendo suas entradas de tabela de roteamento para informar aos outros roteadores RIP locais, quais as redes que ele pode acessar. Os roteadores RIP também podem comunicar informações de roteamento através de disparo de atualizações. Os disparos de atualizações ocorrem quando a topologia da rede é alterada e informações de roteamento atualizadas são enviadas de forma a refletir essas alterações. Com os disparos de atualizações, a atualização é enviada imediatamente em vez de aguardar o próximo anúncio periódico. Por exemplo, quando um roteador detecta uma falha em um link ou roteador, ele atualiza sua própria tabela de roteamento e envia rotas atualizadas. Cada roteador que recebe as atualizações por disparo, modifica sua própria tabela de roteamento e propaga a alteração. Conforme já salientado anteriormente, uma das principais desvantagens do algoritmo distance-vector do RIP é o alto tempo de convergência. Ou seja, quando um link ou um roteador fica indisponível, demora alguns minutos até que as atualizações de rotas sejam passadas para todos os roteadores. Durante este período pode acontecer de roteadores enviarem pacotes para rotas que não estejam disponíveis. Este é um dos principais motivos pelos quais o RIP não pode ser utilizado em redes de grande porte. Outro problema do protocolo RIP é a situação descrita como count-to-infinity (contar até o infinito). Para entender este problema vamos imaginar dois roteadores conectados através de um link de WAN. Vamos chamá-los de roteador A e B, conectando as redes 1, 2 e 3, conforme diagrama da Figura 21.1:
Agora imagine que o link entre o roteador A e a Rede 1 apresente problemas. Com isso o roteador A sabe que não é possível alcançar a Rede 1 (devido a falha no link). Porém o Roteador B continua anunciando para o restante da rede, que ele encontra-se a dois hopes da rede A (isso porque o Roteador B ainda não teve sua tabela de roteamento atualizada). O Roteador B manda este anúncio, inclusive para o roteador A. O roteador A recebe esta atualização e considera que ele (o Roteador A) está agora a 3 hopes da Rede 1 (um hope de distância até o Roteador B + dois hopes de distância do roteador B até a rede 1. Ele não sabe que o caminho do Roteador B para a rede 1, passa por ele, ou seja, pelo Roteador A). Com isso volta a informação para o Roteador B dizendo que o Roteador A está a 3 hopes de distância. O Roteador B atualiza a sua tabela, considerando agora que ele está a 4 hopes da Rede 1 (um hope até o roteador A + 3 hopes que o roteador A está da rede 1, segundo o último anúncio). E este processo continua até que o limite de 16 hopes seja atingido. Observe que mesmo com um link com problema, o protocolo RIP não convergiu e continuou anunciando rotas incorretamente, até atingir uma contagem de 16 hopes (que em termos do RIP significa o infinito, inalcançável). O problema do count-to-infinity é um dos mais graves com o uso do RIP Versão 1, conhecido apenas como RIP v2. O Windows 200 Server e o Windows Server 2003 dão suporte ao RIP v2, o qual apresenta algumas modificações no protocolo, as quais evitam, ou pelo menos minimizam problemas como o loops de roteamento e count-to-infinity:
Um estudo comparativo entre RIP v1 e RIP v2. O protocolo RIP v1 apresenta diversos problemas, sendo que os principais são os destacados a seguir:
1. Se a identificação de rede coincide com uma das classes padrão A, B ou C, é assumida a máscara de sub-rede padrão da respectiva classe. 2.1 Se a identificação de rede coincide com a identificação de rede da interface na qual o anúncio foi recebido, a máscara de sub-rede da interface na qual o anúncio foi recebido, será assumida. 2.2 Se a identificação de rede não coincide com a identificação de rede da interface na qual o anúncio foi recebido, o destino será considerado um host (e não uma rede) e a máscara de sub-rede 255.255.255.255, será assumida. Esta abordagem gera problemas graves. Por exemplo, quando for utilizado o recurso de supernetting, para juntar várias redes classe C em uma única rede lógica, o RIP v1 irá interpretar como se fossem realmente várias redes lógicas e tentará montar uma tabela de roteamento, como se as redes estivessem separadas fisicamente e ligadas por links de WAN.
O protocolo RIP v2, oferece diversas melhorias em relação ao RIP v1, dentre as quais vamos destacar as seguintes:
É importante salientar que tanto redes baseadas no RIP v1 quanto no RIP v2 são redes chamadas planas (flat). Ou seja, não é possível formar uma hierarquia de roteamento, baseada no protocolo RIP. Por isso que o RIP não é utilizado em grandes redes. A tendência natural do RIP, é que todos os roteadores sejam alimentados com todas as rotas possíveis (isto é um espaço plano, sem hierarquia de roteadores). Imagine como seria utilizar o RIP em uma rede como a Internet, com milhões e milhões de rotas possíveis, com links caindo e voltando a todo momento? Impossível. Por isso que o uso do RIP (v1 ou v2) somente é indicado para pequenas redes. Instalando e configurando o RIP no Windows Server 2003. Para que você possa instalar o protocolo RIP e utilizar um servidor com o Windows Server 2003 como roteador, o primeiro passo é habilitar o serviço RRAS. Lembrando o que foi colocado no Capítulo 19, o serviço RRAS é automaticamente instalado, quando o Windows Server 2003 é instalado. Porém, por padrão, o RRAS não é habilitado. O primeiro passo é habilitar o RRAS. Para detalhes sobre como habilitar o serviço RRAS, consulte o Capítulo 19. Uma vez habilitado o serviço RRAS, o próximo passo é configurar as propriedades do serviço, para que este passe também a exercer as funções de roteamento. Feito isso é hora de instalar e configurar o RIP. Neste item você aprenderá a executar estas ações, ou seja:
Nota: Para habilitar a função de roteamento, o servidor RRAS já deve ter sido habilitado. Para detalhes sobre como habilitar o servidor RRAS, consulte o Capítulo 19. EXEMPLO: 1. Faça o logon como administrador ou com uma conta com permissão de administrador.
6. Clique em OK para aplicar as configurações efetuadas. Muito bem, agora o roteamento já está habilitado no servidor RRAS. O próximo passo é instalar o protocolo RIP. Vamos a este passo então. EXEMPLO: 1. Faça o logon como administrador ou com uma conta com permissão de administrador.
7. Clique em RIP Version 2 for Internet Protocol (RIP Versão 2 para IP) para seleciona-lo e depois clique em OK.
Roteamento habilitado e o RIP instalado. Agora é hora de associar uma ou mais interfaces com o protocolo RIP. Nesta etapa você informa a interface que conecta o servidor Windows Server 2003 à rede sobre a qual você quer que o RIP “aprenda” as rotas. EXEMPLO: 1. Faça o logon como administrador ou com uma conta com permissão de administrador.
7. Clique na interface desejada para seleciona-lo e depois clique em OK.
10. Nesta janela você define uma série de opções de configuração do RIP.
Auto-static update mode (Modo de atualização auto-estático): Neste modo, os anúncios do RIP somente são envidados quando outros roteadores enviam uma requisição de atualização para este roteador. As rotas que o roteador aprender, estando neste modo, serão gravadas como rotas estáticas, na tabela de roteamento. Se o serviço RRAS for parado e iniciado novamente, as rotas marcadas como estática serão mantidas. Estas rotas somente deixarão de ser utilizadas, quando forem manualmente excluídas da tabela de roteamento. Este é o modo padrão para interfaces do tipo demand-dial. Periodic update mode (Modo de atualização periódico): Este o modo mais comum, ou seja, os anúncios do RIP são enviados periodicamente, de acordo com o intervalo de tempo configurado na guia Advanced (Avançado), que será descrita logo a seguir. Neste modo o roteador “aprende” novas rotas e “informa” novas rotas para os demais roteadores da rede, através dos pacotes de anuncio, onde cada roteador informa as rotas que ele “conhece”. Rotas que são “aprendidas” desta maneira, são consideradas rotas dinâmicas e quando o servidor RRAS for parado e inicializado novamente, estas rotas serão descartadas. Ao iniciar novamente o servidor RRAS, o processo de aprendizagem das rotas, baseado em anúncios do RIP é utilizado novamente. Este é o modo definido por padrão para interfaces de rede local, habilitadas ao RIP.
- RIP version 1 broadcast (RIP versão 1 (difusão)): Os anúncios de RIP versão 1 são enviados como difusões. Nota: mais uma vez os meus mais sinceros protestos contra as traduções. Tudo bem, difusão até pode ser a tradução correta para broadcast. Mas quem dentre os milhares de profissionais de TI que trabalham com rede, utiliza o termo difusão. Já broadcast, na hora, formamos a imagem do que é, em nossa mente. Pena que o pessoal da tradução não leve estes fatos em consideração, apenas traduza literalmente. - RIP version 2 broadcast (RIP versão 2 (difusão)): Os anúncios de RIP versão 2 são enviados como difusões. Se você tiver um ambiente misto com RIP versões 1 e 2, selecione este protocolo. Este é o padrão para interfaces de rede local. - RIP version 2 multicast (RIP versão 2 (difusão seletiva)): Os anúncios de RIP versão 2 são enviados como difusões seletivas (eu prefiro o termo original: multicast). Selecione este protocolo somente se todos os roteadores RIP vizinhos que estiverem conectados a esta interface também estiverem utilizando o RIP versão 2 que são configurados para RIP versão 2. Um roteador RIP versão 1 não pode processar um anúncio de difusão seletiva RIP versão 2. - Silent RIP (RIP silencioso): Desativa os anúncios RIP de saída desta interface. No modo silencioso, o computador procura por anúncios e atualizações RIP e atualiza sua tabela de roteamento, mas não anuncia suas próprias rotas. Em outras palavras, esta interface fica só “escutando” a rede e atualizando sua tabela de roteamento, sem se pronunciar (sem anunciar suas rotas). Esta é a opção a ser selecionada para configurar um roteador como Silent RIP, citada anteriormente.
- Ignore incoming packets (Ignorar pacotes de entrada): Ignora anúncios. Se você deseja um roteador que só anuncie as rotas, selecione esta opção. - RIP versão 1 e 2: Aceita anúncios dos dois tipos. - RIP versão 1 somente: Aceita anúncios somente de RIP versão 1. - RIP versão 2 somente: Aceita anúncios somente de RIP versão 2.
11. Defina as configurações desejadas e dê um clique na guia Security (Segurança). Serão exibidas as opções indicadas na Figura 21.7:
Nesta guia você define as ações que serão executadas para as rotas de entrada e para rotas de saída. Por exemplo, você pode optar por aceitar todas as rotas, ou por aceitar apenas rotas em uma determinada faixa de endereços (lista branca, as rotas que estão na faixa são aceitas, todas as demais são bloqueadas) ou ainda bloquear apenas as rotas em uma determinada faixa de endereços (lista negra, as rotas que estão na faixa são bloqueadas, todas as demais são aceitas). Você pode definir a segurança de acordo com o modo como você aceita rotas (rotas de entrada) e como anuncia rotas (rotas de saída). Todas as opções desta guia são específicas para a opção de segurança que você selecionou na lista Action. Para definir a segurança para rotas de entrada, selecione a opção For incoming routes (Para rotas de entrada), na lista Action (Ação) e configure as opções de segurança. Em seguida, para definir a segurança para anunciar as rotas, clique em For outgoing routes (Para rotas de saída) e reconfigure as opções de segurança, usando as opções indicadas a seguir:
- Para rotas de entrada: Especifica que o roteador examina cada entrada de rota em um anúncio RIP de entrada para determinar se deve atualizar a sua tabela de roteamento. - Para rotas de saída: Especifica que o roteador inclui todas as entradas de roteamento apropriadas em anúncios RIP de saída.
- Para rotas de entrada: Especifica que o roteador examina cada entrada de rota em um anúncio RIP de entrada e processa a rota somente se ela estiver entre um dos intervalos listados. Para inserir um novo intervalo basta digitar o endereço inicial do intervalo, no campo From (De) e o endereço final da faixa no campo To (Para). Após digitar os endereços clique em Add (Adicionar). Para alterar uma faixa, clique na faixa a ser alterada e em seguida no botão Edit (Editar). Para excluir uma faixa, clique na faixa a ser excluída e em seguida em Remove (Remover). - Para rotas de saída: Especifica que o roteador inclui uma rota no anúncio RIP de saída somente se ela estiver em um dos intervalos listados.
- Para rotas de entrada: Especifica que o roteador examina cada entrada de rota em um anúncio RIP de entrada e descarta a rota se ela estiver entre um dos intervalos listados. - Para rotas de saída: Especifica que o roteador exclui uma rota no anúncio RIP de saída se ela estiver em um dos intervalos listados. 12. Defina as configurações desejadas e dê um clique na guia Neighbors (Vizinhos). Serão exibidas as opções indicadas na Figura 21.8:
Nesta guia você define como será a interação deste roteador com os roteadores RIP vizinhos. Se será feita um anúncio ponto-a-ponto ou utilizando o protocolo definido na guia geral (broadcast ou multicast) Estão disponíveis as seguintes opções:
13. Defina as configurações desejadas e dê um clique na guia Advanced (Avançado). Serão exibidas as opções indicadas na Figura 21.9:
Nesta guia estão disponíveis diversas opções de configuração do protocolo RIP, conforme descrito a seguir:
14. Defina as configurações desejadas e clique em OK para aplica-las. Pronto, o protocolo RIP foi instalado, habilitado em uma determinada interface e configurado. É importante salientar que cada interface tem o seu próprio conjunto de configurações. Por exemplo, você pode colocar uma interface no modo Auto-static update mode (Modo de atualização auto-estático) e uma segunda interface no modo Periodic update mode (Modo de atualização periódico). Ou seja, as cada interface é configurada separadamente. No próximo tópico você aprenderá sobre o protocolo OSPF. |
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