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WINDOWS 2003 SERVER - CURSO COMPLETO
Autor: Júlio Battisti


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Lição 150 - Capítulo 17 - Know-how em: Terminal Services

Pré-Requisitos: Básico de MMC e de uma rede baseada no Windows Server 2003.
Metodologia: Apresentar os conceitos teóricos sobre o Terminal Services.

No Capítulo 2, quando fiz um retrospecto desde a época em que havia apenas o Mainframe, depois passamos pelo Cliente Servidor e agora modelo Web e Internet, fiz o seguinte comentário:

“O Júlio ficou louco ou estamos voltando ao Mainframe?

Amigo leitor, nem uma, nem outra. Você deve estar utilizando os seguintes passos de raciocínio, baseado no texto que acabou de ler (texto do Capítulo 2):

1.         Na época do Mainframe os aplicativos e os dados ficavam no Mainframe. O acesso era feito através de terminais, conhecidos como terminais burros. A administração era feita centralizadamente, o que facilitava a atualização e manutenção das aplicações.
2.         No modelo Cliente/Servidor clássico a aplicação e a lógica ficava no programa instalado na estação de trabalho cliente e os dados no servidor de banco de dados. Isso gera dificuldades para atualização das aplicações e um elevado custo para manter este modelo funcionando.
3.         A nova tendência é portar as aplicações para um modelo de n camadas, onde as aplicações, a lógica e os dados ficam em servidores (de aplicações, Web e de banco de dados) e o acesso é feito através de um Navegador.
4.         Puxa, mas o modelo em n camadas é praticamente o mesmo modelo do Mainframe, com aplicações e dados no servidor, administração centralizada e redução no custo de propriedade (TCO) em relação ao modelo Cliente/Servidor tradicional? É isso mesmo, este modelo é muito próximo do modelo do Mainframe, porém com todas as vantagens da evolução da informática nestas últimas décadas, tais como interfaces gráficas, programas mais poderosos e por aí vai.

Na prática, o que está em uso nas empresas é um modelo misto, onde algumas aplicações rodam no PC do usuário e outras são acessadas através da rede, mas rodam nos servidores da rede da empresa. O que se busca é o “melhor dos dois mundos”, ou seja os recursos sofisticados e aplicações potentes com interfaces ricas do modelo Cliente/Servidor, com a facilidade e baixo custo do modelo Centralizado da época do Mainframe.

Posso citar o exemplo de um dos bancos com os quais trabalho. Quando vou ao banco renovar um seguro ou tratar algum assunto diretamente com o gerente, vejo que ele tem na sua estação de trabalho, aplicativos de produção do dia-a-dia, tais como o Microsoft Word, Microsoft Excel, um aplicativo de cálculos e análise de crédito e assim por diante. Este mesmo gerente utiliza o site da empresa para fornecer informações. Ele também utiliza a Internet da empresa para se manter atualizado. Além disso ele utiliza alguns sistemas que ainda residem no bom e velho mainframe. Por exemplo, quando eu peço que ele faça uma alteração no meu endereço de correspondência, ela acessa a famosa telinha verde, de um programa emulador de terminal, que acessa uma aplicação que está no Mainframe da empresa.

Este caminho me parece muito mais sensato, ou seja, não precisa ser um ou outro modelo, mas sim o melhor dos dois mundos.”

Este trecho do Capítulo 2 reflete, perfeitamente, a idéia do Terminal Services. Ele foi criado para ser uma ferramenta que facilite a administração dos servidores com o Windows 2000 Server e também com o Windows Server 2003, mas também para ser uma ferramenta de compartilhamento de aplicações, conforme descreverei neste capítulo.

A primeira versão do que hoje é a tecnologia do Terminal Services foi introduzida com o Windows NT Server 4.0, em uma versão separada do NT 4.0, conhecida como: Terminal Server Edition. A partir do Windows 2000 Server e também no Windows Server 2003, o Terminal Services (a partir do Windows 2000 os serviços deixaram de ter a nomenclatura Server para ter a nomenclatura Services) faz parte do próprio sistema operacional.

O Terminal Services trabalha em um modelo Cliente/Servidor, onde o serviço fica instalado em servidores com o Windows Server 2003 ou Windows 2000 Services e diferentes clientes podem se conectar ao servidor. Existe também uma versão reduzida do Terminal Services que é disponibilizada com o Windows XP. Esta versão permite apenas um único usuário conectado ao Windows XP, no recurso conhecido como Desktop Remoto.

Nota: Para detalhes sobre a configuração e utilização do Desktop Remoto no Windows XP, consulte o Capítulo 17 do livro: “Windows XP Home & Professional Para Usuários e Administradores”, 810 páginas, Axcel Books.

Como funciona o Terminal Services.

A idéia básica do Terminal Services é bastante simples. Usando um software cliente, como por exemplo o Terminal Services Client no Windows 2000 Server ou o Remote Desktops no Windows Server 2003, você pode se conectar a um servidor no qual está rodando o Terminal Services. A se conectar ao servidor, você recebe uma tela de logon, conforme exemplo da Figura 17.1, onde estou fazendo a conexão usando o cliente Remote Desktops em um computador com o Windows Server 2003, para me conectar a um servidor com o Windows 2000 Server, onde está instalado o Terminal Services.


Figura 17.1 A tela de logon ao se conectar com o Terminal Services.

O usuário fornece as informações de logon e clica em OK e pronto. A conexão com o Terminal Services é efetuada e o console (a área de trabalho) do servidor é carregada no computador do cliente, conforme indicado na Figura 17.2. Ou seja, é como se você estivesse localmente conectado e tivesse feito o logon diretamente no servidor de destino, onde está o Terminal Services. Na prática é muito parecido com o que acontece quando você usa o comando telnet para fazer uma conexão com um servidor UNIX ou Linux, so que com o Terminal Services o console é gráfico.


Figura 17.2 A área de trabalho do servidor, carregada via Terminal Services.

Uma vez feita a conexão, é como se você tivesse loclamente logado no servidor remoto. Exatamente a mesma área de trabalho é carregada, com botão Iniciar, barra de tarefas e tudo mais. Observe que com o Terminal Services o administrador pode se conectar a qualquer servidor da rede (desde que o servidor tenha o Terminal Services instalado) e administrá-lo como se estivesse localmente locado. Por exemplo, o administrador, da matriz da empresa em São Paulo, pode se conectar, via Terminal Services, com um servidor da filial no Rio de Janeiro e trabalhar como se estivesse “sentado” na frente do servidor no Rio de Janeiro.

A tecnologia do Terminal Services oferece eficintes mecanismos de compactação e cache de telas, transmitindo somente o que muda de uma tela para outra, o que permite que o acesso via Terminal Services tenha desempenho aceitável, mesmo para conexões remotas, feitas via links de WAN de baixa velocidade.
O cliente envia para o servido, através da rede, apenas os toques de teclado e as ações de mouse e recebe apenas as atualizações de tela. Este mecanismo de funcionamento, juntamente com a possibilidade de compactação dos dados que são transmitidos e do cache de telas no cliente, faz com que o Terminal Services gere uma quantidade reduzida de tráfego na rede e por isso possa trabalhar com desempenho aceitável, mesmo através de links de WAN de baixa velocidade.

O Terminal Services pode ser utilizado em dois modos diferentes:

  • Modo de Administração Remota: Neste modo o Terminal Services é utilizado pelos administradores da rede, para se concectar remotamente aos servidores da rede e executar tarefas administrativas remotamente, como se estivessem localmente logados nos respectivos servidores. Para utilizar o Terminal Services neste modo, basta instalar o serviço nos servidores que deverão ser administrados remotamente e instalar o cliente em sua estação de trabalho (Remote Desktop no Windows XP e no Windows Server 2003 ou o Terminal Services Cliente no Windows 2000). Ao instalar o Terminal Services no mode de Administração Remota, este é instalado com licença para até duas conexões simultâneas. Você não precisa adquirir nenhuma licença adicional e não tem prazo de validade para estas licenças.
  • Modo de Compartilhamento de Aplicações: Neste modo, o Terminal Services é utilizado para o compartilhamento de aplicações. Por exemplo, você pode querer instalar o Terminal Services no modo de Compartilhamento de Aplicações, para instalar o Microsoft Office no servidor. Desta maneira, os clientes poderão se conectar, até mesmo usando estações de trabalho mais antigas, como por exemplo um 486,  apenas com um cliente de acesso ao Terminal Services instalado. O cliente faz a conexão e tem acesso à área de trabalho do servidor, na qual ele pode usar os aplicativos instalados, tais como o Word, Excel, Access e PowerPoint, ou quaisquer outros aplicativos instalados para o modo de Compartilhamento de Aplicações. O cliente pode usar os programas no servidor e gravar os dados em sua pasta home (home folder) na rede ou em disquete. A grande vantagem deste procedimento, é que o cliente poderá se conectar ao Terminal Services, usando qualquer computador da rede, no qual exista um cliente de conexão com o Terminal Services. Ao se conectar, usando qualquer um dos computadores da rede, ele receberá sermpre a mesma área de trabalho (com os mesmso ícones e configurações) e terá acesso aos seus arquivos de dados. Quando um cliente faz uma conexão com o Terminal Services e faz alguma alteação no ambiente de trabalho, como por exemplo, adicionar um atalho à Área de trabalho, esta alteração é mantida e estará disponível na próxima conexão que o usuário fizer. Com isso é possível manter o ambiente do usuário e este ambienta “acompanha-o” em qualquer computador no qual ele fizer a conexão com o Terminal Services, porque na verdade todas as configurações estão no servidor. Para utilizar o Terminal Services neste modo, você deve adquirir uma licença de conexão para cada usuários que irá utilizar o Terminal Services no modo de Compartilhamento de Aplicações. Mais adiante falarei um pouco mais sobre o licenciamento neste modo.

O uso do Terminal Services tras inúmeras vantagens, dentre as quais podemos destacar as seguintes:

1.         O administrador pode se conectar a qualquer servidor da rede, com o Terminal Services instalado e administrar este servidor como se estivesse localmente logado.
2.         Com o uso do Terminal Services no modo de compartilhamento de aplicações, você pode criar um ambiente mais seguro e padronizado, onde os usuários acessam suas aplicações diretamente do servidor e gravam seus dados na rede.
3.         Com o uso do Terminal Services no mode de compartilhamento de aplicações, fica mais fácil para instalar aplicações e mantê-las atualizadas, uma vez que a instalação precisa ser feita apenas no servidor e não em cada estação de trabalho individualmente.
4.         Com o uso do Terminal Services no mode de compartilhamento de aplicações, você pode utilizar clientes de menor capacidade de processamento, os quais não seriam mais aproveitados no modelo tradicional, onde o Windows e todos os aplicativos são instalados na estação de trabalho do cliente.
5.         O cliente pode rodar, inclusive, em outros sistemas operacionais. Por exemplo, existem programas clientes para o Terminal Services, fornecido por terceiros, para se conectar através de uma estação de trabalho com o UNIX, Linux, Macintosh e assim por diante. Ou seja, pode haver um cliente UNIX na rede, conectado ao Terminal Services e utilizando o Word.
6.         É possível também criar um modelo “misto” de estação de trabalho, na qual o cliente tem o Windows instalado e alguns programas de uso específico, instalados localmente. Já programas de uso geral na empresa, tais como o Word, Excel, Email, etc, o cliente acessa via Terminal Services. Com isso é possível manter um ambiente padronizado e de fácil manutenção para as aplicações utilizadas por todos na empresa, ao mesmo tempo que permite que cada usuário tenha acesso a aplicações específicas, relacionadas com o seu trabalho diário.
7.         Redução do tráfego de WAN: Por exemplo, vamos imaginar uma empresa com o servidor de email na sede da empresa e os clientes das filiais com suas caixas de correio neste servidor de email. No modelo tradicional, cada cliente teria o software de email instalado em sua estação de trabalho e acessaria o servidor de email da matriz, através do link de WAN. Neste modelo, todas as mensagens e demais informações são transmitidas do servidor de email para o cliente e de volta para o servidor de email, através do link de WAN. Quem já tentou utilizar um cliente de email como o Lótus Notes, para acessar um servidor que está do outro lado de um link de WAN de 64 ou 129 Kbps, sabe o quanto é penosa esta operação. São minutos para abrir uma única mensagem. Já com o Terminal Services, o cliente abriria o programa de email diretamente no servidor, no mesmo servidor onde está o servidor de email. Com isso, só é transmitido através do link de WAN, os toques de teclado e mouse do cliente e as atualizações de tela do servidor para o cliente. Além de uma considerável redução no tráfego de WAN, o acesso ao email e demais aplicações  fica muito mais rápido.

Importante: Quando o usuário conecta com o Terminal Services ele está utilizando recursos tais como memória RAM e processador, do Servidor. Por isso, se você pretende utilizar o Terminal Services no modo de Compartilhamento de Aplicações, é importante fazer um planejamento cuidados da quantidade de recursos de hardware, necessária no servidor. Mais adiante apresentarei mais detalhes sobre a quantidade média de recursos de hardware necessária para cada cliente.

Para dada usuário que se conecta via Terminal Services é criada uma sessão completamente isolada das demais sessões. Ou seja, se um programa apresentar problemas e travar a sessão de um dos usuários conectados, as demais sessões continuarão funcionando normalmente e não serão afetadas. O Windows Server 2003 também grava informações sobre o ambiente de trabalho de cada usuário quando ele se conecta via Terminal Services. Ou seja, o conceito de Profiles, visto no Capítulo 9 é válido também para conexões via Terminal Services.

Outra área onde o Terminal Services pode ser utilizado com grandes vantagens é para oferecer acesso a usuários remotos, tais como vendedores que trabalham usando um Notebook para acessar a rede da empresa ou funcionários que trabalham em casa mas precisam ter acesso aos recursos da rede da empresa. Estes usuários podem fazer a conexão à rede da empresa usando uma linha discada e ter acesso aos aplicativos que precisam via Terminal Services. Este meio de acesso é bem mais eficiente e rápido do que o acesso através de programas clientes instalados no próprio Notebook e através de drives de redes mapeados, uma vez que neste modo é como se o usuário estivesse diretamente conectado ao servidor da empresa, sendo transmitido através da conexão discada, somente os toques de teclado e mouse do usuário e as atualizações de tela do servidor. Muito mais rápido do que fazer a conexão e depois usar um programa cliente, instalado no próprio Notebook, para fazer conexão com os aplicativos e dados da empresa. Neste segundo modelo, toda a informação e os dados são transmitidos através da conexão discada, o que gera um grande tráfego e tempos de respostas bem mais altos do que com o uso do Terminal Services.

Recursos de hardware necessários para o funcionamento do Terminal Services.

Os recursos de hardware necessários para dar suporte a instalação do Terminal Services variam, dependendo do modo no qual ele é instalado. No modo de administração, com suporte a no máximo duas conexões simultâneas, o único requisito adicional é cerca de 20 MB de espaço em discos para instalação do Terminal Services. Não será necessário fazer atualização de memória ou processador. Basta instalar o Terminal Services e o administrador poderá usar o Terminal Services Cliente (se estiver usando uma estação de trabalho com o Windows 2000) ou o Remote Desktops (se estiver usando um computador com o Windows Server 2003), para se conectar com o Terminal Services.

Já no modo de compartilhamento de aplicações são necessários recursos adicionais de hardware, principalmente memória RAM e processador. O hardware necessário varia com a quantidade de usuários que irão fazer a conexão simultaneamente e com o tipo de aplicação que estiver sendo compartilhada. Por isso não é possível definir um valor exato, mas apenas apresentar algumas sugestões (com base no que é colocado na Ajuda do Windows Server 2003) com base no número de usuários conectados.

  • Memória RAM: Somente para fazer o logon e carregar a área de trabalho, via Terminal Services, você deve prever um adicional de 20 MB de RAM, por usuário conectado. Para um usuário utilizando o Excel mais um programa de email como o Outlook são necessários mais 20 MB. Neste cenário você já teria uma necessidade de 40 MB por usuário. Por exemplo, se você tem uma previsão de ter cerca de 10 usuários conectados simultaneamente, o ideal é providenciar um adicional de, pelo menos, 400 MB. Este é o valor do adicional de memória necessário, além da memória já utilizada, normalmente, pelo Windows Server 2003. Por exemplo, se você tem um servidor com 512 MB de memória e pretende instalar o Terminal Services para dar suporte para 10 usuários simultâneos, você deve adicionar mais cerca de 400 MB de memória (40 MB por usuário), ficando com um total de 912 MB de memória. Na prática, nesta situação, você faria um upgrade para 1GB de memória (1024 MB).
  • Processador: Esta, definitivamente, não é uma ciência exata. Ou seja, não existe uma planilha ou uma metodologia de cálculo que permita definir, exatamente, qual a necessidade de processamento para cada usuário. Isso acontece porque cada usuário irá utilizar um conjunto diferente de aplicações, em momentos diferentes e com diferentes necessidades de processamento. Em média, um servidor com um processador Pentium III de 1 GHz é capaz de atender, bem, algo entre 10 e 20 usuários. Eu coloco entre 10 e 20 usuários porque se forem 10 usuários utilizando uma aplicação gráfica pesada, provavelmente o Pentium III de 1 GHz não dará conta; já se forem 20 usuários utilizando apenas o Word, provavelmente o Pentium III de 1 GHZ dará conta com sobra. Creio que isso demonstra bem que, de maneira alguma, existe uma regra geral e uma fórmula fácil para determinar a necessidade de processamento exata. O que acontece, na prática, é que se faz uma estimativa e, com base na estimativa, coloca-se o servidor em produção. Se o processador (ou processadores) não estiver dando conta faz-se uma atualização. Ou seja, mais ou menos na tentativa e erro.
  • Utilização da rede: O Terminal Services tem muitos recursos para reduzir a quantidade de informação transmitida entre o cliente e o servidor, através da rede. Por exemplo, são transmitidas, do cliente para o servidor, apenas os toques de teclado e mouse. Do servidor para o cliente são transmitidas apenas as atualizações de tela. Os dados que são transmitidos podem ser compactados e pode ser habilitado um cachê de telas no cliente. Além disso, resoluções menores, tais como 800x600, transmitem uma quantidade bem menor de informações de atualização das telas do que resoluções maiores. Em média, cada cliente conectado, necessita de algo entre 4 e 8 KBps (estimativas da Microsoft). Estas estimativas confirmam o fato de que o Terminal Services realmente otimiza a utilização da rede e dos links de WAN, reduzindo tanto quanto possível o volume de informações a ser transmitido entre o cliente e o servidor.

Claro que estes são valores apenas aproximados e com base em estimativas das necessidades de um usuário típico. O ideal é que você possa fazer um laboratório de testes, com os usuários típicos que irão utilizar aplicações via Terminal Services, para que você possa ter uma idéia mais aproximada das necessidades de hardware, para a situação específica da sua rede. Ao fazer esta estimativa, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração, tais como:

  • Quais aplicações serão utilizadas pelos usuários, via Terminal Services. Eles irão utilizar aplicações tais como Word, Excel, email e Internet ou vão utilizar alguma aplicação com necessidades intensivas de hardware, tais como uma aplicação gráfica de CAD?
  • Os usuários que irão acessar aplicações via Terminal Services são usuários experientes, que tiram o máximo de cada aplicação ou são usuários sem maiores conhecimentos de informática, que utilizam sistemas específicos para realizar tarefas específicas. No segundo caso fica bem mais fácil estimar a necessidade de hardware. Basta determinar as necessidades para um dos usuários e multiplicar pelo número de usuários. Já para o primeiro caso, com usuários mais especializados, é melhor por uma boa margem de segurança para as suas estimativas.
  • Os acessos serão feitos via rede local ou você terá usuários móveis, fazendo o acesso através de conexões discadas ou usuários de outros escritórios da empresa, fazendo a conexão via links de WAN?


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