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WINDOWS 2003 SERVER - CURSO COMPLETO
Autor: Júlio Battisti


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Lição 110 - Capítulo 11 - Know-how em: Distributed File System - DFS

Pré-Requisitos: Pastas compartilhadas e mapeamento de drivers.

Metodologia: Descrição do serviço DFS, de sua implementação e usos.

Técnica: Exemplos práticos, passo-a-passo, de utilização do DFS.

Entendendo o que é o Distributed File System - DFS.

Neste tópico apresentarei o serviço DFS – Distributed File System. Mostrarei quais as vantagens em utilizar este serviço, para facilitar a administração de pastas compartilhadas em uma rede de baseada no Windows Server 2003. Além dos conceitos teóricos, mostrarei um exemplo prático de utilização do DFS.

O principal motivo para a implementação de redes locais (LAN) e de longa distância (WAN) é o compartilhamento de recursos. A possibilidade de ter as informações centralizadas em um ou mais servidores,  acessando estas informações a partir de qualquer estação de trabalho da rede é um grande benefício em termos de gerenciamento e produtividade para os usuários. Dentre os vários recursos compartilhados através de uma rede, sem sombra de dúvidas, o compartilhamento de arquivos é o mais utilizado, através do uso de pastas compartilhadas, conforme mostrei nos tópicos iniciais deste capítulo.

Em redes baseadas em tecnologias da Microsoft, com servidores rodando o Windows NT Server,  Windows 2000 Server ou Windows Server 2003 e clientes rodando uma das versões do Windows – 9x, Me, NT Workstation, Windows 2000 Professional ou Windows XP Professional, o compartilhamento de arquivos é feito utilizando Pastas compartilhadas (Shared Folders).

Por exemplo, suponha que os arquivos da pasta C:\Manuais, do servidor SRV01, devam estar disponíveis para acesso através da rede. Basta compartilhar esta pasta no servidor SRV01, definir as permissões de compartilhamento e as permissões NTFS adequadas (veja os tópicos anteriores deste capítulo). Depois o acesso a pasta Manuais pode ser feito em cada estação de trabalho da rede. Normalmente este acesso é feito via a “montagem” de um drive de rede (veja tópico anterior). Montar um drive de rede, significa que o administrador irá associar uma unidade (F:, G: M:, etc) à pasta compartilhada. Para o usuário, a pasta compartilhada aparece como mais uma unidade no Meu computador ou no Windows Explorer. Por exemplo, se for montado um drive M:, associado com a pasta compartilhada Manuais, toda vez que o usuário acessar o drive M: estará, na prática, acessando o conteúdo da pasta Manuais, compartilhada no servidor SRV01.

Nota: Normalmente a montagem de drives de rede é feita através do comando net use, no Script de logon da conta do usuário. Com isso, um ou mais drives de rede podem ser montados, automaticamente, quando o usuário faz o logon na rede. 

Na Figura 11.34, mostro o exemplo de uma rede Cliente Servidor, onde os usuários acessam, através de um drive M:, uma pasta compartilhada no servidor SRV01:


Figura 11.31 - Compartilhamento de arquivos em uma rede local.

DFS – Conceito e utilizações

O modelo proposto de pastas compartilhadas, funciona bem para pequenas redes, onde existe um número reduzido de pastas compartilhadas – digamos até cinco pastas compartilhadas em um ou mais servidores. Porém, para grandes redes, onde o número de pastas compartilhadas é grande, o uso de um drive de rede para acessar cada pasta compartilhada, pode tornar-se de difícil implementação, ou até mesmo impossível – quando existirem mais pastas compartilhadas do que o número de letras disponíveis no nosso alfabeto.

Mesmo em uma rede pequena, onde temos entre cinco e dez pastas compartilhadas,  usar um drive para cada pasta não é a melhor solução. Este modelo é difícil de administrar, do ponto de vista do Administrador da rede, e difícil de utilizar, do ponto de vista do usuário.

Considere o diagrama da Figura 11.32, onde existem oito pastas compartilhadas, em três servidores diferentes:


Figura 11.32 - Uma rede com oito pastas compartilhadas em diferentes servidores.

Na tabela da Figura 11.33, apresento uma visão geral dos oito compartilhamentos da Figura 11.32, uma breve descrição de cada um, o caminho de rede para acessar o compartilhamento e uma sugestão de drive a ser utilizado, na estação cliente, para acesso ao compartilhamento:


Figura 11.33 - Informações detalhadas sobre os compartilhamentos da rede.

Os drives de F a G, necessários para acessar as pastas compartilhadas, poderiam ser montados, automaticamente, incluindo os seguintes comandos no script de logon dos usuários:

net use F: \\SRV01\Manuais  /yes
net use G: \\SRV01\Programas  /yes
net use H: \\SRV01\Memorandos   /yes
net use I: \\SRV02\Segurança  /yes
net use J: \\SRV02\Relatórios   /yes
net use K: \\SRV02\Modelos  /yes
net use L: \\SRV03\Diagramas  /yes
net use M: \\SRV03\Público  /yes

Este modelo apresenta diversos inconvenientes, dentre os quais gostaria de destacar os seguintes:

  • O usuário tem acesso às informações através de diversos drives de rede (oito no nosso exemplo). Com isso o usuário não tem uma visão consolidada das informações disponíveis na rede.
  • Além de ter de criar e configurar os compartilhamentos, o Administrador da rede precisa garantir que os drives necessários sejam corretamente configurados em todas as estações de trabalho da rede, onde houver necessidade de acesso aos drives.
  • Não existe redundância e nem tolerância a falhas. Se um dos servidores estiver com problemas, os usuários não terão acesso às pastas compartilhadas deste servidor.

A seguir apresentarei qual o modelo proposto com o uso do DFS e quais os benefícios deste modelo.

DFS: Modelo proposto e benefícios

Com o uso do DFS é possível resolver os problemas descritos anteriormente, onde foi utilizado um drive de rede para acessar cada uma das pastas compartilhadas. O DFS – Distributed File System (Sistema de Arquivos Distribuídos) é um serviço que roda em servidores NT Server 4.0,  Windows 2000 Server ou no Windows Server 2003. No Windows NT Server 4.0 e no Windows 2000 Server o DFS tem que ser instalado. No Windows Server 2003 o DFS é instalado automaticamente com o sistema operacional e não pode ser desinstalado. Para entender o modelo proposto pelo DFS, vou utilizar o exemplo do item anterior e mostrar como, com o uso do DFS, é possível dar acesso a todas as pastas compartilhadas, usando um único drive de rede, ao invés de usar oito drives.

Para entender o modelo proposto pelo DFS, considere o diagrama da Figura 11.34.


Figura 11.34 – O modelo de compartilhamento do DFS.

É hora de entender os detalhes do modelo proposto na Figura 11.34:

  • Conforme descrito anteriormente, o DFS é um serviço que faz parte do Windows Server 2003. Você pode verificar se o serviço DFS está configurado para inicializar automaticamente, usando o console Services (Serviços), disponível no menu Administrative Tools (Ferramentas Administrativas).
  • No servidor DFS, que no exemplo da Figura 11.34 é o servidor SRVDFS, é criado um Root DFS. Um Root DFS é associado com uma pasta local no servidor DFS. Mostrarei  exemplos práticos mais adiante, neste tópico.
  • Uma vez criado o Root DFS, o administrador passa a criar Links DFS. Cada link “aponta” para uma pasta compartilhada na rede, podendo esta pasta estar no próprio servidor DFS ou em qualquer outro servidor da rede. No exemplo da Figura 11.34, o administrador poderia criar um link chamado Manuais, o qual aponta para \\SRV01\Manuais, um link chamado Programas, o qual aponta para \\SRV01\Programas, um link chamado Memorandos, o qual aponta para \\SRV01\Memorandos e assim por diante. Ao criar os links o administrador está montando uma árvore DFS.
  • Após ter criados todos os links desejados, o administrador pode dar acesso aos clientes. No modelo do DFS, somente o Root DFS é compartilhado. Por exemplo, suponha que o Root DFS, no servidor SRVDFS tivesse sido compartilhado com o nome de ArqRede. Os usuários acessam o Root DFS, montando um drive de rede associado com o compartilhamento \\SRVDFS\ArqRede. Vamos supor que o usuário monta um drive M:, associado com o Root do DFS. Neste caso, cada um dos links da árvore DFS, aparece como uma pasta do drive M:. Observe que através de um único drive de rede (M:), o qual aponta para o Root DFS, o usuário terá acesso a várias pastas compartilhadas, sendo que cada pasta aparece como uma pasta do drive M:, ao invés de ser necessário um drive diferente para cada pasta compartilhada. Esta é a idéia, o modelo proposto pelo DFS.
  • No exemplo, o drive M: do usuário teria uma estrutura conforme indicado na Figura 11.35:


Figura 11.35 – Um único drive para acessar oito compartilhamentos diferentes.

  • Observe que com um único drive (M:), que aponta para o Root do DFS (\\SRVDFS\ArqRede), o usuário tem acesso a oito pastas compartilhadas, sendo que cada Pasta compartilhada aparece como uma pasta do drive M:

Com o modelo proposto pelo DFS existem muitos benefícios, dentre os quais podem ser destacados os seguintes:

  • O usuário tem uma visão geral das informações disponíveis da rede e, através de um único drive, tem acesso a todas as informações disponíveis.
  • O Administrador tem um ponto central de Administração, o que facilita e simplifica o seu trabalho.
  • As tarefas de Backup são simplificadas. Ao invés de programar o Backup de inúmeras pastas, em diferentes servidores, o Administrador programa o backup do Root do DFS.
  • Com o uso de Roots DFS de Domínio (conforme mostrarei mais adiante), é possível criar redundância, através da disponibilização da mesma pasta compartilhada em dois ou mais servidores. Com isso mesmo que um servidor tenha problemas, o usuário continuará tendo acesso aos arquivos a partir de outros servidores, onde existem réplicas da pasta compartilhada. O uso desta funcionalidade, em conjunto com as configurações de Arquivos Off-line (as quais falarei mais adiante, neste capítulo), aumenta muito a disponibilidade dos arquivos da rede para o usuário final.
  • Balanceamento de carga entre servidores, quando utilizamos Roots DFS de Domínio, com a duplicação de pastas compartilhadas em diferentes servidores.

Limitações no Cliente e no Servidor

O serviço DFS é instalado automaticamente quando instalamos o Windows Server 2003. Este serviço também é configurado para iniciar automaticamente. Para conferir se o serviço DFS está configurado corretamente, você pode utilizar o console Serviços, o qual está é acessado através da opção: Start -> Administrative Tools -> Services (Iniciar -> -> Ferramentas administrativas -> Serviços).

O serviço DFS tem algumas limitações, as quais descrevo a seguir:

  • O número máximo de caracteres para o caminho UNC (\\servidor\compartilhamento) de uma pasta compartilhada é 260.
  • O número máximo de réplicas de uma pasta compartilhada, em um Root DFS de Domínio é 256.
  • No Windows 2000 Server cada servidor DFS pode ter um único Root DFS. Esta limitação não existe no Windows Server 2003, onde pode ser criado mais de um DFS Root por servidor DFS.
  • O número máximo de links, por Root DFS, é de 1000.

O DFS é baseado em um modelo Cliente/Servidor. O Servidor é representado por um servidor com o Windows Server 2003 instalado, onde o serviço DFS está rodando. Podem existir diferentes clientes DFS. O Windows 2000 Professional e o Windows XP Professional podem atuar como clientes DFS, sem que seja necessária a instalação de software adicional. Para versões anteriores do Windows, considere os detalhes a seguir:

Agora que você já entendeu o modelo proposto pelo DFS e conhece as limitações do DFS, é hora de aprender, através de um exemplo prático, a criar e configurar uma árvore DFS.

Implementando o DFS – um exemplo prático

Neste item vou apresentar um exemplo prático. Vou criar uma árvore DFS. Será criado um Root DFS de domínio e, em seguida, adicionados links para cinco pastas compartilhadas em dois servidores da rede. Também criarei uma réplica de uma das pastas, para testar a redundância. Na parte final do exemplo, acessarei o root DFS e farei alguns testes. Então mãos à obra.

O ambiente em uso nos exemplos

Para o exemplo proposto utilizarei uma rede com dois servidores (na verdade a rede local de testes que uso em casa. Utilizo esta rede para fazer pesquisas, para escrever meus artigos, cursos e livros). Na rede de exemplo, existem dois servidores, conforme descrito na tabela da Figura 11.36:


Figura 11.36 – Os servidores utilizados no exemplo prático.

Os servidores que estou utilizando fazem parte de um domínio baseado no Active Directory. O nome do domínio é groza.com.

Serão criados os compartilhamentos indicados na tabela da Figura 11.37:


Figura 11.37 – Compartilhamentos que serão utilizados no exemplo prático.

Observe que o compartilhamento Manuais está sendo criado nos dois servidores. Isto é necessário porque este será um compartilhamento redundante, ou seja, ao criar a árvore DFS vou criar o link para o compartilhamento Manuais no servidor “servidor” e um link para a réplica no servidor “servidor2”.

O root DFS será criado no servidor chamado “servidor” e será associado à pasta: E:\ArqDfs. Ao criar o root DFS, a pasta E:\ArqDfs será, automaticamente compartilhada. Na estação dos clientes, vamos montar um drive de rede S:, associado ao Root DFS. O caminho para o Root DFS será: \\servidor\ArqDfs. Após a criação do Root DFS vou criar links DFS para as pastas compartilhadas indicadas na tabela da Figura 11.37. Observe que para o compartilhamento Manuais vou criar o link (para o compartilhamento em servidor) e em seguida uma réplica (para o compartilhamento em servidor2).

Na diagrama da Figura 11.38 apresento uma visão geral do exemplo que será implementado.


Figura 11.38 –> O exemplo proposto.

O Console DFS

Para criar a administrar Árvores do DFS é utilizado o console Distributed File System (Sistema da arquivos distribuído), o qual pode ser acessado no seguinte caminho: Start -> Administrative Tools -> Distributed File System (Iniciar -> Ferramentas administrativas -> Sistema de arquivos distribuído). Utilizarei este console para realizar todas as tarefas para a criação e a manutenção de árvores DFS do exemplo proposto.

Nota: Caso o console Sistema de arquivos distribuído não esteja disponível, no menu Ferramentas administrativas, é possível instalá-lo através da instalação de um pacote de ferramentas administrativas que vem com o Windows Server 2003. Na subpasta System32, da pasta onde está instalado o Windows Server 2003 (normalmente em uma pasta chamada WINNT ou WINDOWS), existe um arquivo chamado Adminpak.msi. Neste arquivo está contido um conjunto de consoles que são utilizados para administrar uma série de tarefas em uma rede com o Windows Server 2003. Uma das ferramentas disponíveis é o console Distributed File System (Sistema de Arquivos Distribuído). Para instalar o Adminpak.msi, basta abrir o Windows Explorer, localizar o arquivo Adminpak.msi e dar um clique duplo neste arquivo. Será aberto um assistente de instalação. Agora é só seguir os passos do assistente e pronto, uma série de consoles de administração serão instalados, dentre os quais o console para administração do DFS.

Importante: Este conjunto de ferramentas também pode ser instalado em uma estação de trabalho com o Windows 2000 Professional ou Windows XP Professional. Neste caso o Administrador da rede, a partir da sua estação de trabalho com o Windows 2000 Professional ou Windows XP Professional, pode administrar os diversos serviços da rede, disponíveis em diversos servidores.

Criando um root de domínio

O primeiro passo no exemplo proposto e criar um Root de domínio. Farei isso usando o console Sistema de arquivos distribuído citado no item anterior. É importante salientar que, antes de iniciar este exercício, os compartilhamentos indicados na Figura 11.37, já devem ter sido criados. Para detalhes sobre o compartilhamento de pastas consulte a parte inicial deste capítulo.

Para criar um root DFS no computador chamado servidor, root este associado com a pasta E:\ArqDfs, siga os seguintes passos:

1.         Faça o logon como administrador ou com uma conta com permissão de administrador.

2.         Abra o console Distributed File System (Sistema da arquivos distribuído), o qual pode ser acessado no seguinte caminho: Start -> Administrative Tools -> Distributed File System (Iniciar -> Ferramentas administrativas -> Sistema de arquivos distribuído).

3.         Será exibida a janela Distributed File System (Sistema de Arquivos Distribuídos), onde ainda não existe a árvore DFS, conforme indicado na Figura 11.39:


Figura 11.39 –O console Sistema de arquivos distribuídos.

4.         Clique com o botão direito do mouse na opção Distributed File System (Sistema de arquivos distribuídos). No menu que é exibido selecione o comando New Root... (Nova Raiz...).

5.         Será aberto o Assistente para novas raízes DFS. A primeira tela é apenas informativa. Clique no botão Next (Avançar) para seguir para a próxima etapa do assistente.

6.         Na segunda etapa você tem que definir se deseja criar um Root de Domínio ou um Root autônomo. Por padrão a opção Domain Root (Root de Domínio) vem selecionada. Certifique-se de que esta opção esteja selecionada.

7.         Clique no botão Avançar para seguir para a próxima etapa do assistente.

8.         Surge uma tela perguntando o nome do domínio onde a raiz DFS será criada. No nosso exemplo será exibido o domínio groza.com, que é o domínio ao qual pertence o servidor no qual está sendo criada a raiz DFS, conforme indicado na Figura 11.40:


Figura 11.40 –Informando o domínio onde a raiz DFS será criada.

9.         Clique no botão Next (Avançar) para seguir para a próxima etapa do assistente.

10.       Surge uma tela perguntando o nome do servidor onde será criada a raiz DFS. No nosso exemplo, o nome do servidor é servidor.groza.com. Informe o nome do servidor.

11.       Clique no botão Next (Avançar) para seguir para a próxima etapa do assistente.

12.       Nesta etapa você deve informar o nome do root Dfs. A medida que você digita o nome, o campo Share to be used (Compartilhamento a ser utilizado) vai sendo preenchido com o nome que você está digitando, conforme indicado na Figura.11.41.


Figura 11.41 –Informando o nome do root DFS.

13.       Clique no botão Next (Avançar) para seguir para a próxima etapa do assistente.

14.       Se o compartilhamento informando ainda não existir, o assistente exibe uma tela, pedindo que você informe qual pasta deve ser compartilhada com o nome de ArqDfs, que foi o nome que escolhemos no nosso exemplo. Informe o caminho para a pasta a ser compartilhada como Root do DFS, conforme indicado na Figura 11.42:


Figura 11.42 –Informando a pasta associada com o root do DFS.

15.       Clique no botão Next (Avançar) para seguir para a próxima etapa do assistente.

16.       Você estará na tela final do Assistente. Caso seja preciso alterar alguma opção, utilize o botão Back (Voltar). Clique em Finish (Concluir) e a raiz DFS será criada, conforme indicado na Figura 11.43:


Figura 11.43 –A raiz DFS RootDfs, recém criada

17.       Mantenha o console Distributed File System (Sistema de Arquivos Distribuídos) aberto, pois você irá utilizá-lo nos próximos passos deste exemplo.

Agora você está apto a seguir para a próxima etapa do exercício, qual seja: Criar os links (ou usando uma metáfora: os ramos da árvore), sendo cada link associado com um compartilhamento.

Criando links para as pastas compartilhadas na rede:

Agora é hora de “montar” a árvore DFS. Já temos a raiz (criada no passo anterior) e agora é hora de adicionar os ramos. Cada ramo é associado com um compartilhamento da rede. Você criará três ramos, conforme indicado na tabela da Figura 11.44:


Figura 11.44 – Os “ramos” da árvore DFS.

Nota: O compartilhamento \\servidor\Manuais será utilizado para a criação de redundância do compartilhamento \\servidor2\Manuais, conforme exemplo prático mais adiante.

Para criar os links propostos, siga os seguintes passos:

1.         Você deve estar com o console Distributed File System (Sistema de Arquivos Distribuídos) aberto.

2.         Clique com o botão direito do mouse na raiz criada no tópico anterior.

3.         No menu que é exibido selecione o comando New Link... (Novo Link...).

4.         Será exibida a janela New Link (Novo Link), na qual você deve informar o nome do link que está sendo criado, o caminho para a pasta compartilhada associada ao link e um comentário.

Para adicionar o link Manuais, associado ao compartilhamento \\servidor2\Manuais, digite as informações indicadas na Figura 11.45:


Figura 11.45 – Criando um link para a pasta Manuais.

5.         Clique em OK e pronto, o novo link será criado.

6.         Clique com o botão direito do mouse na raiz DFS.

7.         No menu que é exibido selecione o comando New Link... (Novo Link...).

8.         Será exibida a janela New Link (Novo Link), na qual você deve informar o nome do link que está sendo criado, o caminho para a pasta compartilhada associada ao link e um comentário.

Para adicionar o link Público, associado ao compartilhamento \\servidor2\Público, digite as informações indicadas na Figura 11.46:


Figura 11.46 –Criando um link para a pasta Público.

9.         Clique em OK e pronto, o novo link será criado.

10.       Clique com o botão direito do mouse na raiz DFS.

11.       No menu que é exibido selecione o comando New Link... (Novo Link...).

12.       Será exibida a janela New Link (Novo Link), na qual você deve informar o nome do link que está sendo criado, o caminho para a pasta compartilhada associada ao link e um comentário.

Para adicionar o link Programas, associado ao compartilhamento \\servidor\Programas, digite as informações indicadas na Figura 11.47:


Figura 11.47 – Criando um link para a pasta Programas.

13.       Clique em OK e pronto, o link  Programas será criado.

14.       A árvore DFS deve estar conforme indicado na Figura 11.48:


Figura 11.48 –A árvore DFS com três links.

15.       Agora você adicionará redundância ao link Manuais. Lembrando que o link Manuais que foi adicionado anteriormente, está associado a pasta \\servidor2\manuais. Agora você adicionará um link redundante, associado com \\servidor\Manuais. Com isso, existirão duas cópias do conteúdo da pasta Manuais. Caso um dos servidores esteja fora da rede, os usuários poderão continuar acessando a cópia redundante. Observe que, com isso, estamos adicionando redundância a um dos links da árvore. Poderíamos adicionar mais de uma cópia redundante. O próprio DFS, juntamente com o serviço de replicação de arquivos do Windows Server 2003, se encarrega de manter o conteúdo da pasta Manuais sincronizado nos dois servidores.

16.       Clique com o botão direito do mouse no link Manuais e, no menu que é exibido, dê um clique na opção New Target... (Nova réplica...).

17.       Será exibida a janela New Target (Nova Réplica). Nesta janela você deve informar o caminho para a réplica da pasta Manuais e se o conteúdo das réplicas deve ou não ser automaticamente sincronizado. Defina as informações, conforme indicado na Figura 11.49:


Figura 11.49 – Adicionando uma nova réplica.

18.       Clique em OK.

19.       A nova réplica está configurada, conforme pode ser visto, em destaque, na Figura 11.50:


Figura 11.50 - Réplica criada para a pasta Manuais.

20.       Agora a árvore DFS está pronta. Vamos testa-la.

Acessando a raiz DFS no cliente:

Agora vou montar um drive M: associado com a raiz da árvore DFS: \\servidor\ArqDfs. Lembrando do que foi dito na introdução teórica deste tutorial, cada link da árvore DFS irá aparecer como uma pasta do drive M:. Por exemplo, o link Manuais aparecerá como uma pasta Manuais, dentro do drive M: Quando o usuário estiver acessando esta pasta estará, na prática, acessando uma das réplicas do link Manuais: \\servidor2\Manuais ou \\servidor\Manuais. Quando o usuário acessar a pasta Público estará, na prática, acessando a pasta \\servidor2\Público e assim por diante.

Para montar um drive M:, associado à raiz da árvore DFS, siga os seguintes passos:

1.         Faça o logon em uma das estações da rede.

2.         Abra um Prompt de comando:Na janela do Prompt de comando digite o seguinte comando:

net use M: \\servidor\ArqDfs /yes

3.         Pressione Enter. O drive M: será montado.

4.         Digite Exit e pressione Enter, para fechar o Prompt de comando.

5.         Abra o Meu computador e acesso o drive M:. Você deverá obter o resultado indicado na Figura 11.51:


Figura 11.51 – O drive M: para acesso à Árvore DFS.

6.         Isto comprova que a nossa árvore DFS e os respectivos links foram criados com sucesso e estão funcionando corretamente.

Muito bem, sobre DFS era isso. Agora faltam mais três importantes assuntos, relacionados com pastas compartilhadas, volumes e o sistema de arquivos NTFS: Definição de cotas de usuário, pastas off-line e compactação de arquivos.


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