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SITES DINÂMICOS COM ASP 3.0 - CURSO COMPLETO
Autor: Júlio Battisti


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Lição 007 - Capítulo 01 - Era uma vez uma Internet com conteúdo estático

Neste tópico veremos um pouco sobre o história de Internet, alguns conceitos básicos sobre a mesma. Aprenderemos sobre os diversos elementos envolvidos quando um usuário acessa conteúdo da Internet. Também veremos as limitações e problemas dos sites pioneiros que criavam conteúdo estático.

Um começo quase sem querer

Poderíamos dizer que a origem da Internet foi casual e despretensiosa. Inicialmente, foi criada uma rede conhecida como ARPANET, a qual era utilizada pelo Departamento de Defesa norte-americano. Também utilizavam a rede, alguns fornecedores e pesquisadores ligados ao Departamento de Defesa. Como a ARPANET mostrou-se de grande utilidade, facilitando a troca de informações, acabou expandindo-se de uma maneira rápida e inesperada. Neste ponto a idéia de uma rede de computadores para a troca de informações estava lançada.

Mais tarde, foi criada uma rede baseada nas mesmas tecnologias da ARPANET, porém com uma abrangência  maior (tanto geográfica, quanto de objetivos). A idéia era trazer os benefícios demonstrados pela ARPANET, para um número maior de pessoas e empresas. Eis que nascia a Internet. No final da década de 80, a Internet já era bastante conhecida nos meios acadêmicos do mundo inteiro. Nesta época, porém, ainda tinhamos a Internet sem a interface gráfica. Normalmente a troca de informações era feita por ftp, alguns aplicativos baseados em telnet, ou o popular “gopher”, que tornou-se bastante conhecido nos primeiros anos da década de 90. O gopher, basicamente, era um sistema baseado em opções de menu, para divulgação e pesquisa de informações.

Porém até 1991 era proibido o tráfego de qualquer informação comercial pela Internet. Esta proibição era mantida pela “National Science Fundation”, entidade que financiou grande parte do desenvolvimento da Internet nos EUA, até este momento. Com a liberação, as empresas puderam pensar em fazer uso da Internet para fins comerciais. Desde então a rede expandiu-se enormemente, atingindo, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo.

A popularização definitiva da rede, veio com a criação de uma interface gráfica para a mesma. Com a criação da linguagem HTML, servidores HTTP, e programas para acessar as páginas HTML armazenadas nos servidores (também conhecidos como Browser ou Navegadores), a Internet tornou-se mais popular do que nunca. Este foi o momento do surgimento da WWW – World Wide Web. Talvez a melhor tradução para World Wide Web seja: “Teia de Alcance Mundial”. Esta é a idéia que temos de Internet. Uma rede (teia) que conecta computadores do mundo inteiro (alcance mundial), proporcionando a troca de informações e uma infinidade de serviços e facilidades para as empresas e para o cidadão comum.

Com certeza, os criadores da ARPANET, e depois da Internet não imaginaram uma expansão e popularização tão rápida da rede. Hoje vemos anúncios de sites na televisão, durante o Telejornal e durante a transmissão de partidas de futebol. A maioria dos jornais possui um caderno de informática, quase que totalmente dedicado a assuntos relacionados com a Internet. Vemos reportagens sobre a Internet em todas as revistas, não somente nas especializadas em Informática, sendo que estas dedicam quase que a totalidade de suas matérias a assuntos da Internet. Enfim, a Internet faz parte do nosso dia-a-dia. Veio para ficar e facilitar a nossa vida.

Agora vamos conhecer um pouco mais sobre a Internet e os diversos elementos que a compõem.

Uma visão geral da Internet e de seus elementos

Encontrar uma definição precisa e unânime para a Internet é uma tarefa complexa. Vamos ver os elementos que a compõe, sem nos preocuparmos com definições formais. Por exemplo, o que é preciso para que o usuário doméstico possa acessar a Internet. Onde fica e por onde circula a informação que esta sendo acessada.

Antes de continuar com as explicações, considere o diagrama indicado na Figura 1.1.

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Figura 1.1 Uma visão geral da Internet, com conteúdo estático.

Nesta figura, temos representados os elementos mais comuns da Internet, conforme descrito abaixo:

  • Usuário: Neste caso, representamos um usuário residencial. Normalmente este tipo de usuário faz a conexão através da linha telefônica comum. Para isso é preciso a utilização de um Provedor de acesso. O Provedor de acessa é que fornece a conexão com a Internet. O Usuário utiliza um programa conhecido como Navegador (Browser), para acessar o conteúdo da Internet. Os dois navegadores mais conhecidos são o Internet Explorer da Microsoft, e o Netscape Navigator da Netscape. Quando o usuário acessa um determinado conteúdo, dizemos que ele está acessando um site, também encontramos o uso da palavra “página”, ao invés de site. Por exemplo, quando o usuário acessa o endereço http://www.microsoft.com/brasil, dizemos que ele está acessando a página, ou o site, da Microsoft Brasil. Quando o usuário acessa o endereço http://wwww.microsoft.com/vbasic, dizemos que o usuário está acessando a página do Visual Basic, no site da Microsoft. Durante este livro, estarei utilizando a palavra página, no sentido de que o usuário está acessando um determinado conteúdo na Internet, ou na Intranet da empresa.
  • Internet: Pelo fato de ser formada por um grande número de equipamentos – servidores, hubs, switch, linhas de comunicação, satélites, etc -, representamos a Internet como uma nuvem. Esta é a representação que você encontrará na maioria dos livros.
  • O Servidor Web: Neste caso é o servidor que contém a informação solicitada pelo usuário. Por exemplo, ao digitar www.axcel.com.br, no campo endereço do Navegador, o usuário está solicitando que seja carregado o conteúdo da página inicial do site da Editora Axcel Books. Observe que o servidor também está conectado à Internet, isto é, faz parte da Internet. As páginas armazenadas no servidor são desenvolvidas utilizando-se a linguagem HTML – Hypertext Markup Language. Você pode encontrar muita informação sobre HTML na própria Internet. O órgão responsável pela padronização da linguagem HTML é o w3. No site www.w3.org, você pode encontrar um grande volume de informações sobre HTML.

Na Figura 1.1, estamos representando a primeira geração de conteúdo da Internet. Conforme indicado pela seta maior, a informação, basicamente, trafegava em um único sentido. O Usuário solicita um determinado conteúdo, e o mesmo é entregue e exibido no seu Navegador. Observe que o usuário não tem a possibilidade de enviar informações para o servidor. Além disso, nesta primeira fase o conteúdo das páginas é estático.

Uma vez criada a página (através da utilização do HTML), a mesma não é modificada. Cada vez que o usuário conectar com a página, verá o mesmo conteúdo. A única maneira de alterar o conteúdo, é alterando o código HTML. Com isso, da próxima vez que o usuário conectar com a página, verá a nova versão da mesma. Porém esta metodologia de modificação de páginas é trabalhosa e pouco produtiva. Imagine que você esteja publicando um catálogo de produtos, com informações diversas sobre vários produtos, tais como: Código do produto, descrição e preço. Uma das maneiras de criar este catálogo é através da utilização do código HTML, para criar uma página, com uma tabela com informações sobre os diversos produtos. Porém cada vez que houver uma modificação em um dos produtos, você terá que editar a página e salvar a nova versão da mesma. Convenhamos que é um processo bastante trabalhoso.

Embora trabalhoso, era assim que funcionavam os primeiros sites, no início da era WWW. O Conteúdo era estático, ou seja, alterações nas páginas, implicavam em alterações, diretamente no código HTML das mesmas. Imagine o trabalho para a manutenção de grandes sites, com diversas áreas de informações, onde o número de páginas pode facilmente chegar na casa de milhares. Com isso a evolução para a criação de conteúdo mais dinâmico, foi um avanço natural e necessário.


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