Criptografia
no Windows 2000 Server e o Agente de Recuperação
Introdução:
Neste tópico você aprenderá sobre os princípios
básicos de criptgrafia em pastas e arquivos, em volumes formatados
com NTFS. Dois são os pontos principais que você estudará
neste tópico:
A criptografia somente está disponível em volumes
formatados com NTFS. Em volumes FAT ou FAT32 não está
disponível o recurso de criptografia.
Entenda bem como é a relação entre a
criptografia, os certificados digitais e, principalmente, o
conceito de Agente de recuperação.
Criptografia – definições
e conceitos
O Windows 2000 Server fornece suporte a criptografia de pastas e
arquivos através do EFS – Encripted File System (Sistema
de arquivos com Criptografia). O suporte ao EFS foi introduzido
no Windows 2000 Server e também está disponível
no Windows Server 2003 e Windows XP Professional. Com o uso de criptografia
o usuário tem um nível de segurança maior do
que somente com o uso de permissões NTFS. Somente é
possível criptografar arquivos e pastas em volumes formatados
com o sistema de arquivos NTFS. Com a criptografia o Windows 2000
Server garante que somente o usuário que criptografou um
determinado arquivo tenha acesso ao arquivo.
Criptografia é o processo de converter dados em um formato
que não possa ser lido por um outro usuário, a não
ser o usuário que criptografou o arquivo. Depois que um usuário
criptografar um arquivo, esse arquivo permanecerá automaticamente
criptografado quando for armazenado em disco.
Descriptografia é o processo de converter dados do formato
criptografado no seu formato original. Depois que um usuário
descriptografar um arquivo, esse arquivo permanecerá descriptografado
quando for armazenado em disco.
Com as permissões NTFS, existem alguns problemas
quanto a segurança dos dados:
O Administrador da máquina pode usar o recurso de Take
Ownership (tornar-se dono), tornando-se desta forma dono dos
arquivos/pastas desejados, mesmo sem ter permissão de
acesso a estes arquivos/pastas. Após ter "dado
um Take Ownership", o Administrador pode atribuir permissões
de acesso para si mesmo e, com isso, acessar qualquer arquivo
ou pasta.
Um usuário pode utilizar um disquete de boot ou instalar
um outro sistema operacional no computador e utilizar alguns
programas comerciais existentes, para ter cesso a pastas e arquivos
protegidas por permissões NTFS.
A grande questão é a seguinte: "Com
o uso da criptografia, mesmo que o seu computador seja roubado ou
que outro usuário tenha acesso ao computador, não
será possível acessar os arquivos e pastas que você
criptografou. A única maneira de ter acesso é fazendo
o logon com a sua conta e senha". Em resumo: Com a criptografia,
os dados estão protegidos, mesmo que outras pessoas tenham
acesso ao seu computador, a única maneira de acessar os arquivos
criptografados é fazendo o logon com a conta do usuário
que criptografou os arquivos ou com a conta configurada como Agente
de Recuperação, conforme descreverei mais adiante.
Já com as permissões NTFS, conforme descrito anteriormente,
este nível de proteção não existe, no
caso do computador ser roubado ou de um usuário mal intencionado
ter acesso ao computador.
Claro que existem situações adversas que podem surgir
com o uso da criptografia. Por exemplo, vamos supor que um funcionário
criptografou arquivos importantes para a empresa. Neste meio tempo
o funcionário foi demitido. Como é que a empresa poderá
ter acesso aos arquivos criptografados se o funcionário demitido
se negar a fazer o logon com a sua conta e descriptografar os arquivos
ou se a sua conta tiver sido excluída?? Por isso que o EFS
permite que uma conta seja configurada como Agente de Recuperação,
a qual pode ser utilizada em situações como a descrita
neste parágrafo. Mais adiante tratarei, em detalhes, sobre
o agente de recuperação.
Não esqueça: Existe uma conta configurada
como Agente de recuperação. Esta conta pode fazer
o logon e descriptografar pastas e arquivos criptografados por outros
usuários. O agente de recuperação padrão
é a conta Administrador.
O uso de criptografia é especialmente recomendado para usuários
de notebooks e outros dispositivos semelhantes. Não é
raro a ocorrência de roubos de notebooks, sendo que estes
podem conter dados importantes da empresa, tais como planos estratégicos
e relatórios de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.
O uso da criptografia é a forma mais indicada para proteger
estes dados, mesmo em situações de roubo de um notebook.
A criptografia é transparente para o usuário que criptografou
o arquivo. Isso significa que o usuário não precisa
descriptografar manualmente o arquivo criptografado para poder usá-lo.
Ele pode abrir e alterar o arquivo da maneira habitual. Por exemplo,
vamos supor que você criptografou um documento do Word. Ao
dar um clique duplo no documento, o Windows 2000 Server descriptografa,
automaticamente, o arquivo, abre o Word e carrega o arquivo para
você. Observe que para o usuário toda a operação
é transparente, ou seja, é como se o arquivo não
estivesse criptografado. Se outro usuário, que não
o que criptografou o arquivo, tentar utilizá-lo, receberá
uma mensagem de acesso negado.
O uso do EFS é semelhante ao uso de permissões para
arquivos e pastas. Ambos os métodos podem ser usados para
restringir o acesso aos dados. No entanto, um intruso que obtenha
acesso físico não-autorizado aos seus arquivos ou
pastas criptografados não conseguirá acessá-los.
Se o intruso tentar abrir ou copiar sua pasta ou arquivo criptografado,
verá uma mensagem de acesso negado. As permissões
definidas para arquivos e pastas não os protege contra ataques
físicos não-autorizados, conforme já descrito
anteriormente.
Você criptografa ou descriptografa uma pasta ou arquivo definindo
a propriedade de criptografia para pastas e arquivos da mesma forma
como define qualquer outro atributo, como somente leitura, compactado
ou oculto. Se você criptografar uma pasta, todos os arquivos
e subpastas criados na pasta criptografada serão automaticamente
criptografados. É recomendável que você use
a criptografia para pastas e não para arquivos individualmente,
pois isso facilita a administração dos arquivos criptografados.
Nota: Você também pode criptografar
ou descriptografar um arquivo ou pasta usando o comando cipher.
Tratarei deste comando mais adiante.
Antes de aprender a criptografar arquivos e pastas, vou apresentar
algumas observações importantes sobre a criptografia
no Windows 2000 Server:
Somente arquivos e pastas em volumes NTFS podem ser criptografados.
As pastas e os arquivos compactados não podem
ser criptografados. Se o usuário marcar um arquivo
ou pasta para criptografia, ele será descompactad
o
Se você mover arquivos descriptografados para uma pasta
criptografada, esses arquivos serão automaticamente criptografados
na nova pasta. No entanto, a operação inversa
não descriptografa automaticamente os arquivos. Nesse
caso, é necessário descriptografar manualmente
os arquivos.
Os arquivos marcados com o atributo Sistema não podem
ser criptografados, bem como os arquivos da pasta raiz do sistema,
isto é C:\ ou D:\ e assim por diante.
Criptografar um arquivo ou uma pasta não protege contra
exclusão ou listagem de arquivos ou pastas. Qualquer
pessoa com permissões NTFS adequadas pode excluir ou
listar pastas ou arquivos criptografados. A proteção
da criptografia é contra o acesso aos arquivos, ou seja,
somente o usuário que criptografou o arquivo terá
acesso. Para proteção contra listagem e exclusão
recomenda-se o uso do EFS em combinação com permissões
NTFS, utilizando as permissões NTFS para impedir que
outros usuários possam excluir e até mesmo listar
os arquivos que estão em um pasta criptografada.
Você pode criptografar ou descriptografar pastas e arquivos
localizados em um computador remoto ativado para criptografia
remota. No entanto, se você abrir o arquivo criptografado
na rede, os dados transmitidos na rede através desse
processo não serão criptografados. Outros protocolos,
como a camada de soquetes de segurança/segurança
da camada de transporte (SSL/TLS) ou IP Seguro (IPSec), devem
ser usados para criptografar dados durante a transmissão.
Agora que já temos um bom entendimento sobre os aspectos
teóricos relacionados com o EFS, é hora de aprender
sobre as tarefas práticas, relacionadas com a criptografia
de arquivos e pastas no Windows 2000 Server.
Em primeiro lugar vou falar sobre algumas medidas preventivas que
devem ser tomadas, para garantir que você sempre possa terá
acesso aos arquivos e pastas criptografados.
Garantindo a recuperação dos
dados.
A criptografia utilizada pelo Windows 2000 Server é baseada
na utilização de um par de chaves de criptografia.
Uma chave é utilizada para criptografar os dados e a outra
chave do par é utilizada para descriptografar os dados. A
única maneira de descriptografar os dados e ter acesso às
informações é tendo acesso as chaves de criptografia.
Estas chaves são armazenadas em um Certificado digital, certificado
este que é gerado, automaticamente, pelo Windows 2000 Server,
a primeira vez que o usuário criptografa um arquivo ou pasta.
Neste Certificado digital estão todas as informações
necessárias para criptografar e descriptografar arquivos.
Cada usuário que criptografa/descriptografa arquivos, possui
o seu próprio Certificado digital, gerado automaticamente
pelo Windows 2000 Server. Um certificado adicional também
é gerado para a conta configurada como Agente de recuperação.
Desta maneira se o usuário que criptografou arquivos ou pastas
deixar a empresa, será possível descriptografar os
seus dados, utilizando a conta configurada como Agente de recuperação,
uma vez que esta conta possui cópia do Certificado digital
necessário a tal operação.
O Certificado digital nada mais é do que um arquivo que contém
as informações necessárias para trabalhar com
criptografia no Windows 2000 Server. Como todo arquivo, fica gravado
no disco rígido do computador. Acontece que se houver um
problema com o disco rígido, a cópia do certificado
do usuário e do certificado do agente de recuperação
serão perdidas (caso não haja uma cópia de
segurança) e, sem um destes certificados, ficará impossível
descriptografar os arquivos/pastas criptografados pelo usuário.
Na prática, significa que o acesso aos dados criptografados
será perdido. Para evitar que isto aconteça, deve
ser feita uma cópia de segurança, preferencialmente
em disquete ou em um drive de rede, do Certificado digital gerado
para o usuário. É importante lembrar que este certificado,
somente será gerado na primeira vez que o usuário
criptografar alguma pasta ou arquivo.
A seguir mostrarei como fazer o backup do certificado digital do
usuário, do certificado do agente de recuperação
e como restaurar o certificado digital do usuário. Por padrão,
a conta Administrator (Administrador) é configurada como
agente de recuperação.
Para um Member Server, o agente de recuperação padrão
é a conta Administrator (Administrador) local. Para um domínio
baseado no Active Directory, a conta configurada com agente de recuperação
é a conta Administrator (Administrador) do domínio.
No exemplo a seguir mostrarei como fazer uma cópia de segurança,
em disquete, do certificado digital da conta Administrator de um
domínio.
Exemplo 1: Para fazer o backup do certificado do
Agente de recuperação para o domínio, siga
os seguintes passos:
1. Faça o logon com uma conta com permissões
de Administrador.
2. Abra o console Diretiva de segurança de domínio:
Iniciar -> Programas -> Ferramentas Administrativas ->
Diretiva de segurança de domínio.
3. Dê um clique no sinal de + ao lado da opção
Configurações de segurança. Nas opções
que são exibidas, dê um clique no sinal de + ao lado
da opção Diretivas de chave pública.
4. Nas opções que são exibidas dê um
clique na opção Agentes de recuperação
de dados criptografados. No painel da direita será exibido
o Certificado do Agente de recuperação, que por
padrão é a conta Administrador, conforme indicado
na Figura 1:

Figura 1 - Conta Administrator –
por padrão é o agente de recuperação.
5. No painel da direita, clique com o botão direito do
mouse na conta Administrador. No menu que é exibido selecione
o comando Todas as tarefas -> Exportar... Será aberto
o Assistente para exportação de certificados.
6. A primeira tela é apenas informativa. Dê um clique
no botão Avançar, para ir para a próxima
etapa do assistente.
7. Nesta etapa você deve optar por exportar ou não
a Chave particular do certificado. A Chave particular é
um meio de proteger o acesso ao Certificado digital, através
de uma senha. Se você não tiver uma senha definida,
apenas estará habilitada a opção Não,
não exportar a chave particular,. Marque a opção
Não, não exportar a chave particular e dê
um clique no botão Avançar, para ir para a próxima
etapa do assistente.
8. Surge uma tela perguntando o formato para exportação
do certificado. Certifique-se de que a opção X.509
binário codificado por DER (*.cer) esteja selecionada e
dê um clique no botão Avançar, para ir para
a próxima etapa do assistente.
9. Surge uma tela solicitando o nome do arquivo para o qual será
exportado o certificado. É recomendado que você exporte
para um disquete ou para um drive de rede. Certifique-se de que
você colocou um disquete no drive e, no campo Nome do arquivo,
digite: A:\cert_ag_recup.
10. Dê um clique no botão Avançar, para ir
para a próxima etapa do assistente. O Windows 2000 Server
exporta o certificado, para o arquivo especificado no drive de
disquete.
11. Será exibida a tela final do assistente, com um resumo
das opções selecionadas. Se você quiser fazer
alguma alteração, pode utilizar o botão Voltar.
Dê um clique no botão Concluir, para fechar o Assistente
para exportação de certificados.
12. Surge uma mensagem informando que a exportação
foi concluída com êxito. Dê um clique no botão
OK para fechar esta mensagem.
13. Você estará de volta ao console Diretiva de segurança
de domínio e uma cópia do Certificado digital do
Agente de recuperação, foi gravada no disquete.
No evento de uma falha do disco rígido, esta cópia
pode ser utilizada para descriptografar os arquivos e pastas criptografados.
Feche o console Diretiva de segurança de domínio.
Muito bem, o backup do certificado do agente de recuperação
foi efetuado. Em caso de falha no HD você pode importar este
certificado para descriptografar arquivos que tenham sido criptografados
anteriormente a falha. Claro que deve existir backup destes arquivos,
caso contrário com a falha no HD você perderá
os arquivos e aí não haverá utilização
para a cópia do certificado do agente de recuperação
que você fez no Exemplo 1.
Exemplo 2: Para fazer o backup do Certificado digital
do usuário, gerado automaticamente pelo Windows 2000 Server,
quando o usuário criptografa um arquivo ou pasta pela primeira
vez, faça o seguinte:
1. Faça o logon com um a conta do usuário,
para o qual você deseja fazer uma cópia de segurança
do Certificado digital.
2. Abra o Internet Explorer.
3. Selecione o comando Ferramentas -> Opções
da Internet...
4. Na janela Opções da Internet que é aberta
dê um clique na guia Conteúdo.
5. Na guia Conteúdo dê um clique no botão
Certificados... Será aberta a janela Certificados.
6. Na guia Pessoal, da janela de Certificados, dê um clique
no certificado que corresponde ao nome do usuário logado,
conforme exemplo da Figura 2, onde foi marcado o certificado para
o usuário user01.

Figura 2 A guia Pessoal da janela Certificados.
7. Clique no botão Exportar..., será aberto o Assistente
para exportação de certificados, com o qual você
já trabalhou no Exemplo 1.
8. A primeira tela do assistente é apenas informativa,
dê um clique no botão Avançar, para ir para
a próxima etapa do assistente.
9. Nesta etapa você deve optar por exportar ou não
a Chave particular do certificado.
10. Certifique-se de que a opção Sim, exportar a
chave particular esteja marcada e dê um clique no botão
Avançar, para ir para a próxima etapa do assistente.
11. Surge uma tela perguntando o formato para exportação
do certificado. Aceite as configurações sugeridas
pelo assistente e dê um clique no botão Avançar,
para ir para a próxima etapa do assistente.
12. Nesta etapa é solicitada uma senha de proteção
para abertura do arquivo no qual será gravado o certificado.
Digite a senha duas vezes para confirmação e dê
um clique no botão Avançar, para ir para a próxima
etapa do assistente. Esta senha não precisa ser igual a
senha de logon da conta do usuário.
13. Surge uma tela solicitando o nome do arquivo para o qual será
exportado o certificado. É recomendado que você exporte
para um disquete ou para um drive de rede. Certifique-se de que
você colocou um disquete no drive e, no campo Nome do arquivo,
digite: A:\cert_user01.
14. Dê um clique no botão Avançar, para ir
para a próxima etapa do assistente. O Windows 2000 Server
exporta o certificado, para o arquivo especificado no drive de
disquete.
15. Será exibida a tela final do assistente, com um resumo
das opções selecionadas. Se você quiser fazer
alguma alteração, pode utilizar o botão Voltar.
Dê um clique no botão Concluir, para fechar o Assistente
para exportação de certificados.
16. Surge uma mensagem informando que a exportação
foi concluída com êxito. Dê um clique no botão
OK para fechar esta mensagem.
17. Você estará de volta a guia Pessoal da janela
Certificados e uma cópia do Certificado digital do usuário
logado, foi gravada no disquete. No evento de uma falha do disco
rígido, esta cópia pode ser utilizada para descriptografar
os arquivos e pastas criptografados pelo usuário.
18. Clique no botão Fechar para fechar a janela Certificados.
19. Você estará de volta à janela Opções
da Internet. Dê um clique no botão OK para fechá-la.
20. Você estará de volta ao Internet Explorer. Feche-o.]
Com estes dois exemplos, você aprendeu a exportar o certificado
do agente de recuperação e também o certificado
de um usuário. Estes certificados podem ser importados a
partir do disquete, no evento de falha do respectivo certificado
original. É sempre recomendado que você proteja os
certificados com a definição de uma senha e mantenha
o disquete em local seguro, pois caso contrário qualquer
usuário que tiver acesso ao disquete poderá importar
o certificado (conforme mostrarei logo a seguir) e utilizá-lo
para ter acesso aos seus arquivos e pastas criptografados. Claro
que o usuário teria que saber a senha que você definiu
ao exportar o certificado pessoal. Por isso a importância
da definição de uma senha para exportação
do certificado, pois esta senha será solicitada quando da
importação do certificado. O certificado somente será
importado com sucesso, se a senha correta for informada.
Na Figura 3 mostro os dois arquivos, com os certificados que foram
exportados nos exemplos 1. e 2. Observe que o Windows 2000 Server
usa ícones diferentes para o certificado do Agente de recuperação
e para o certificado de usuário.
Figura 3 - Cópia de segurança
dos certificados.
Agora vou mostrar como importar um certificado a partir de um arquivo.
Exemplo 3: Para importar um certificado siga os
passos indicados a seguir:
1. Abra a pasta onde está o certificado. No
nosso exemplo, use o Meu computador ou o Windows Explorer para
acessar o disquete (A:\), onde está o arquivo com o certificado
a ser importado.
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo com o
certificado a ser importado. Se você estiver importando
o certificado do agente de recuperação, no menu
que surge, dê um clique na opção Instalar
Certificado. Se você estiver importando o certificado de
um usuário, no menu de opções que é
exibido, dê um clique na opção Instalar PFX.
3. No nosso exemplo você irá importar o certificado
de usuário, exportado no Exemplo 2. Clique com o botão
direito do mouse no arquivo correspondente ao certificado a ser
importado (cert_user01.pfx) e no menu de opções
que surge, dê um clique na opção Instalar
PFX.
4. Será aberto o Assistente para importação
de certificados.
5. A primeira tela é apenas informativa. Dê um clique
no botão Avançar, para seguir para a próxima
etapa do assistente.
6. O campo Nome do arquivo já vem preenchido com o caminho
e o nome do arquivo no qual clicamos com o botão direito
do mouse. Dê um clique no botão Avançar, para
seguir para a próxima etapa do assistente.
7. Se houver uma senha definida para o certificado, surgirá
uma tela solicitando que seja digitada a senha. Digite a senha
e dê um clique no botão Avançar, para seguir
para a próxima etapa do assistente.
8. Nesta etapa você deve indicar o local para onde será
importado o certificado. Aceita a opção sugerida
pelo assistente, que por padrão é: Selecionar automaticamente
o armazenamento de certificados conforme o tipo de certificado)
9. Dê um clique no botão Avançar, para ir
para a próxima etapa do assistente.
10. Será exibida a tela final do assistente, com um resumo
das opções selecionadas. Se você quiser fazer
alguma alteração, pode utilizar o botão Voltar.
Dê um clique no botão Concluir, para fechar o Assistente
para importação de certificados.
11. Surge uma mensagem informando que a importação
foi concluída com êxito. Dê um clique no botão
OK para fechar esta mensagem.
Agora sim, você já sabe exportar e importar certificados,
para garantir o acesso aos dados criptografados. Agora é
hora de começar a trabalhar com a criptografia no Windows
2000 Server.
Criptografando arquivos e pastas
É possível criptografar arquivos individualmente,
porém é recomendado que você utilize a criptografia
sempre em pastas. Ao criptografar uma pasta, todos os novos arquivos
que forem criados dentro da pasta já serão automaticamente
criptografados. Com isso você garante que todo o conteúdo
da pasta esteja protegido.
Ao criptografar uma pasta e o seu conteúdo, somente o usuário
que criptografou a pasta, terá acesso aos seus arquivos.
Outros usuários poderão entrar na pasta e até
mesmo verão uma listagem dos arquivos, porém ao tentar
abrir um arquivo, receberão a mensagem indicada na Figura
4.
Figura 4 - Mensagem de acesso negado.
Nota: Para impedir que outros usuários possam
entrar em uma pasta que você criptografou e visualizar a listagem
de arquivos, configure as permissões NTFS de tal maneira
que somente você possa listar os arquivos desta pasta.
Exemplo 3: Para criptografar uma pasta e todo o
seu conteúdo, siga os passos indicados a seguir:
1. Faça o logon com a sua conta de usuário.
Somente o usuário logado terá acesso aos arquivos
da pasta que forem criptografados enquanto você estava logado
com a sua conta de usuário.
2. Usando o Meu computador ou o Windows Explorer, localize a pasta
a ser criptografada.
3. Clique com o botão direito do mouse na pasta a ser criptografada
e, no menu de opções que é exibido, dê
um clique na opção Propriedades. Será aberta
a janela de propriedades da pasta, com a guia Geral selecionada.
4. Dê um clique no botão Avançados... Será
aberta a janela Atributos avançados.
5. Para criptografar a pasta marque a opção Criptografar
o conteúdo para proteger os dados, conforme indicado no
exemplo da Figura 5.

Figura 5 - A opção Criptografar
o conteúdo para proteger os dados.
6. Dê um clique no botão OK. Você estará
de volta à janela de propriedades da pasta.
7. Dê um clique no botão OK. Surge uma janela perguntando
se você deseja criptografar somente a pasta em questão
ou todas as suas subpastas e arquivos. Aplicar as alterações
a esta pasta, subpastas e arquivos e dê um clique no botão
OK.
8. O Windows 2000 Server inicia o processo de criptografia da
pasta e de todo o seu conteúdo. Dependendo da quantidade
de arquivos e subpastas, o processo de criptografia pode demorar
alguns minutos. Durante este processo é exibida uma janela
com o progresso da criptografia.
Pronto. A pasta está criptografada e somente o usuário
que a criptografou terá acesso a pasta.
Algumas observações:
As pastas e os arquivos compactados não podem ser,
ao mesmo tempo, criptografados. Se você criptografar uma
pasta ou um arquivo compactado, essa pasta ou esse arquivo será
descompactado.
Os arquivos marcados com o atributo Sistema não podem
ser criptografados, bem como os arquivos que se encontram na
estrutura de diretórios raiz dos volumes (C:\, D:\ e
assim por diante).
Ao criptografar um único arquivo, você poderá
optar se deseja criptografar a pasta que contém o arquivo.
Se você escolher essa opção, todos os arquivos
e subpastas que forem adicionados posteriormente à pasta
serão criptografados quando forem adicionados.
Ao criptografar uma pasta, você poderá optar
se deseja que todos os arquivos e subpastas dentro da pasta
também sejam criptografados. Se você escolher essa
opção, todos os arquivos e subpastas atualmente
na pasta serão criptografados, bem como quaisquer arquivos
e subpastas que forem adicionados à pasta mais tarde.
Se você optar por criptografar somente a pasta, todos
os arquivos e subpastas que se encontram atualmente na pasta
não serão criptografados. No entanto, quaisquer
arquivos e subpastas que forem adicionados à pasta mais
tarde serão criptografados quando forem adicionados.
É aconselhável que você sempre opte por
criptografar todo o conteúdo da pasta, conforme descrito
no passo 7 do Exemplo anterior. Com isso você não
terá que manter um controle sobre quais pastas e/ou arquivos
estão criptografados e quais não estão.
Para criptografar um único arquivo, o processo é semelhante
a criptografar uma pasta, conforme descrito nos passos a seguir:
1. Utilizando o Windows Explorer ou o Meu computador,
localize o arquivo a ser criptografado.
2. Clique com o botão direito do mouse no arquivo a ser
criptografado. No menu de opções que surge, dê
um clique na opção Propriedades. Será aberta
a janela de propriedades do arquivo, com a guia Geral selecionada
por padrão.
3. Dê um clique no botão Avançados.... Será
exibida a janela Atributos avançados.
4. Marque a opção Criptografar o conteúdo
para proteger os dados e dê um clique no botão OK.
5. Será aberta a janela Aviso de criptografia, perguntando
se você deseja criptografar o arquivo e a pasta pai (pasta
onde está o arquivo) ou somente o arquivo, conforme indicado
na Figura 6.

Figura 6 - A janela Aviso de criptografia.
Nota: Se você não quiser mais receber
este aviso e fazer com que o Windows 2000 Server faça sempre
a criptografia somente do arquivo, marque a opção
Sempre criptografar somente o arquivo.
6. Na janela Aviso de criptografia selecione a opção
desejada e dê um clique no botão OK.
7. Você estará de volta à janela de propriedades
do arquivo.
8. Dê um clique no botão OK. O Windows criptografa
o arquivo e, dependendo das opções que você
selecionou, também a pasta onde está o arquivo.
Nota: Você também pode criptografar
arquivos e pastas que estão em pastas compartilhadas, em
outros computadores da rede. Basta mapear uma unidade para a pasta
compartilhada, onde estão os arquivos e pastas a ser criptografados
e utilizar os procedimentos descritos neste tópico, para
criptografá-los.
Operações com arquivos criptografados.
Ao copiar ou mover arquivos criptografados, diferentes situações
podem ocorrer dependendo de a pasta de destino ser ou não
criptografada e de estar ou não em um volume formatado com
NTFS. A seguir descrevo algumas situações envolvendo
ações de copiar e mover com arquivos criptografados.
Ao copiar um arquivo não criptografado, para uma pasta
criptografada, a cópia do arquivo será criptografada
na pasta de destino. Por exemplo, você copia o arquivo
não criptografado memo.doc, da pasta Meus documentos
para a pasta Documentos pessoais, a qual está criptografada.
O arquivo memo.doc copiado para a pasta Documentos pessoais
será criptografado.
Ao copiar um arquivo criptografado, para um volume NTFS em
outro computador com o Windows 2000, Windows XP Professional
ou Windows Server 2003, o arquivo manterá a criptografia.
Se o computador de destino estiver rodando o Windows NT ou o
volume for formatado com FAT, a cópia do arquivo não
será criptografada.
Se você mover um arquivo criptografado para outra pasta,
no mesmo volume, o arquivo mantém a criptografia. Se
você mover um arquivo criptografado para outro volume,
o Windows 2000 Server considerará esta operação
como sendo uma cópia, onde o arquivo é excluído
na pasta de origem e copiado para a pasta de destino. Neste
caso, o arquivo segue as regras explicadas no primeiro item.
Não esqueça: Se você tentar
mover um arquivo criptografado por outro usuário, para
um volume formatado com FAT, na tentativa de obter uma cópia
não criptografada do arquivo, você receberá
uma mensagem de Acesso negado, pois para descriptografar o arquivo
(o que é necessário para movê-lo para um volume
FAT), você teria que ter acesso ao Certificado digital do
usuário que criptografou o arquivo, conforme descrito anteriormente.
Se você renomear um arquivo criptografado, o arquivo
continuará criptografado.
Ao excluir um arquivo, a cópia do arquivo que fica
na Lixeira, continuará criptografada.
Se você fizer uma cópia de segurança de
arquivos criptografados para uma fita de Backup ou para um outro
volume NTFS, a cópia de segurança permanecerá
criptografada.
Se você quiser utilizar arquivos criptografados em outro
computador, terá que importar o seu Certificado digital
no computador de destino, conforme descrito anteriormente.
Descriptografando arquivos e pastas.
Enquanto um determinado arquivo estiver criptografado, o uso deste
arquivo não muda para o usuário, ou seja, quando o
usuário abre um arquivo criptografado, o Windows 2000 Server
utiliza as informações do Certificado digital do usuário
para descriptografar o arquivo e fornecer os dados para o usuário.
Este processo é completamente transparente para o usuário,
conforme já descrito anteriormente.
O usuário pode descriptografar um arquivo e/ou pasta a qualquer
momento que desejar. O usuário pode utilizar este mecanismo
em diversas situações, como por exemplo, para fornecer
acesso ao arquivo para outros usuários. Para descriptografar
um arquivo ou pasta é extremamente simples, basta seguir
os seguintes passos:
1. Localize o arquivo ou pasta a ser descriptografado
e dê um clique com o botão direito do mouse nele.
2. No menu de opções que surge dê um clique
em Propriedades. Será exibida a janela de propriedades
do arquivo/pasta.
3. Na guia General, da janela de Propriedades, dê um clique
no botão Avançados...
4. Na janela Atributos avançados, desmarque a opção
Criptografar o conteúdo para proteger os dados.
5. Dê um clique no botão OK.
6. Você estará de volta à janela Propriedades.
Dê um clique no botão OK.
7. Se você estiver descriptografando uma pasta, surge a
mensagem indicada perguntando se você deseja descriptografar
apenas a pasta ou todo o seu conteúdo. Selecione a opção
desejada e dê um clique no botão OK.
8. A pasta será descriptografada e também o seu
conteúdo, dependendo das opções selecionadas.
Se você optar por descriptografar somente a pasta, novos
arquivos criados na pasta não serão criptografados,
porém os arquivos já existentes, manterão
a criptografia.
Alterando a diretiva de recuperação
do Computador local
É possível alterar as configurações
do Agente de recuperação do seu computador ou no caso
de trabalhar em um domínio, do domínio como um todo.
Você pode adicionar novas contas, além da conta padrão
Administrador, pode inclusive excluir todos os usuários da
lista de Agentes de recuperação, o que implicará
na desabilitação do sistema de criptografia, conforme
será detalhado mais adiante.
Exemplo 4: Para alterar a diretiva de recuperação
do domínio, faça o seguinte:
1. Faça o logon com uma conta com permissões
de Administrador.
2. Abra o console Diretiva de segurança de domínio:
Iniciar -> Programas -> Ferramentas Administrativas ->
Diretiva de segurança de domínio.
3. Dê um clique no sinal de + ao lado da opção
Configurações de segurança. Nas opções
que são exibidas, dê um clique no sinal de + ao lado
da opção Diretivas de chave pública.
4. Nas opções que são exibidas dê um
clique na opção Agentes de recuperação
de dados criptografados. No painel da direita será exibido
o Certificado do Agente de recuperação, que por
padrão é a conta Administrador.
5. Clique com o botão direito do mouse na opção
Agentes de recuperação de dados criptografados e
siga uma dos seguintes caminhos:
5.1. Para designar um usuário como agente
de recuperação adicional através do Assistente
para adicionar agente de recuperação, clique na
opção Adicionar...) e siga os passos do assistente.
5.2. Para solicitar um novo certificado de recuperação
de arquivo através do Assistente para solicitação
de certificados, clique em Novo -> Agente de recuperação
criptografado.... Será aberto o Assistente para adicionar
agente de recuperação. Siga os passos do assistente.
5.3. Para excluir essa diretiva de EFS e todos os agentes de
recuperação, clique em Todas as Tarefas ->
Excluir diretiva. Se você selecionar essa opção,
os usuários não poderão mais usar criptografia
nos computadores do domínio. O Windows 2000 Server não
permite que você faça a criptografia de arquivos
se não houver um Agente de recuperação
configurado. Para voltar a habilitar a criptografia de arquivos,
você deve seguir os passos descritos neste exemplo e adicionar
um Agente de recuperação.
6. Após ter configurado as opções desejadas,
feche o MMC. Surge uma janela perguntando se você deseja
salvar o console. Clique em Não.
Algumas observações importantes:
Antes de qualquer alteração na diretiva de recuperação,
você deve fazer um backup das chaves de recuperação
em um disquete, conforme descrito nos exemplos anteriores. Este
procedimento garante que os arquivos poderão ser descriptografados
caso haja algum problema com as configurações
do Agente de recuperação.
É necessário fazer logon como administrador
ou com uma conta com permissões de administrador para
executar estas ações.
Se a sua conta for configurado como Agente de recuperação,
você poderá descriptografar arquivos criptografados
por outros usuários, simplesmente acessando as propriedades
do arquivo, clicando no botão Avançado...s e desmarcando
a opção Criptografar o conteúdo para proteger
os dados. Para realizar tal operação, o Certificado
digital correspondente a conta do Agente de recuperação
deve estar instalado no computador onde a operação
será realizada. Para maiores detalhes sobre a Importação
e Exportação de certificados, consulte a parte
inicial deste tópico.
Recomendações sobre a criptografia
de pastas e arquivos
Neste item coloco algumas recomendações sobre a criptografia
de pastas e arquivos. Estas recomendações são
baseadas na documentação oficial da Microsoft:
Para obter o máximo de segurança, criptografe
as pastas antes de criar arquivos importantes nelas. Isso faz
com que os arquivos criados sejam automaticamente criptografados
e seus dados nunca sejam gravados em disco como texto sem formatação.
Se você salvar a maior parte dos seus documentos na
pasta Meus documentos, criptografe-a. Isso assegura que seus
documentos pessoais sejam criptografados por padrão.
No caso de perfis de usuários móveis, deve-se
fazer isso apenas se a pasta Meus documentos for redirecionada
para um local de rede.
Criptografe pastas em vez de arquivos individuais para que,
caso um programa crie arquivos temporários durante a
edição, eles também sejam criptografados.
O agente de recuperação designado deverá
exportar o certificado de recuperação de dados
e a chave particular para um disco, guardá-los em um
local seguro e excluir do sistema a chave particular de recuperação
de dados. Dessa forma, a única pessoa que poderá
recuperar dados do sistema será aquela que possui acesso
físico à chave particular de recuperação
de dados. Estes procedimentos foram descritos no início
deste tópico.
Deve-se manter o menor número possível de agentes
de recuperação designados. Desse modo, menos chaves
ficarão expostas ao ataque criptográfico e haverá
mais garantias de que os dados criptografados não sejam
descriptografados inadequadamente.
O comando cipher
O comando cipher é utilizado para exibir ou altera a criptografia
de pastas e arquivos em volumes formatados com NTFS. Quando utilizado
sem parâmetros, cipher exibe o estado de criptografia da pasta
atual e de quaisquer arquivos que ela contenha.
Sintaxe para o comando cipher, conforme documentação
oficial da Microsoft:
cipher [{/e|/d}] [/s:dir] [/a] [/i] [/f] [/q] [/h] [/k] [/u[/n]]
[nome_de_caminho [...]] | [/r:nome_de_caminho_sem_extensão]
| [/w:nome_de_caminho]
Na tabela 1, apresento a descrição dos parâmetros
do comando cipher.
Tabela .1 Parâmetros do comando cipher
| Parâmetro |
Descrição |
| /e |
Criptografa as pastas especificadas. As pastas serão
marcadas para que os arquivos adicionados a elas posteriormente
também sejam criptografados. |
| /d |
Descriptografa as pastas especificadas. |
| /s:dir |
Efetua a operação selecionada na pasta especificada
e em todas as subpastas. |
| /a |
Efetua a operação nos arquivos
e pastas. |
| /i |
Continua a efetuar a operação especificada
mesmo após a ocorrência de erros. Por padrão,
cipher é interrompido quando um erro é encontrado. |
| /f |
Força a criptografia ou descriptografia
de todos os objetos especificados. Por padrão, os arquivos
que já tenham sido criptografados ou descriptografados
serão ignorados por cipher. |
| /q |
Reporta somente as informações mais essenciais. |
| /h |
Exibe arquivos com atributos de sistema
ou ocultos. Por padrão, esses arquivos não são
criptografados ou descriptografados. |
| /k |
Cria uma nova chave de criptografia de arquivo para o usuário
que estiver executando o comando cipher. Se você usar
esta opção, cipher ignorará todas as
outras opções. |
| /u |
Atualiza a chave de criptografia de arquivo
do usuário ou a chave do agente de recuperação,
utilizando as mais atuais em todos os arquivos criptografados
nas unidades locais (isto é, se as chaves tiverem sido
alteradas). Esta opção só funciona com
/n. |
| /n |
Evita que as chaves sejam atualizadas. Use esta opção
para localizar todos os arquivos criptografados nas unidades
locais. Esta opção só funciona com /u. |
| nomedecaminho |
Especifica um padrão, arquivo ou
pasta. |
| /r :nome de caminho sem extensão |
Gera uma nova chave particular e um novo certificado de
agente de recuperação e grava-os nos arquivos
com o nome de arquivo especificado em nome_de_caminho_sem_extensão.
Se você usar esta opção, cipher ignorará
todas as outras opções. |
| /w:nome de caminho |
Remove os dados que se encontram em partes
não utilizadas de um volume. nome_de_caminho pode indicar
qualquer pasta no volume desejado. Se você usar esta
opção, cipher ignorará todas as outras
opções. |
| /? |
Exibe informações de ajuda no prompt de comando. |
Nota: O comando cipher não criptografa arquivos
que estejam marcados como somente leitura.
Eis alguns exemplos do comando cipher:
1. Para usar o comando cipher para criptografar uma
subpasta denominada Memorandos em uma pasta denominada Documentos,
utilize o seguinte comando:
cipher /e Documentos\Memorandos
2. Para criptografar a pasta Documentos, e todas as sua subpastas,
digite o seguinte comando:
cipher /e /s:Documentos
3. Para criptografar apenas o arquivo finanças.xls na subpasta
Planilhas, da pasta Documentos, utilize o seguinte comando:
cipher /e /a Documentos\Planilhas\finanças.xls
4. Para criptografar todos os arquivos .xls da subpasta Planilhas,
da pasta Documentos, digite o seguinte comando:
cipher /e /a Documentos\Planilhas\*.xls
5. Para determinar se a pasta Documentos está criptografada,
utilize o seguinte comando:
cipher Documentos
Para determinar os arquivos na pasta Documentos que estão
criptografados, utilize o seguinte comando:
cipher Documentos\*
Conclusão
Neste tutorial você aprendeu sobre o recurso de criptografia
de pastas e arquivos no Windows 2000 (Professional ou Server). Você
aprendeu sobre o uso de certificados e a sua relação
com o recurso de criptografia. Falei sobre o conceito de Agente
de Recuperação e sobre como fazer um backup do certificado
da conta configurada como agente de recuperação. Também
mostrei como executar as operações práticas,
relacionadas com criptografia, tais como criptografar e descriptografar
arquivos e pastas.
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