[A BÍBLIA DO VBA NO ACCESS]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO ACCESS - CURSO COMPLETO

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WINDOWS 2003 SERVER - CURSO COMPLETO
Autor: Júlio Battisti


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Lição 161 - Capítulo 18 - Know-how em: Distribuição de Software

Pré-Requisitos: Conceitos básicos de GPO e do Active Directory.
Metodologia: Apresentar os fundamentos teóricos de instalação de software via GPO.

Conforme descrito no Capítulo 2, onde fiz um histórico desde o Mainframe, passando pelo modelo Cliente/Servidor tradicional e pelo modelo Web de aplicações em n camadas, o leitor pode concluir que a tarefa de instalar e manter atualizadas as aplicações em uma rede, é uma das tarefas mais complexas e realmente trabalhosas. Desde a época do NT Server 4.0 que os clientes do mundo inteiro “cobram” da Microsoft soluções para facilitar a distribuição e atualização de software na rede da empresa.

Uma primeira tentativa foi a solução conhecida como ZAK – Zero Administration Kit, o qual de “zero” não tinha nada. Em muitas situações dava mais trabalho implementar a iniciativa ZAK do que instalar e atualizar os softwares da maneira tradicional.

Mas a partir do Windows 2000 Server, com a iniciativa chamada IntelliMirror, a Microsoft apresentou um conjunto de tecnologias realmente úteis, capazes da facilitar o processo de instalação, atualização e manutenção de software na rede da empresa. Não que esteja tudo as mil maravilhas, longe disso, mas já melhorou muito. Dentre o conjunto de tecnologias que compõem a iniciativa IntelliMirror, uma tem relação direta com a distribuição de software via GPO: Windows Installer. A maioria dos programas atuais, para Windows, utiliza a tecnologia Windows Installer para instalação de software. A idéia básica da tecnologia Windows Installer é que todos os componentes do programa, bem como as informações de configuração do software estão contidos em um único arquivo com a extensão .MSI – Microsoft Installer. Instalar o software no formato .MSI se resume, basicamente, a dar um clique duplo no arquivo .msi ou clicar com o botão direito do mouse neste arquivo e, no menu que é exibido, clicar em Install... (Instalar...). Feito isso será aberto um assistente de instalação. Aí é só completar as etapas do assistente. A distribuição de software via GPO é feita utilizando arquivos no formato .msi, conforme mostrarei neste item. Também farei alguns exemplos práticos, nos quais mostrarei como fazer a distribuição de software via GPO. Porém antes de vermos os exemplos práticos, é hora de mais um pouco de teoria.

Como funciona a instalação de software via GPO.

O recurso de instalação de Software via GPO trabalha em conjunto com o recurso de Group Policy e com o Active Directory. No Windows Server 2003 estão disponíveis três recursos/tecnologias utilizadas para o gerenciamento de Software, sendo que uma delas é o recurso de instalação de software via Group Policy – Group Policy Software Installation. A seguir uma breve descrição dos recursos utilizados para instalação/distribuição de Software no Windows Server 2003:

Group Policy Software Installation: É utilizado para fazer a instalação e manutenção via Group Policy. É o assunto deste tópico.

Windows Installer: Tecnologia que dá suporte a instalação de arquivos .msi.

A opção Add or Remove Programs (Adicionar ou Remover programas) do Painel de controle:  Esta opção é utilizada pelos usuários, para gerenciar a instalação de software em seus computadores. Para maiores detalhes sobre esta opção, consulte o Capítulo 4.

Com o uso do recurso de instalação de software via GPO, o administrador tem muitas opções para automatizar a instalação de software. Vamos analisar alguns exemplos práticos, onde este recurso poderia ser utilizado.

Situação 01: O administrador quer distribuir uma nova aplicação para os usuários da seção de contabilidade. A aplicação deve estar disponível para estes usuários, independentemente de eles estarem utilizando um computador da seção de contabilidade ou qualquer outro computador do domínio. As contas dos usuários da seção de contabilidade estão todas contidas na OU Contab. O que o administrador deve fazer para implementar a solução proposta:

1.         Criar um GPO e associa-la a OU Contab. Se já houver uma GPO associada a esta OU, esta GPO poderá ser utilizada.
2.         Usar a opção User Configuration -> Software Settings para fazer a distribuição do software para todos os usuários da seção de contabilidade.

É importante observar que está sendo utilizada a opção User Configuration, pois o programa deve ser instalado para os usuários da seção de Contabilidade, independentemente de eles estarem utilizando um computador desta seção ou qualquer outro computador na rede. É como se o programa “seguisse” o usuário. Por exemplo, se um usuário da seção de contabilidade, fizer o logon em um computador da seção de marketing, lá estará o programa disponível.

Situação 02: O administrador precisa instalar uma nova aplicação em todos os computadores da seção de contabilidade. A aplicação deve estar disponível em todos os computadores da seção de contabilidade, independentemente do usuário que fizer o logon no computador . As contas dos computadores da seção de contabilidade fazem parte de um grupo do Active Directory, chamado CompContab. As contas dos computadores da seção de contabilidade estão todas no container padrão Computers, juntamente com as contas de todos os demais computadores do domínio, com exceção das contas dos DCs, que estão no container padrão Domain Controllers. O que o administrador deve fazer para implementar a solução proposta:

1.         Criar um GPO e associa-la ao container padrão Computers (Computadores).
2.         Usar a opção Computer Configuration -> Software Settings para fazer a distribuição do software para todos os computadores da seção de contabilidade.
3.         Configurar as permissões desta GPO, para que ela seja aplicada apenas ao grupo CompContab.

Existem alguns detalhes importantes a serem observados em relação a situação proposta. Primeiro é importante observar que está sendo utilizada a opção Computer Configuration, pois o programa deve ser instalado em todos os computadores da seção de Contabilidade, independentemente do usuário que estiver logado.Outro ponto a destacar é que as contas de todos os comutadores estão no container padrão Computers (Computadores) e que existe um grupo do Active Directory, chamado CompContab, do qual fazem parte as contas de todos os computadores da seção de contabilidade. Este grupo será utilizado para fazer com que a GPO seja aplicada apenas aos comutadores da seção de contabilidade e não a todos os computadores do container Computers. Para fazer isso, basta configurar as permissões da GPO (conforme descrito anteriormente), de tal maneira que seja atribuída a permissão Apply Group Policy apenas ao grupo CompContab.

Ao fazer a instalação e distribuição de software via GPO, existem duas opções de como a distribuição de software pode ser configurada: Assign (Associar) ou Publish (Publicar). Cada uma destas opções pode ser relacionada com as configurações de usuários ou de computadores, com exceção de Publish (Publicar), que somente pode estar associada com os usuários. Com isso ficamos com três diferentes opções, conforme descrito a seguir:

• Assigning to users (Associar com usuários): Ao associar uma aplicação com o usuário, a aplicação estará disponível para o usuário, no próximo logon, em qualquer computador que ele faça o logon. Por exemplo, suponha que você associou o Excel com os usuários da OU Contabilidade. No próxima vez que um usuário da OU Contabilidade fizer o logon (em qualquer comutador), o atalho para o Excel já estará disponível. Os arquivos com a extensão .xls também já estarão associados com o Excel e exibirão o ícone do Excel. Porém até este momento a aplicação ainda não foi instalada. A aplicação somente será instalada quando o usuário clicar no atalho para abrir a aplicação pela primeira vez, ou tentar abrir um arquivo associado com a aplicação. O Windows detecta que, para poder carregar o referido arquivo, a aplicação deverá ser instalada. A aplicação é instalada a partir da rede, a partir da localização configurada pelo administrador, quando foi feita a associação da aplicação com o usuário, conforme você aprenderá na parte prática mais adiante.

Esta opção é indicada quando é necessário que um grupo de usuários (ou até mesmo todos os usuários do domínio) tenham a disposição um determinado aplicativo, independentemente do computador que eles estiverem utilizando. Por exemplo, vamos supor que você queira que todos os usuários do domínio tenham acesso a uma aplicação de agenda, integrada com a Intranete da empresa. Basta configurar a GPO padrão do domínio (Default Domain Policy) e associar este aplicativo na opção User Configuration -> Software Settings (que você aprenderá na prática, mais adiante). Quando os usuários fizerem o logon (em qualquer computador do domínio), o ícone para a aplicação de agenda já estará disponível. A primeira vez que o usuário clicar neste atalho, a aplicação será efetivamente aplicada. Outra maneira de instalar a aplicação é clicar em um arquivo associado com a aplicação. Por exemplo, ao tentar abrir a base de dados da agenda, o Windows detecta que a agenda ainda não está instalada, detecta que ela está associada ao usuário e faz a instalação de acordo com as definições configuradas na opção User Configuration -> Software Settings. A aplicação será instalada e a base de dados da agenda será aberta.

O usuário poderá excluir a aplicação, porém ela será novamente instalada na próxima vez que o usuário fizer o logon. Ou seja, ao associar a aplicação com o usuário, a aplicação “seguirá” o usuário em qualquer computador que ele venha a utilizar. Esta é uma maneira de garantir que o usuário tenha acesso às aplicações mais importantes, independentemente do computador que ele estiver utilizando. Um avanço e tanto em relação a instalação manual, em cada estação de trabalho.

• Assigning to computers (Associar com computadores): Quando uma aplicação é associada com um computador, a aplicação será instalada durante a próxima inicialização do computador. Não será necessário que um usuário clique no atalho da aplicação. Ao fazer a associação com o computador, a aplicação é automaticamente instalada.

• Publishing to users (Publicando para usuários): Outra forma de disponibilizar uma aplicação é publicando (Publishing) a aplicação para o usuário. Quando uma aplicação é publicada, não será disponibilizado, automaticamente, um atalho para aplicação. Para instalar a aplicação o usuário deverá acessar a opção Add/Remove Programs (Adicionar ou remover programas) do Painel de controle. Ao abrir esta opção, estará disponível um atalho para completar a instalação da aplicação. A aplicação também será instalada quando o usuário tentar abrir um arquivo que seja associado com a aplicação.

Você pode utilizar o recurso de publicar aplicações, para aquelas aplicações que não são críticas. Aplicações que devem estar disponíveis para os usuários,  mas que o usuário deve decidir se irá instalar ou não e quando irá instalar.

Por exemplo, se você instala o Frontpage usando a opção de publicar software. Enquanto o usuário não usar a opção Add/Remove Programas (Adicionar ou remover programas) ou não tentar abrir um arquivo associado com o Frontpage (por exemplo, um arquivo .htm ou .asp), o Frontpage não será instalado.

Nota: Para cada aplicação que é publicada (Publish) ou associada (assign) em uma determinada GPO, o Windows Server 2003 gera um script com a extensão .aas (Application assignment scripts). Este script é gravado juntamente com o objeto GPO no Active Directory. Este script contém as informações necessárias para que a distribuição da aplicação via GPO, possa funcionar corretamente.

Em resumo, o funcionamento da instalação de software via GPO é bastante simples. O administrador configura, via GPO, um ou mais aplicativos para serem instalados. Podem ser configuradas diferentes opções, tais como associar com usuários ou com computador e publicar para usuários. Dependendo da opção selecionada, a aplicação será instalada em diferentes momentos ou quando ocorrerem determinados eventos. Para que o administrador possa distribuir e instalar uma aplicação via GPO, deve estar disponível o arquivo de instalação no formato .msi.

Importante: Existem ferramentas de terceiros, que permitem transformar um pacote de instalação não baseado na tecnologia .msi, em um arquivo .msi. Com isso é possível distribuir via GPO, aplicações que não usam a tecnologia .msi, porém primeiro é necessário converter estas aplicações para um arquivo no formato .msi.

O processo de instalação de software via GPO:

O processo de instalação de software via GPO envolve algumas etapas, desde o planejamento básico necessário, até a implementação através da configuração das opções de distribuição de software via GPO. A documentação oficial do Windows Server 2003, recomenda que sejam cumpridas as seguintes fases:

• Preparação
• Gerenciamento
• Remoção.

A fase de Preparação:

O primeiro pré-requisito para que você possa fazer a distribuição de um programa via Group Policy é ter o pacote de instalação do programa no formato .msi. Se o programa a ser distribuído não tiver disponível no formato .msi, você terá que utilizar ferramentas de terceiros para “reempacotá-lo” no formato .msi, conforme descrito anteriormente.

O próximo passo é criar um compartilhamento em um dos servidores da rede, compartilhamento este que conterá o arquivo .msi. Você pode optar por criar um único compartilhamento com pastas separadas para cada pacote .msi ou criar um compartilhamento para cada pacote .msi a ser instalado. Durante a configuração da GPO você irá informar o caminho onde está o pacote .msi que contém os arquivos de instalação da aplicação. Podem também ser utilizados servidores diferentes. Por exemplo, você pode disponibilizar o .msi de instalação do Microsoft Office em um servidor e o .msi de instalação do Corel Draw em outro servidor. Você também pode utilizar o recurso do DFS – Distributed File System (descrito no Capítulo 11), para criar uma única árvore com todos os compartilhamentos da rede, utilizados para distribuição de arquivos .msi.

A etapa final é certificar-se de que os usuários que receberão o software tem permissão de acesso ao compartilhamento onde está o .msi e que tem permissão para instalar o programa, nos computadores onde o programa será instalado.

O Gerenciamento:

O recurso de instalação de software via GPO pode ser utilizado para gerenciar de maneira centralizada, a distribuição, instalação e atualização de software em toda a rede da empresa. Por exemplo, você pode utilizar este recurso para garantir que o programa anti-vírus esteja instalado em todos os computadores da rede. Ou você pode utilizar este recurso para fazer uma atualização do Office em todos os computadores da rede e assim por diante.

Para fazer a distribuição de software é indicado que você siga os seguintes procedimentos:

• Fase de avaliação: Ao fazer a distribuição de um novo programa, ou a atualização de um programa já existente, é recomendado que seja feita uma distribuição inicial para um número reduzido de usuários. Durante esta fase, a versão antiga do programa (se for uma atualização), continua sendo a versão oficial, utilizada pela maioria dos usuários. A nova versão será testada por um pequeno grupo de usuários, para detectar possíveis problemas ou incompatibilidades. Esta fase é também denominada de Projeto Piloto (e como, infelizmente, é ignorada na maioria das vezes). Esta é a fase para fazer o máximo de testes possíveis. É importante que esta fase seja detalhadamente documentada, para que os problemas detectados nesta fase possam ser facilmente corrigidos durante a implementação final, usando o conhecimento já adquirido na fase de testes.

• Mão na massa ou melhor a fase de implementação: Esta é a fase em que a aplicação será configurada, via GPO, para estar disponível para todos os usuários da aplicação. Nesta fase a nova versão do programa (se for uma atualização), passa a ser a versão oficial e a grande maioria (se não a totalidade) dos usuários passa a utilizar a nova versão. Caso você tenha alguns usuários, cuja trabalho dependa da aplicação que está sendo atualizada, você pode esperar mais um pouco, para ver se não surgem novos problemas com os usuários que já estão utilizando a nova versão. Quando a nova versão for considerada aceitavelemente estável, você pode distribuí-la também para os usuários críticos, ou seja, aqueles usuários cujo trabalho depende da utilização da aplicação.

Evidentemente que a implementação poderia ser feita diretamente para todos os usuários, sem projeto piloto e sem maiores preparações. Porém acredite amigo leitor, esta definitivamente não é uma boa idéia. Ao invés de “poupar tempo”, você irá perder muito mais tempo. Pois quando os problemas surgirem (e eles fatalmente surgirão, ainda mais se for uma implementação em grande escala), você terá que analisá-los, tentar descobrir a solução e soluciona-los ao mesmo tempo que segue a implementação. Sem planejamento provavelmente você não terá um plano definido para voltar a versão anterior caso os problemas se agravem, ou seja, mais uma vez você estará trabalhando no estilo “apagar incêndios”. Posso garantir: planejar e testar (projeto piloto) é um grande “ganho de tempo” e não uma perda de tempo.

Desinstalar/Remover a aplicação:

Uma vez que uma aplicação não seja mais necessária ou que deva ser descontinuada, o administrador também pode usar o recurso de GPO para desinstalar a aplicação. Ao remover uma aplicação de uma GPO, o administrador poderá selecionar uma das seguintes opções:

• Immediately uninstall (Desinstalar imediatamente): Esta opção exige que nenhum usuário esteja utilizando o programa. Se algum usuário estiver utilizando o programa, ele receberá uma mensagem de aviso (no computador onde ele está utilizando o programa) e o programa será removido.

• Just prevent new installations (Apenas previnir novas intalações): Esta opção permite que os usuários que tem a aplicação instalada, continuem utilizando a aplicação, mas impede que novas instalações sejam efetuadas. Por exemplo, se a aplicação foi associada com o usuário, o usuário poderá continuar a utilizar a aplicação nos computadores onde ela já havia sido instalada, mas se o usuário fizer o logon em um computador que ainda não tem a aplicação, não será feita uma nova instalação neste computador.

Excluir o arquivo .msi do servidor.

Quando a aplicação tiver sido descontinuada e o administrador tiver certeza que novas instalações não serão necessárias, o arquivo .msi poderá ser excluído do servidor para liberar espaço em disco. Como uma medida preventiva pode ser feito um backup dos arquivos .msi e ser mantido este backup por algum tempo, caso, excepcionalmente, um usuário ainda venha a precisar da aplicação.

Tipos de arquivos utilizados pelo recurso de instalação de software via GPO:

Além dos pacotes de instalação baseados no Windows Installer, com a extensão .msi, outros tipos de arquivos podem ser utilizados pelo recurso de instalação de software via GPO, conforme descrito a seguir:

• Windows Installer packages (Pacotes do Windows Installer) .msi: Este é o formato para o pacote de instalação. É o arquivo .msi que você irá disponibilizar em uma pasta compartilhada no servidor e que será utilizado no momento de configurar o recurso de instalação de software via GPO.

• Arquivos de transformação .mst: Também chamados de arquivos de modificação, estes arquivos são utilizados para personalizar a instalação de um pacote no padrão .msi, durante a associação ou publicação do pacote via GPO. Por exemplo, pode ser utilizado um arquivo .mst para definir quais partes do Microsoft Office XP serão instaladas, em uma instalação personalizada.
• Patches (correções) .msp: São arquivos que contém correções, resolução de bugs, os famosos Service Packs do Windows. Por exemplo, você pode utilizar um arquivo .msp fornecido pela Microsoft, para aplicar correções ao Microsoft Office. Ao invés de aplicar as correções computador por computador, você pode distribuir estas correções via GPO. As mudanças que podem ser implementadas por um arquivo .msp estão limitadas e as seguintes mudanças não poderão ser efetuadas por um arquivo .msp:

- Remover componentes ou funcionalidades da instalação original. Por exemplo, um patch do Microsoft Office não poderá ser utilizado para desinstalar o Access.

- Não podem alterar o código de registro dos produtos.

- Não podem ser utilizados para alterar o nome dos atalhos, dos arquivos do programa ou para alterar chaves da registry

• Arquivos .zap: Estes arquivos são arquivos do tipo texto, que podem ser criados com o Bloco de notas. Este tipo de arquivo somente pode ser publicado (published), não podendo ser associado (assigned). Neste arquivo é informado o caminho para um arquivo de instalação executável (normalmente um Setup.exe, Config.exe, Install.exe e assim por diante) que será disponibilizado na opção Add or Remove Programs (Adicionar ou remover programas) do Painel de controle, porém somente para usuários com permissão de Administrador local no computador.

Existem algumas regras para a maneira como o caminho para o programa de instalação é informado em um arquivo .zap.

O caminho e o nome do programa de instalação executável sempre deve vir entre aspas. Se não houver argumentos de linha de comando, a serem passados para o executável de instalação, o nome e o caminho do executável deve estar entre aspas duplas (duas aspas no início e duas aspas no final), conforme exemplos a seguir:

SetupCommand=""\\NomeDoServidor\NomeDoCompartilhamento\NomeDaPasta\setup.exe""
SetupCommand="\\NomeDoServidor\NomeDoCompartilhamento\NomeDaPasta \setup.exe" /argument

No primeiro exemplo foram usadas duas aspas pois não havia argumentos para o programa executável. Já no segundo exemplo, com um argumento, usa-se apenas um abre e fecha aspas.

Nota: Não me perguntem qual a lógica de abrir e fechar aspas duas vezes, pois não tem lógica nenhuma.

Também pode ser utilizado um caminho relativo, conforme exemplos a seguir:

SetupCommand=""setup.exe""
SetupCommand="setup.exe" /argument
 
• Scripts .aas: Estes arquivos de script contém informações detalhadas sobre a associação ou publicação de um software via GPO.


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